REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 19.2 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20150022

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Pesquisa

Conhecimento dos alunos de graduação em educação física sobre exercício físico para indivíduos com diabetes mellitus

Level of knowledge of physical education students on physical exercise for people with diabetes mellitus

Thaís Mara Alexandre Bertazone1; Flávia Fernanda Luchetti Rodrigues2; Cassiano Merussi Neiva3; Carla Regina de Souza Teixeira4; Érika do Carmo Bertazone5; Maria Lucia Zanetti6

1. Educador Físico. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - EERP/USP. Ribeirão Preto, SP - Brasil
2. Enfermeira. Doutora. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - HCFMRP/ USP. Ribeirão Preto, SP - Brasil
3. Educador Físico. Doutor em Biologia Funcional e Molecular. Professor Associado da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP. Professor Titular da Faculdade de Medicina da Universidade de Ribeirão Preto - FMRP. Ribeirão Perto, SP - Brasil
4. Enfermeira. Doutora. Professora Associada junto ao Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da EERP/USP. Ribeirão Preto, SP - Brasil
5. Enfermeira. Doutora. Professora Adjunta da Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP. Ribeirão Preto, SP - Brasil
6. Enfermeira. Doutora. Professora Associado 3 da EERP/USP. Ribeirão Preto, SP - Brasil

Endereço para correspondência

Maria Lucia Zanetti
E-mail: zanetti@eerp.usp.br

Submetido em: 23/10/2013
Aprovado em: 20/03/2015

Resumo

Este estudo transversal teve como objetivo analisar o conhecimento de alunos de bacharelado em Educação Física sobre diabetes e exercício físico. A amostra foi constituída de 69 alunos de três cursos de bacharelado em Educação Física, em 2011. Para a coleta de dados foi elaborado questionário com 27 questões relacionadas ao conhecimento sobre conceitos da doença, sinais e sintomas e exercício físico. Os resultados mostraram que os alunos apresentaram índice satisfatório de acertos na categoria exercício físico e insatisfatório na categoria conceitos, sinais e sintomas. Das 27 questões, obteve-se média de 11,1±3,4 para as respostas corretas e de 15,0±2,8 para as incorretas; 23 alunos deixaram de responder alguma questão, média de 2,4±2,7. Recomenda-se agregar às disciplinas da grade curricular conteúdos sobre conceitos, sinais e sintomas e exercício físico relacionado à doença. Assim, o educador físico poderá contribuir para a integralidade da atenção à saúde.

Palavras-chave: Diabetes Mellitus; Exercício; Conhecimento; Atividade Motora; Educação de Pacientes como Assunto.

 

INTRODUÇÃO

A construção da integralidade da atenção à saúde, preceito constitucional do Sistema Único de Saúde (SUS), preconiza o trabalho multidisciplinar aos indivíduos com doenças crônicas não transmissíveis. Nessa vertente, a Educação Física é reconhecida como área de conhecimento e de intervenção acadêmico-profissional envolvida na promoção, prevenção, proteção e reabilitação em saúde.1

Entre as doenças crônicas, o diabetes mellitus (DM), devido à complexidade do tratamento, exige a atuação multidisciplinar de qualidade aos indivíduos com a doença com vistas ao bom controle metabólico, bem como para postergar e/ou prevenir as complicações agudas e crônicas advindas da doença.2-4 Nessa direção, é necessário que os profissionais de saúde reforcem aos indivíduos com diabetes a importância da adoção de adequado plano alimentar, da prática de exercício físico regular e do uso correto de medicamentos, quando necessário.5-10

Na atualidade, existem evidências consistentes dos efeitos benéficos da prática regular do exercício físico para a prevenção e controle do diabetes.11-16

A capacitação dos profissionais de Educação Física no atendimento à população nos diferentes níveis de atenção à saúde ainda constitui um desafio para a qualificação da atenção em diabetes na rede pública de saúde. A capacitação do educador físico para a atuação junto aos indivíduos com diabetes deve contemplar o conhecimento sobre a doença, suas complicações, e exercício físico.

A prescrição de exercícios físicos deve ser feita baseada em evidências científicas quanto ao tipo, frequência, duração e intensidade do exercício, de acordo com as diretrizes do American College of Sports Medicine, do European College of Sports Sciences, da American Diabetes Association, da American Heart Association e da Sociedade Brasileira de Diabetes.7,17-21 Além disso, devem ser levados em conta o controle metabólico e complicações crônicas já instaladas, bem como as de natureza relacionadas ao horário, ao tipo de calçado, à monitorização da glicemia, à correção de hipoglicemia, entre outras.

