REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 19.2 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20150038

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Relato de experiência

Monitoria acadêmica e o cuidado da pessoa com estomia: relato de experiência

Academic mentoring and care for a person with a stoma: experience report

Nayara Cavalcante Fernandes1; Regina Ribeiro Cunha2; Arthur Ferreira Brandão3; Luciana Lima da Cunha4; Pérola Dias Barbosa5; Cassilene Oliveira da Silva6; Maria Samara Alves da Silva6

1. Enfermeira. Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência. Belém, PA - Brasil
2. Enfermeira. Doutora.Professora Adjunta da Universidade Federal do Pará - UFPA e Universidade do Estado do Pará - UEPA. Líder do Grupo de Pesquisa Enfermagem em Estomaterapia da Amazônia - ENFESTA/UFPA. Belém, PA - Brasil
3. Enfermeiro. Enfermeiro do Programa Saúde na Escola - PSE da Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Abaetetuba. Membro do Grupo de Pesquisa Enfermagem em Estomaterapia da Amazônia - ENFESTA/UFPA. Belém, PA - Brasil
4. Enfermeira. Bolsista de Iniciação Científica da Fundação Amazônica de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará - FAPESPA. Belém, PA - Brasil
5. Enfermeira. Membro do Grupo de Pesquisa Enfermagem em Estomaterapia da Amazônia - ENFESTA/UFPA. Belém-PA, Brasil
6. Acadêmica de Enfermagem. Bolsista de Iniciação Científica da FAPESPA/UFPA. Membro do Grupo de Pesquisa Enfermagem em Estomaterapia da Amazônia - ENFESTA/UFPA. Belém, PA - Brasil

Endereço para correspondência

Regina Ribeiro Cunha
E-mail: reginaribeirocunha@gmail.com

Submetido em: 24/07/2014
Aprovado em: 30/03/2015

Resumo

Este estudo tem como objetivo relatar uma experiência de monitoria do curso de graduação em Enfermagem com uma equipe de monitores que foi composta de cinco estudantes sobre o processo de cuidar no período pré-operatório de cirurgia geradora de estomia.
MÉTODO: estudo descritivo, tipo relato de experiência, desenvolvido no hospital universitário na cidade de Belém-PA, Brasil, no período de março de 2011 a dezembro de 2012, durante aulas práticas na Atividade Curricular Enfermagem Médico-Cirúrgica, tomando como referência o processo de cuidar de pessoas com estomia.
RESULTADOS: a monitoria é processo de ensino-aprendizagem que contribui para o desenvolvimento acadêmico concretamente.
CONCLUSÃO: as atividades desenvolvidas na monitoria impulsionam o aprendizado dos demais estudantes sob a responsabilidade docente e, principalmente, as ações de educação em saúde frente ao processo de reabilitação de pessoas com estomia.

Palavras-chave: Educação em Enfermagem; Assistência Perioperatória; Estomas Cirúrgicos; Cuidados de Enfermagem.

 

INTRODUÇÃO

A monitoria é um serviço de apoio pedagógico oferecido aos acadêmicos interessados em aprofundar conteúdos, bem como solucionar dificuldades em relação à matéria trabalhada em aula.1 Entre as diversas atividades acadêmicas desenvolvidas em uma universidade, a monitoria apresenta uma perspectiva concreta que contribui para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, associado à qualificação técnico-científica do discente monitor, em consonância com o processo pedagógico do curso de graduação ao qual se encontre vinculado.

Nesse contexto emerge a monitoria, contemplada pelo edital da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG) da Universidade Federal do Pará (UFPA), junto à Atividade Curricular Enfermagem Médico-Cirúrgica. Essa atividade constitui a matriz curricular do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade de Enfermagem (FAENF) do Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da UFPA, desenvolvida em 204 horas, sendo 85 horas teóricas e 119 horas de aulas práticas. Entre suas competências e habilidades, destacam-se: a) planejar a Sistematização da Assistência de Enfermagem ao usuário em perioperatório com base em Teorias de Enfermagem; b) despertar atitudes crítico-reflexivas para a tomada de decisões frente à equipe de saúde, usuário e responsável/cuidador nas unidades de prática; c) colaborar na realização da consulta de enfermagem em ambiente de internação e ambulatorial, buscando concretizar o sistema de referência e contrarreferência do Sistema Único de Saúde; d) orientar usuários e família quanto à participação em possíveis programas/associações sociais.2

Este relato justifica-se pelo interesse em compartilhar as experiências dos discentes monitores com foco na atenção à saúde das pessoas com estomia. A estomia consiste na abertura criada cirurgicamente cuja denominação depende do órgão exteriorizado.3 As pessoas com estomia precisam utilizar equipamentos e adjuvantes, de proteção e segurança, fixados à parede abdominal, para coletar fezes, gases ou urina. Entre as diversas causas que levam à necessidade de confecção de uma estomia há o predomínio das neoplasias.4

Considerando que diversas atividades são desenvolvidas em ambiente hospitalar e tendo em vista os múltiplos aspectos que envolvem a reabilitação de cada pessoa com estomia, o processo de cuidar no período perioperatório de cirurgia geradora de estomia deve ser iniciado no momento do diagnóstico médico e da indicação da realização do procedimento cirúrgico.

