REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 19.4 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20150066

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Pesquisa

Mapa de conversação em diabetes: estratégia educativa na visão dos profissionais da saúde

Conversation map on diabetes: education strategy in view of health professionals

Fernanda Figueredo Chaves1; Fernanda Azeredo Chaves2; Sumaya Giarola Cecílio1; Marta Araújo Amaral3; Heloísa de Carvalho Torres4

1. Enfermeira. Mestranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Núcleo de Pesquisa em Gestão, Educação e Avaliação em Saúde da Escola de Enfermagem da UFMG. Belo Horizonte, MG - Brasil
2. Enfermeira. Mestre em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Enfermagem da UFMG. Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Belo Horizonte, MG - Brasil
3. Enfermeira. Doutorado em Enfermagem. Professor titular da Escola de Enfermagem da UFMG. Belo Horizonte, MG - Brasil
4. Enfermeira. Pós-Doutorado. Professora Associada da Escola de Enfermagem da UFMG. Belo Horizonte, MG - Brasil

Endereço para correspondência

Fernanda Figueredo Chaves
E-mail: fernandafchaves@ufmg.br

Submetido em: 01/06/2015
Aprovado em: 09/10/2015

Resumo

O objetivo do presente estudo foi verificar a visão dos profissionais da saúde sobre o Mapa de Conversação em Diabetes como estratégia educativa. Trata-se de pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, realizado com 14 profissionais da saúde inseridos em unidades básicas de saúde da regional leste do município de Belo Horizonte, Minas Gerais (Brasil). Para a coleta de dados, utilizou-se a entrevista semiestruturada guiada pelas seguintes questões: "quais as práticas educativas que vêm sendo utilizadas na atenção primária?"; "de que modo vêm sendo utilizadas?"; e "quais os seus fundamentos?" Em seguida, foram realizados grupos focais por meio das questões norteadoras: "como você acha que é ter o diagnóstico de diabetes?"; "como você acha que é ter que seguir um plano de cuidados diários para a saúde?"; e "qual é a sua visão do Mapa de Conversação em Diabetes?" Os dados foram analisados com base no referencial de análise de conteúdo de Bardin, do qual emergiram duas categorias: a) o Mapa de Conversação como uma estratégia de aprendizagem participativa; b) fatores que interferem na prática educativa para o autocuidado. A utilização do Mapa de Conversação em Diabetes permitiu verificar a visão dos profissionais sobre uma nova estratégia para a construção do autocuidado em diabetes, reconhecendo-o, assim, como uma ferramenta apropriada para a condução das práticas educativas.

Palavras-chave: Diabetes Mellitus; Autocuidado; Educação em Saúde; Pessoal de Saúde.

 

INTRODUÇÃO

O Mapa de Conversação em Diabetes é uma estratégia educativa criada pela Federação Internacional de Diabetes, desenvolvido a partir de ilustrações lúdicas e interativas, contendo metáforas sobre a condição crônica do diabetes e situações cotidianas vividas pelos usuários dos serviços de saúde. Pode ser utilizado por meio do compartilhamento de experiências pessoais e englobar sentimentos, redes de apoio e práticas saudáveis de vida.1-4

Tem a sua aplicabilidade comprovada em estudos realizados em diferentes países, sendo considerado uma ferramenta eficaz, de baixo custo e que viabiliza a interação entre os profissionais da saúde e os usuários durante a construção do autocuidado.5-8

Sendo assim, devido à necessidade de melhorar o cuidado em diabetes no Brasil, a Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, em parceria com as Unidades Básicas de Saúde, buscou capacitar os profissionais da saúde para a utilização do Mapa de Conversação. O objetivo foi empregá-lo na discussão das práticas educativas e do contexto de vida dos usuários dos serviços de saúde com diagnóstico de diabetes, a fim de explorar essa estratégia para o cuidado em saúde e controle da doença.

A partir do que foi exposto, o escopo do presente estudo foi verificar a visão dos profissionais da saúde sobre o Mapa de Conversação em Diabetes como estratégia educativa.