A literatura é escassa em relação ao conhecimento do bacharel em Educação Física sobre o exercício físico para os indivíduos adultos com DM22, sugerindo a necessidade de estudos que busquem elucidar o conhecimento do profissional de Educação Física para qualificar o atendimento à pessoa com DM na equipe multidisciplinar.

Nessa vertente, o papel do educador físico na equipe é essencial, pois cabe a ele a orientação quanto ao exercício físico adequado de acordo com o quadro clínico dos indivíduos com diabetes. Ele tem o papel de prescrever os exercícios recomendados com base em evidências científicas e enfatizar que a prática de exercícios físicos, além de constituir um dos pilares do tratamento em diabetes, traz benefícios à manutenção da saúde e melhoria da qualidade de vida da população.

É essencial a capacitação dos educadores físicos para atuação junto aos indivíduos com diabetes em relação aos sinais e sintomas da doença, aos mecanismos fisiopatológicos, o tipo de exercício físico, o efeito agudo e crônico em resposta ao treinamento físico e os possíveis riscos.

Desse modo, este estudo teve como objetivo analisar o conhecimento de alunos de bacharelado em Educação Física sobre o diabetes e exercício físico. Espera-se que este estudo possa contribuir para a identificação de lacunas em relação ao conhecimento de graduandos de Educação Física para atuação junto aos indivíduos com diabetes.

 

MÉTODO

Trata-se de estudo descritivo transversal realizado em três instituições particulares de ensino em Educação Física, nível bacharelado, no interior do estado de São Paulo, no período de abril a agosto de 2011. Foram estabelecidos como critérios de inclusão os alunos regularmente matriculados no sétimo e oitavo semestres, que estivessem presentes no dia da coleta de dados. A escolha pelos alunos do curso de bacharelado em Educação Física foi devida às especificidades quanto ao campo de atuação. A população foi constituída por 75 alunos, dos quais seis se recusaram a participar do estudo. Desta forma, a amostra por conveniência foi composta de 69 alunos do curso de bacharelado em Educação Física, sendo 65 alunos do sétimo semestre e três do oitavo.

Para este estudo foram elaborados dois instrumentos de coleta de dados. O primeiro refere-se à identificação do indivíduo (nome e endereço completos, bairro, cidade, CEP, telefone para contato, instituição de ensino e semestre do curso) e às variáveis sociodemográficas (sexo, idade, estado civil e renda familiar). O segundo refere-se às variáveis relativas ao conhecimento do aluno sobre os conceitos relacionados ao DM, aos sinais e sintomas e ao exercício físico. Esse questionário foi elaborado fundamentado na literatura5,6,8,17,19,20,23-27 e contém 27 questões, sendo 19 de múltipla escolha e oito com alternativas verdadeiras ou falsas. As questões foram subdivididas em três categorias: conceito (questões 1, 3, 4, 5, 6, 7, 10, 11, e 23); sinais e sintomas (2, 8, e 9); e exercício físico (12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 26 e 27).

O instrumento não foi submetido à validação com a população do estudo, mas foi apreciado por quatro especialistas da área de Educação Física com conhecimento e experiência na atuação junto a indivíduos com diabetes para a apreciação quanto à forma e conteúdo, clareza dos itens, facilidade de leitura, compreensão e forma de apresentação e concordância ou não quanto à retirada, acréscimo ou modificação dos itens.

A coleta de dados foi realizada nas salas após o encerramento das aulas, de forma que não interferisse nas atividades didáticas. Primeiramente, foram esclarecidos aos alunos a natureza e o objetivo do estudo, bem como a importância de sua participação. Aqueles que aceitaram participar assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. O questionário foi respondido de forma individual, no tempo médio de 20 minutos para as respostas.

Foi criado um banco de dados no programa Microsoft Excel 2010, com a aplicação da técnica de dupla digitação, e posterior validação, a fim de evitar possíveis erros na transcrição das informações. Os dados foram posteriormente transportados para o programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS 14.0), agrupados em categorias e sumarizados por meio de estatística descritiva. Cabe destacar que as oito questões do tipo verdadeiro ou falso tinham número de alternativas diferentes, sendo que para as questões com seis alternativas foi considerada acerto a resposta correta a quatro ou mais alternativas. Para as questões com cinco alternativas foi considerada acerto a resposta correta a três ou mais alternativas. E para as questões com quatro alternativas foi considerada acerto a resposta correta a três ou quatro alternativas. Foi considerado índice de acerto satisfatório quando os alunos acertavam 50% ou mais para cada uma das três categorias investigadas. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, protocolo nº 1090/2009.