O período perioperatório caracteriza-se por três fases distintas: pré-operatória, transoperatória e pós-operatória. O paciente cirúrgico encontra-se abalado pelas informações acerca de sua doença, da intervenção cirúrgica e da necessidade de confecção de uma estomia. O paciente e família estão ávidos e receptivos por informações que lhes deem subsídios para trabalhar a ansiedade e o medo do desconhecido e ativar os mecanismos de enfrentamento.5

Além dos cuidados de enfermagem referentes ao preparo físico, nutricional, intestinal e de pele, incluindo aqui, particularmente, a demarcação pré-operatória da estomia, deve-se enfatizar o preparo psicossocial com foco no processo de reabilitação de cada pessoa com estomia, considerada uma deficiência física.6

A educação para o autocuidado, a adequada orientação sobre o uso de equipamentos coletores e adjuvantes de proteção e segurança e a avaliação local durante a higienização constituem ações de Enfermagem que devem ser iniciadas desde a fase pré-operatória com vistas à prevenção de complicações da estomia e pele periestomal.7 A ênfase no autocuidado tem sido descrita como alternativa para possibilitar que a pessoa participe ativamente do seu tratamento, estimulando a responsabilidade na continuidade dos cuidados em seu domicílio.8

Este estudo tem como objetivo relatar uma experiência de monitoria do curso de graduação em Enfermagem com uma equipe de monitores que foi composta de cinco estudantes sobre o processo de cuidar no período perioperatório de cirurgia geradora de estomia.

 

MÉTODO

Trata-se de um relato de experiência acerca do processo de cuidar no período perioperatório de cirurgia geradora de estomia, durante aulas práticas na Atividade Curricular Enfermagem Médico-Cirúrgica do curso de graduação em Enfermagem da FAENF/ICS/UFPA. O relato de experiência é um tipo de informação que consiste em registrar situações e/ou casos relevantes que ocorreram durante determinada situação. As aulas práticas foram desenvolvidas na clínica cirúrgica de um hospital universitário na cidade de Belém-PA, Brasil, no período compreendido entre março de 2011 e dezembro de 2012. Os discentes monitores foram selecionados a partir do edital Programa de Monitoria da PROEG/UFPA.

DESVELANDO O COTIDIANO DA MONITORIA FRENTE AO PROCESSO DE CUIDAR DA PESSOA COM ESTOMIA

As aulas práticas ocorreram no horário da manhã. Cada subgrupo era constituído, em média, por sete discentes, que desenvolviam suas atividades sob a orientação direta do docente coordenador, e um discente monitor. As atividades desenvolvidas na clínica cirúrgica eram direcionadas para o paciente cirúrgico. A visita de enfermagem pré e pós-operatória constituía rotina diária a todas as pessoas internadas. A ação educativa do enfermeiro9 era estabelecida desde a fase pré-operatória, por constituir elemento essencial ao êxito de todo processo de cuidado, até o momento da alta hospitalar. Nesse momento, a equipe observava os medos, as dúvidas e receios diante da expectativa da cirurgia do paciente e da família que o acompanhava. De posse das informações do histórico de enfermagem, a equipe reunia-se para discutir as características definidoras evidenciadas e seus respectivos fatores relacionados e assim estabelecer o diagnóstico de enfermagem para o qual fosse possível definir um plano assistencial e executar as ações de enfermagem pertinentes a cada necessidade básica afetada.

Tomando como referência a Pedagogia freireana, as pessoas eram encorajadas a conhecerem sua estomia. A educação em saúde permeava todo o cuidado de enfermagem. Após o café da manhã, a pessoa com estomia era acompanhada até o banheiro, onde era colocada uma cadeira dentro do box para facilitar o banho, aliviar a fadiga característica dos primeiros dias após a cirurgia e, ainda, por se tratar, em sua maioria, de pessoas idosas. Era demonstrada a remoção da base adesiva do equipamento com a participação da pessoa com estomia. Então eram orientados no banho corporal e na higienização da estomia e pele periestomal. Ao término do banho, a pessoa era acompanhada até seu leito, onde era realizado o cuidado com o sítio cirúrgico e a estomia. Um novo equipamento era adaptado e todo processo realizado passo a passo com a participação da pessoa com estomia e seu acompanhante, geralmente um membro da família.