 

MATERIAIS E MÉTODOS

A pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva proporciona uma visão geral de determinado fato e permite verificar a compreensão acerca dos significados das experiências vividas pelos indivíduos, especialmente quando é pouco explorado.9 O presente estudo seguiu dada vertente, sendo realizada com 14 profissionais da saúde inseridos em unidades básicas de saúde da regional leste do município de Belo Horizonte, Minas Gerais (Brasil). Os sujeitos foram selecionados por conveniência, segundo o critério de serem profissionais de saúde atuantes em práticas educativas para o diabetes na atenção primária à saúde e trabalharem nas unidades básicas de saúde.

Aqueles sujeitos que demonstraram interesse em participar, após serem esclarecidos sobre os objetivos do estudo, foram entrevistados individualmente pelos autores, em sala reservada, nas respectivas unidades básicas de saúde. As entrevistas foram previamente agendadas e realizadas no mês de outubro de 2012 e a coleta das informações ocorreu por meio de entrevista semiestruturada, guiada pelas seguintes questões: "quais as práticas educativas que vêm sendo utilizadas na atenção primária?"; "de que modo vêm sendo utilizadas?"; e "quais os seus fundamentos?". Cada entrevista teve duração média de uma hora e todas elas foram gravadas com a finalidade de serem posteriormente transcritas.

Utilizou-se um roteiro estruturado para a coleta dos dados sociodemográficos dos participantes, o qual continha questões como: identificação com iniciais, sexo, idade, tempo de atuação na atenção primária, formação e nível de especialização profissional.

Para a definição do limite de entrevistas, utilizou-se o critério de saturação dos dados, conforme similaridade e repetição das respostas obtidas. Em seguida, partiu-se para o segundo momento da coleta de dados, a qual ocorreu por meio de grupos focais.

A técnica de grupo focal é destinada à coleta de dados por meio de uma abordagem coletiva, a qual se propõe a investigar determinado tema por meio de momentos de interação entre os sujeitos da pesquisa.10,11 Totalizados em três grupos e com duração média de quatro horas/grupo, os sujeitos foram estimulados a falar sobre pontos de vista a respeito dos aspectos psicossociais de ter o diagnóstico de diabetes e foram apresentados à ferramenta educativa Mapa de Conversação em Diabetes, por meio das questões norteadoras: "como você acha que é ter o diagnóstico de diabetes?"; "como você acha que é ter que seguir um plano de cuidados diários para a saúde?"; e "qual é a sua visão sobre o Mapa de Conversação em Diabetes?"

Para operacionalização das sessões grupais, foram elaborados guias de temas: alimentação saudável, atividade física, medicação e apoio social. Tais guias funcionaram como roteiros para a condução e motivação das discussões.

O local dos grupos foi em uma sala cedida pelas próprias unidades básicas de saúde, com disposição das cadeiras em forma circular, com o intuito de promover mais interação entre os participantes. O moderador e o observador ocuparam lugares estratégicos, que não atribuíram posição de comando ou hierarquia.

Todo o material foi gravado e posteriormente transcrito, com o objetivo de compor o banco de dados. Utilizou-se a análise de conteúdo de Bardin para a interpretação dos dados.12 Para garantir o anonimato, os profissionais foram identificados pela letra "P" e códigos numéricos que os distinguiam de um a 14.

A partir da pré-análise e exploração do material, emergiram duas categorias:

o Mapa de Conversação, como uma estratégia de aprendizagem participativa;

fatores que interferem na prática educativa para o auto-cuidado.

Por fim, cumpre esclarecer que, previamente à coleta dos dados, os participantes da pesquisa assinaram o termo de consentimento e foram informados sobre os objetivos do estudo, que foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais, mediante o Parecer nº 0024.0.410.203-09A, tendo cumprido todas as exigências estabelecidas pela Resolução nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Entre os 14 profissionais que participaram do estudo, havia: um médico, cinco enfermeiros, dois nutricionistas, dois fisioterapeutas, dois psicólogos, um educador físico e um farmacêutico. Destes, 100% eram do sexo feminino, estavam na faixa etária de 26 a 61 anos, com especialização em Saúde Coletiva e um ano de experiência em educação em diabetes.