 

RESULTADOS

Do total de alunos que participaram da pesquisa, 59,4% eram do sexo masculino e a média de idade foi de 23,9±3,7 anos; 88,4% eram solteiros e na renda familiar 55,0% percebiam um a seis salários mínimos (Tabela 1).

 

 

Em relação às questões da categoria conceitos sobre o DM, apurou-se que o maior índice de acertos esteve relacionado às características do DM tipo 2 (53,6%), e os menores à classificação do DM e ao valor de glicemia capilar ao acaso,que reflete a hipoglicemia (10,1%), respectivamente (Tabela 2).

 

 

Quanto às questões da categoria sinais e sintomas, verificou-se que o maior índice de acertos foi relacionado aos sinais e sintomas clássicos de hipoglicemia (39,1%), e os menores aos sintomas clássicos do DM e aos sinais e sintomas clássicos de hiperglicemia (15,9%), respectivamente (Tabela 3).

 

 

No que se refere às questões da categoria exercício físico, percebeu-se que o maior índice de acertos foi relacionado às recomendações para a prescrição do exercício físico para os indivíduos com diabetes com neuropatia periférica, retinopatia e nefropatia diabética (79,7%), respectivamente. Já os menores índices de acerto foram referentes à quantidade de carboidratos recomendada em terapia medicamentosa durante exercícios prolongados e intensos (5,8%) (Tabela 4).

 

 

DISCUSSÃO

Os alunos responderam de forma incorreta às questões conceituais sobre o conceito de diabetes, a classificação da doença, as características, os valores de referência para exames laboratoriais, entre outras. A compreensão desses conceitos pode contribuir para que o educador físico ajude a população a desmistificar crenças de que o diabetes é desencadeado por fatores emocionais, consumo de determinados alimentos e também sobre a importância de exames regulares de saúde, principalmente após os 40 anos de idade,28,29 e os riscos envolvidos pela falta de controle da doença5-8,17,19-21,23,24,26 Esse conhecimento é importante como fundamento para a elaboração da prescrição do exercício físico para o diabético.

A maioria dos alunos respondeu incorretamente sobre os sintomas clássicos da doença, da hiperglicemia e da hipoglicemia. É importante que o educador físico, ao prescrever o exercício físico tanto aos indivíduos com DM tipo 1 (DM1) quanto aos com DM tipo 2 (DM2) em tratamento com insulina, conheça os eventos hipoglicêmicos, bem como a importância da automonitorização da glicemia capilar como uma ferramenta para identificar tais eventos, permitindo a correção imediata antes, durante e após o exercício físico.8,30-32

Os dados obtidos em relação ao exercício físico e o diabetes estão em concordância com outro estudo realizado na região Sul do país, o qual verificou que a maioria dos acadêmicos de Educação Física conhecia os benefícios do exercício físico tanto para a prevenção quanto para o tratamento do diabetes.22

Destaca-se que a maioria dos alunos apresentou bom índice de acerto em relação às recomendações para a prescrição do exercício físico para os indivíduos com diabetes. Por outro lado, a maioria dos alunos referiu incorretamente a questão sobre a duração mínima do exercício físico aeróbio recomendado para todos os indivíduos, bem como a questão relacionada à frequência de exercícios físicos de resistência.

Constata-se que nos currículos para formação do educador físico são contemplados os conteúdos sobre diabetes e exercício físico em condições crônicas, no entanto, as recomendações sobre a duração e a frequência do exercício para uma clientela específica tal como os indivíduos com diabetes ainda carecem de mais aprofundamento. Quanto ao conhecimento dos alunos sobre a complicação mais comum nos indivíduos com DM que realizam exercícios físicos, inferiu-se que a maioria dos alunos acertou essa questão, bem como aquelas sobre exercício físico, hipoglicemia e produção de insulina. Estudo realizado na Turquia com 1.500 professores que atuavam com crianças mostrou também que o conhecimento deles sobre diabetes era limitado.33