Durante a troca do equipamento coletor, dúvidas eram esclarecidas e, assim, a pessoa tornar-se-ia mais íntima dessa tecnologia, tendo, por fim, a conscientização da importância de conhecer a rotina de retirar a base adesiva, observar as condições da estomia e pele periestomal e aplicar um novo equipamento. A problematização das diversas possibilidades do autocuidado com a estomia pode resultar na segurança necessária para a recuperação da saúde e do bem-estar.10

De acordo com a aceitação, era oferecido um espelho para que facilitasse a visualização de sua estomia, já que esse acessório não é disponibilizado nos banheiros dos hospitais públicos. Os equipamentos e adjuvantes de proteção e segurança para estomia eram apresentados antes de seu uso. Cada pessoa era orientada a tocar, montar, desmontar, descobrir o equipamento e, assim, refletir sobre autocuidado no domicílio, esclarecendo dúvidas quanto ao início do processo de adaptação com a estomia, o qual tende a ser diferenciado entre as pessoas.

A participação de cada pessoa com estomia no processo de cuidar a torna mais ativa e seu envolvimento reflete sua autonomia10 frente às limitações impostas pelo tratamento cirúrgico. As pessoas que se encontravam no pós-operatório recebiam os cuidados imediatos e mediatos de acordo com necessidades individuais verbalizadas pela própria pessoa ou seu familiar ou evidenciadas pela equipe.

Geralmente, as pessoas que se encontram no período pós-operatório enfrentam o primeiro impacto com a alteração da imagem corporal,3 pela sensação da presença do equipamento coletor fixado no abdome. Nesse primeiro momento cabem o resgate da ação educativa do enfermeiro da fase pré-operatória e a realização do autocuidado, que devem ser iniciados ainda no período de internação com a inserção da família.

As pessoas com alta hospitalar confirmada recebiam a prescrição de enfermagem, por escrito, assinada e carimbada pelo discente monitor e ratificada pelo docente coordenador, contendo as orientações pertinentes aos cuidados pós-operatórios gerais, específicos e orientação para efetuar o cadastro junto ao Serviço de Estomaterapia da Secretaria de Estado de Saúde Pública e a Associação dos Ostomizados do Pará (AOPA).

O exercício da monitoria na graduação é considerado uma atividade de apoio aos processos de ensino-aprendizagem e preparação para formação docente futura, o qual permite adquirir experiência e saberes, tanto no aspecto dos saberes populares, quanto nos saberes técnico-científicos.11 A oportunidade de associar conhecimento técnico-científico à prática clínica de Enfermagem contribuiu positivamente para que procedimentos pudessem ser desenvolvidos, aprimorados e revistos sempre com a observação direta do docente coordenador. O cuidado a pessoas com estomia foi favorecido a partir do envolvimento com essa atividade acadêmica.

A ação educativa desempenhada pelo docente coordenador e discente monitor de orientar a pessoa com estomia e sua família pode ser considerada uma estratégia em que se devem integrar a ideia da existência de um cuidado especializado e o reconhecimento da própria pessoa quanto à importância de sua inserção no processo de cuidar, desde a fase pré-operatória até o momento da alta hospitalar.7

Durante o período de vigência da monitoria, foi evidente a interação entre discentes, docentes e profissionais de saúde que estiveram inseridos nas atividades diárias e, principalmente, a aproximação com cada pessoa que recebeu o cuidado de enfermagem durante a prática curricular. Logo, as implicações da monitoria para a prática de enfermagem consistem na melhoria da qualidade do cuidado proporcionado a cada pessoa com estomia e sua família em todas as fases da vida.

O exercício da monitoria resulta em aprimoramentos para o discente monitor e discentes. Ao discente monitor cabe o desenvolvimento acadêmico e aos discentes o apoio nas aulas práticas, aperfeiçoamento do olhar clínico, desenvolvimento da destreza manual, mais tempo de contato com as tecnologias pertinentes às ações de enfermagem, incentivo às atividades de pesquisa e extensão. O ensino-aprendizagem em Enfermagem exige método e tempo diferenciados nas aulas práticas. O cuidado de enfermagem é individualizado, demanda conhecimento científico e tempo determinado de acordo com as respostas de cada pessoa e/ou família que recebe esse cuidado. Portanto, as implicações da monitoria para o ensino são essenciais, contribuindo diretamente para o processo de formação discente e as atividades docentes de cada período letivo.

 

LIMITAÇÕES DESTE ESTUDO E RECOMENDAÇÕES PARA FUTURAS PESQUISAS

Este trabalho engloba apenas discentes monitores de uma mesma instituição de ensino, a Faculdade de Enfermagem do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Pará. Como já foi afirmado, trata-se de um relato de experiência, sendo pertinente que futuros trabalhos envolvam maior número de discentes monitores, de distintos cursos de graduação, com acompanhamento de todo o processo de ensino-aprendizagem.