A partir da análise das entrevistas, foi possível observar a insatisfação dos profissionais com a sua atuação como educador em saúde. Observou-se também a vontade de executarem abordagens diferentes e práticas educativas inovadoras, mas muitas vezes se sentem sobrecarregados pelo processo de trabalho. Podem-se notar esses argumentos nos trechos que se seguem:

[...] Reconheço, meu desempenho não é bom, por não saber sobre a doença, tanto é que eu estou interessada em me capacitar e ver a diferença [...] (P1).

[...] Sinto que falho na minha atividade educativa com relação ao diabetes e outras patologias também, porque aqui o que a gente chama de grupo acaba que é um local que a gente vai, encontra com os usuários, faz trocas de receitas, afere pressão e glicemia [...] (P4).

O momento seguinte foi destinado à capacitação profissional por meio do Mapa de Conversação em Diabetes e os grupos focais. As falas foram analisadas e, a partir delas, foi possível identificar duas categorias referentes ao reconhecimento da ferramenta pelos participantes do estudo.

O Mapa de Conversação como estratégia de aprendizagem participativa

Essa primeira categoria analítica apresenta a visão dos profissionais sobre a utilização do Mapa de Conversação em Diabetes em intervenções educativas. O mapa foi considerado pelos profissionais uma ferramenta facilitadora na condução das práticas e qualificado como um material lúdico, capaz de gerar reflexões acerca do autocuidado e das incertezas geradas pela doença.

A utilização de novas estratégias educativas, como o Mapa de Conversação, tem assumido importante papel na atenção ao diabetes, possibilitando a melhoria do conhecimento, da atitude e da habilidade dos profissionais na condução das práticas de autocuidado, ao mesmo tempo em que auxilia os indivíduos a se tornarem capazes de entenderem como as suas ações influenciam a sua saúde.5

Por meio do mapa, os profissionais atentaram para a importância do diálogo e da escuta qualificada no processo de superação das barreiras para o autocuidado do usuário. Sendo assim, percebe-se na comunicação um recurso simples que pode ser utilizada em toda e qualquer abordagem educativa, em especial o diabetes, uma vez que se trata de uma condição crônica envolta por dúvidas, dificuldades e sentimentos.13 Esse enfoque pode ser exemplificado a partir das seguintes falas:

[...] Às vezes o profissional não utiliza uma linguagem comum. Utiliza uma linguagem técnica e isso dificulta para o usuário o entendimento sobre o cuidar de si [...] (P6).

[...] A participação do usuário é muito importante, é só depois da sua participação que ele expõe sua experiência e isso fica mais claro, mais concreto [...](P10).

É importante ressaltar que, ao desencadear o diálogo, o profissional deve certificar-se de que o usuário entende o conteúdo, considerando o seu nível de escolaridade e grau cognitivo, pois, caso isso não ocorra, a saúde do usuário pode ser colocada em risco, em razão do não estabelecimento do processo comunicativo.14,15 Além disso, o Mapa de Conversação contempla e favorece uma comunicação criativa e contextualizada, que permite o uso de um linguajar mais simples por parte dos profissionais, garantindo a compreensão dos usuários.16

Argumenta-se, ainda, que a estratégia educativa, apresentada neste estudo, contempla as nuanças do perfil da população, considerando-se o baixo nível socioeconômico e cultural, tendo em vista, sobretudo, a realidade da população de países em desenvolvimento.7

A partir disso, também refletiram sobre as possibilidades de transformarem as suas abordagens com base nos seguintes passos: adequar as informações à realidade do usuário; acrescentar dinâmicas e figuras ilustrativas que estimulem a participação ativa; organizar a discussão do mapa por temas, como: fisiopatologia da doença, alimentação saudável e atividade física.

Considerando essa realidade, os profissionais perceberam a necessidade de valorizarem as questões supracitadas para a organização de novas práticas educativas, sejam elas individuais ou coletivas. Independentemente da abordagem escolhida, particular ou grupal, a prática educativa demonstra resultados positivos para o controle do diabetes.17-20

Fatores que interferem na prática educativa para o autocuidado

Nessa categoria, por outro lado, foi possível identificar a visão dos profissionais da saúde acerca dos desafios enfrentados no processo de construção do autocuidado. As realidades associadas aos diferentes níveis socioeconômicos, como o analfabetismo e o déficit cognitivo, foram identificadas pelos profissionais como fatores dificultadores da realização das práticas educativas e da construção da autonomia do usuário.