A maioria dos alunos respondeu incorretamente sobre o valor de glicemia capilar ao acaso, que reflete a hipoglicemia na categoria conceitos, apesar de metade deles ter noção do valor da glicemia capilar, que requeria a atenção do educador físico para prevenir os episódios de hipoglicemia durante o exercício físico. Estudo realizado em Recife com 27 profissionais de Educação Física em academias de ginástica mostrou que era insuficiente o conhecimento destes para a prescrição dos exercícios físicos aos indivíduos com diabetes que frequentavam a academia.34

Reforça-se aqui a necessidade de se conhecer a importância da monitorização dos valores de glicemia capilar e a observação dos sinais e sintomas de hipoglicemia durante a realização do exercício físico. Essa necessidade permite conhecer a resposta glicêmica às diferentes condições de exercício e fazer os ajustes necessários em relação à insulina ou à alimentação.8,17,20,24,31

A maioria dos alunos respondeu incorretamente sobre o valor da glicemia capilar que colocava o paciente em risco para a prática do exercício físico. No entanto, quanto aos valores de glicemia capilar pré-exercício para a ingestão de carboidratos adicionais, aproximadamente metade dos alunos acertou essa resposta. O desconhecimento dos valores da glicemia pré-exercício físico pode colocar os indivíduos com diabetes em risco.6,7 Destaca-se, também, o elevado número de respostas incorretas relacionadas à quantidade de carboidratos recomendada aos indivíduos com diabetes em terapia medicamentosa durante os exercícios prolongados e intensos.

Também, a maioria dos alunos apresentou bom índice de acerto nas questões relacionadas às complicações crônicas. Nessa direção, recomenda-se incorporar ao conhecimento dos alunos de Educação Física a importância da avaliação médica para detecção de complicações macro ou microvasculares antes do início de um programa de exercício físico mais intenso aos indivíduos com diabetes, em particular àqueles com idade superior a 40 anos. Além da idade, os antecedentes de atividade física também devem ser considerados.17,19,21,24

Por outro lado, o estudo realizado em Fortaleza-CE e que investigou o grau de conhecimento de 400 profissionais de Educação Física sobre o diabetes nas academias de ginástica mostrou que 26% deles não indicavam a avaliação cardiovascular antes do início da prática do exercício físico aos indivíduos com a doença.35

Quanto ao conhecimento sobre o controle da glicose sanguínea durante o exercício físico de alta intensidade e durante a sua recuperação, verificou-se que quase a metade dos alunos tinha conhecimento sobre o assunto.

Estudo que investigou o conhecimento e a percepção de 221 alunos do curso de Educação Física sobre a sua capacitação para atuarem com os indivíduos com diabetes, em Pelotas-RS, evidenciou que o conhecimento foi satisfatório, embora a maioria tivesse considerado a sua formação insatisfatória para atuação com indivíduos com a doença22. Esses resultados corroboram outros estudos.33-38

Espera-se que as instituições de ensino superior envidem esforços para a inclusão na grade curricular do curso de graduação em Educação Física de conteúdos que façam a interface entre exercício físico e doenças crônicas, em particular o DM, com vistas à intensa demanda de indivíduos com essa doença na população.

Este estudo encontrou como limitações a ausência de instrumento de coleta de dados específicos e validado no contexto brasileiro para investigar o conhecimento dos alunos de Educação Física sobre DM, bem como estudos com metodologias semelhantes sobre o tema para comparação dos dados obtidos na presente investigação. Assim, recomendam-se estudos futuros para aprofundamento da questão investigada.

 

CONCLUSÃO

Os resultados mostraram que os alunos do curso de graduação em Educação Física Bacharelado apresentaram índice satisfatório de acertos na categoria exercício físico. No entanto, constatou-se na categoria "conceitos e sinais e sintomas" que o índice de acertos foi insatisfatório. Esses resultados ressaltaram a necessidade de formação dos alunos investigados, com enfoque no exercício físico para os indivíduos com DM.

Nessa direção, recomenda-se a necessidade de agregar às disciplinas já existentes na grade curricular conteúdos sobre conceitos, sinais e sintomas e exercício físico relacionado ao DM de forma mais aprofundada, para que o educador físico possa trabalhar em equipe multidisciplinar na atenção a indivíduos com a doença para a construção da integralidade da atenção à saúde.

Diante do exposto, concordamos que a capacitação de profissionais de saúde, com formação na atenção em DM poderá contribuir para a melhoria do atendimento ao indivíduo com DM, à semelhança do que se observa nos países desenvolvidos.

 

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