O horário integral do curso de graduação em Enfermagem a partir do ano de 20092 constitui um fator impeditivo para o horário fixo do discente monitor junto às atividades da monitoria. Os fatores estruturantes dos serviços de saúde os quais não dispõem de ambiente que conceda privacidade no momento da realização do cuidado de enfermagem e artigos hospitalares em quantidade insuficiente para realizar os procedimentos técnicos de enfermagem constituem um grande desafio ao docente e ao discente-monitor frente à necessidade da articulação entre teoria e prática curricular nos serviços de saúde.

Embora a monitoria tenha sido realizada em hospital universitário, sua gestão acadêmica não participou do processo de construção do projeto pedagógico do curso de graduação, não tem envolvimento com planejamento e desenvolvimento das práticas curriculares, sendo os objetivos da academia e do hospital universitário extremamente divergentes.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo teve como objetivo relatar uma experiência de monitoria do curso de graduação em Enfermagem com uma equipe de monitores composta de cinco estudantes sobre o processo de cuidar no período perioperatório de cirurgia geradora de estomia.

A monitoria demanda atitude proativa do discente monitor, contribui para a melhoria do ensino, por meio de inovação nas práticas de cuidado em enfermagem, estratégias motivadoras de ensino que possam consolidar as práticas curriculares. A monitoria busca mais aprimoramento acadêmico diante da oportunidade de vivenciar atividades teóricas e práticas, possibilitando a revisão dos conteúdos e permitindo o aprofundamento nos estudos por meio da atualização constante e inserção nas atividades em diferentes realidades, no ambiente hospitalar, no ambulatório e em reuniões de associações de pacientes.

Espera-se que o estudo contribua para a compreensão dos profissionais a respeito das atividades desenvolvidas pelo discente-monitor. E que sensibilize a gestão acadêmica do hospital universitário quanto à importância de sua participação no planejamento e desenvolvimento das práticas curriculares, para que seja amenizada a extrema divergência entre os objetivos do ensino e objetivos do serviço.

 

AGRADECIMENTO

Os autores agradecem às Enfermeiras Zélia Oliveira Saldanha e Silvana Sagica de Vasconcelos, pela colaboração durante a elaboração do manuscrito.

 

REFERÊNCIAS

1. Haag GS, Kolling V, Silva E, Melo SCB, Pinheiro M. Contribuições da monitoria no processo ensino-aprendizagem em enfermagem. Rev Bras Enferm. 2008;61(2):215-20.

2. Universidade Federal do Pará. Instituto de Ciências da Saúde. Faculdade de Enfermagem. Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem. Belém: UFPA; 2008. [Citado em 2012 abr. 05]. Disponível em: http://www.ufpa.br/ics/arquivos/pppenfermagem.pdf

3. Cascais AFMV, Martini JG, Almeida PJS. O impacto da ostomia no processo de viver humano. Texto Contexto Enferm. 2007;16(1):163-7.

4. Silva AC, Silva GNS, Cunha RR. Caracterização de pessoas estomizadas atendidas em Consulta de Enfermagem do Serviço de Estomaterapia do Município de Belém-PA. Rev Estima. 2012;10(1):12-9.

5. Callegaro GD, Baggio MA, Nascimento KC, Erdmann AL. Cuidado perioperatório sob o olhar do cliente cirúrgico. Rev Rene. 2010;11(3):132-42.

6. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº. 400, de 16 de novembro de 2009. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, a serem observadas em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão. de 16 de novembro de 2009, publicada no Diário Oficial da União 18 de novembro de 2009; Seção 1.

7. Mendonça RS, Valadão M, Castro L, Camargo TC. A importância da Consulta de Enfermagem em pré-operatório de Ostomias Intestinais. Rev Bras Cancerol. 2007;53(4):431-5.

8. Tosato SR, Zimmermann MH. Conhecimento do indivíduo ostomizado em relação ao autocuidado. Rev Conexão UEPG. 2007;2(1):34-7.

9. Schwartz MP, Sá SPC. Ação educativa do enfermeiro no pré-operatório da confecção do Estoma Intestinal: revisão integrativa. Rev Enferm UFPE on line. 2013;7(esp):6233-7.

10. Martins PAF, Alvim NAT. Plano de cuidados compartilhado junto a clientes estomizados: a pedagogia Freireana e suas contribuições à prática educativa da enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2012;21(2):286-94.

11. Nascimento FB, Barletta JB. O olhar do docente sobre a monitoria como instrumento de preparação para a função de professor. Rev Cereus. 2011;5. [Citado em 2014 jul. 10]. Disponível em: www.ojs.unirg.edu.br/index.php/1/article/download/57/75.

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