Os profissionais também consideraram o baixo nível de conhecimento dos usuários sobre o diabetes como um dos principais fatores que interferem no processo de autocuidado, assim como as crenças errôneas relacionadas ao tratamento da doença. Outra questão discutida diz respeito aos sentimentos dos usuários, que são diferentes e mudam com o passar do tempo, isto é, variam desde o momento do diagnóstico da doença até a etapa da sua aceitação.

[...] Há uma falta de entendimento dos usuários em relação à doença [...] quando o usuário entende e adere ao tratamento a gente percebe uma melhoria. O próprio usuário chega e relata um bem-estar, uma melhora, mas quando ele não adere ele volta com as mesmas queixas [...](P7).

[...] A grande falta de informação do usuário em relação à doença é um grande nó que a gente tem. Eles agem como se a insulina fosse uma sentença de morte [...] (P12).

No entanto, estudo21 defende que, embora o conhecimento seja um pré-requisito para o autocuidado, ele não é o único e principal fator envolvido no processo educativo. Em outras palavras, o processo educativo deve ser combinado com questões relacionadas ao usuário, como a sua atitude, a sua percepção sobre os aspectos dificultadores do autocuidado e as suas motivações.

Outro ponto levantado pelos profissionais foi o fato de que o diagnóstico do diabetes pode vir acompanhado de vivências carregadas de sentimentos e que, geralmente, os usuários passam por cinco fases distintas, que vão desde o luto inicial até a aceitação da doença. 22,23

[...] Vejo que todo usuário sente todos esses sentimentos, nesta ordem aqui: primeiro ele recebe o diagnóstico, aí tem a fase da negação: o médico falou que eu tenho diabetes, mas eu não sinto nada. Depois ele começa a ter raiva [...] não pode comer tal coisa. Até chegar na fase que ele aceita a doença e passa a colaborar [...] (P9).

Ademais, o modo como cada usuário enfrenta a doença é influenciado por experiências pessoais, diretamente relacionadas a crenças e valores formados ao longo de suas vidas. Segundo os autores pesquisados, a crença é constituída por convicções que não são fundadas racionalmente e que modelam a conduta cotidiana. Logo, as crenças pessoais sobre a alimentação, especialmente em relação à existência de alimentos nocivos ou proibidos, são difíceis de serem modificadas, configurando como um fator que pode interferir no autocuidado da doença.15

No tocante à postura dos usuários, os profissionais destacaram a sua resistência em assumir os seus próprios cuidados e o fato de esperarem dos familiares e profissionais uma solução para os problemas vivenciados no seu cotidiano. Nesse cenário, estudos ressaltam o papel do profissional da saúde como um parceiro na construção do autocuidado e não apenas como um condutor de ações. Ao mesmo tempo, o estabelecimento das metas de autocuidado deve ser realizado de acordo com as prioridades do usuário, incentivando a sua autonomia e o seu poder de escolha, ainda que esse venha a ser um processo de transformação demorado.24

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A utilização do Mapa de Conversação em Diabetes permitiu verificar a visão dos profissionais sobre uma nova estratégia para a construção do autocuidado em diabetes, reconhecendo-o, assim, como uma ferramenta apropriada para a condução das práticas educativas. O estudo também possibilitou identificar a visão dos profissionais da saúde acerca dos desafios enfrentados pelos usuários no processo de construção do autocuidado.

Entre as limitações do estudo destaca-se o reduzido número de participantes. Entretanto, acredita-se que os resultados encontrados podem contribuir para o avanço do conhecimento em educação em saúde, considerando a carência de estudos, discussões e reflexões acerca desta temática. Sugere-se a realização de novas pesquisas que tenham como objetivo avaliar as práticas educativas em diabetes conduzidas por profissionais da saúde capacitados para a utilização do Mapa de Conversação em Diabetes.

 

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