REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 19.4 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20150077

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Revisão Sistemática

Influência da posição da criança no leito sobre o sono: revisão integrativa

Influence of sleeping position of the infant on sleep: an integrative review

Ingrid Felix Modesto1; Nathalie Sales Llaguno1; Marta José Avena2; Mavilde da Luz Gonçalves Pedreira3; Eliana Moreira Pinheiro3; Ariane Ferreira Machado Avelar4

1. Acadêmica do Curso de Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. São Paulo, SP - Brasil
2. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora do Departamento de Enfermagem Pediátrica da UNIFESP. São Paulo, SP - Brasil
3. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Associada Departamento de Enfermagem Pediátrica da UNIFESP. São Paulo, SP - Brasil
4. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Pediátrica da UNIFESP. São Paulo, SP - Brasil

Endereço para correspondência

Ingrid Felix Modesto
E-mail: ingrid_modesto@yahoo.com.br

Submetido em: 05/12/2014
Aprovado em: 04/10/2015

Resumo

Este estudo teve como objetivo verificar a influência da posição de dormir no sono da criança. Uma revisão integrativa foi conduzida nas bases de dados Pubmed, LILACS, SciELO e Cochrane, com os descritores "sleep", "infant" e as expressões "position" e "positioning", nos idiomas espanhol, inglês e português, publicadas entre 2000 e 2013. Seis artigos que atenderam aos critérios de inclusão e exclusão foram identificados. Os estudos foram categorizados em despertares e estágios de sono. Os resultados indicaram que a criança na posição prona apresenta menor quantidade de despertares, possibilitando sono ativo mais profundo e maior quantidade de sono quieto. A posição supina está relacionada à maior quantidade de sono ativo e mais despertares e não expõe a criança ao risco da síndrome da morte súbita infantil. Concluiu-se que a posição supina possibilita mais despertares que a prona, entretanto, promove mais segurança da criança durante o sono.

Palavras-chave: Sono; Criança; Posicionamento do Paciente; Cuidados de Enfermagem.

 

INTRODUÇÃO

O sono constitui-se em necessidade humana básica e é caracterizado pela diminuição da responsividade do indivíduo a estímulos externos e da sua capacidade de interação.1-3 Nesse período, ocorrem importantes atividades neurológicas e fisiológicas no organismo, como a formação das sinapses, diminuição da atividade do sistema digestório, aumento da liberação dos hormônios de crescimento e tireoestimulante, diminuição do cortisol, renina, prolactina e melatonina, variação da frequência respiratória, além de desempenhar importante função na imunidade e termorregulação.1,4-7

À medida que ocorre a maturação do sistema nervoso central (SNC) da criança, o sono passa do ritmo ultradiano para o circadiano, o qual se sincroniza com a fome, saciedade, interação social, devido a alguns aspectos ambientais, tais como a luminosidade, temperatura e o ruído. Com essa mudança, ocorrem alterações significativas na duração e horários de início do sono da criança, além da transição gradual do padrão polifásico para períodos longos de vigília diurna e consolidação do sono noturno. Tanto essas modificações na organização do sono, quanto a sua duração e arquitetura, ocorrem de forma mais expressiva durante o primeiro ano de vida e continuam durante toda a infância e adolescência.1,6,8

Em crianças maiores, o sono é classificado em dois estágios: sono ativo (SA), também denominado REM; e sono quieto (SQ), descrito como não REM.9 Já no lactente, reconhece-se um outro estágio, denominado sono indeterminado.9,10,11,12 Durante a transição dos diferentes estágios de sono do indivíduo ocorrem os despertares que refletem a ativação progressiva de várias estruturas cerebrais, envolvendo áreas subcorticais e corticais, e podem ser avaliados sob o ponto de vista neurológico e comportamental.3 Dessa forma, o período total de sono corresponde ao tempo de duração dos diferentes estágios e dos despertares, até o acordar.9

Estudos demonstram que as diferentes posições da criança no leito podem estar relacionadas aos despertares e aos diferentes estágios de sono, além de favorecer o seu desenvolvimento neuromotor e a sua estabilidade clínica.13,14

As consequências da privação de sono na criança estabelecem relação com o tempo em que permanece em cada estágio de sono e com a frequência dos despertares7. Tal situação pode acarretar-lhe aumento do tônus muscular, diminuição na percepção de estímulos dolorosos, aumento da taxa metabólica, com consequente perda de massa corporal e mais tolerância à glicose.15 Além disso, algumas alterações comportamentais da criança, como irritabilidade e choro, podem ser desencadeadas, dificultando a sua interação com a família. 7,16

Mediante a importância para o desenvolvimento infantil, o sono deve ser constantemente protegido e promovido pela equipe de enfermagem nos cuidados que são dispensados à criança, a fim de não acarretar mais comprometimento do seu estado clínico, principalmente em situações de hospitalização.7,13,14

Nessas condições, a equipe de enfermagem, que entre outras é a responsável pela maioria dos cuidados que são prestados diariamente à criança, deve possuir conhecimento acerca de como a posição no leito influencia a frequência de despertares e os diferentes estágios de sono, em um período no qual ocorrem importantes alterações no seu desenvolvimento. Assim, este estudo tem por objetivo verificar como a posição da criança no leito influencia o sono.

 

MÉTODO

Em estudo de revisão integrativa da literatura foram adotadas estratégias metodológicas propostas por Whittemore e Knafl, que sintetizam um assunto produzido e divulgado por meio de análise dos resultados de artigos, possibilitando o entendimento de uma questão, assim como a incorporação das evidências na prática clínica.17

A questão norteadora proposta foi: "Como a posição da criança no leito influencia o sono?" A fim de identificar as publicações existentes nas bases de dados, foram selecionados os descritores "sleep" e "infant" em Ciências da Saúde/Medical Subject Headings (DeCS/MeSH) e as expressões de busca "position" e "positioning" com os operadores booleanos "AND" e "OR", para possibilitar a inclusão de artigos que abordassem o tema a ser investigado. A busca por publicações indexadas foi realizada pelas pesquisadoras nas bases de dados National Library of Medicine (Pubmed) e Literatura Latino-Americana de Ciências da Saúde (LILACS), na Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e The Cochrane Library (Cochrane), no período de junho de 2013 a janeiro de 2014.

Estabeleceram-se como critérios de inclusão artigos cujos títulos e/ou resumos continham os descritores ou expressões de busca selecionados que indicavam o objeto proposto para a pesquisa, nos idiomas inglês, português e espanhol, publicados no período de 2000 a 2013. Excluíram-se as publicações que não respondiam à pergunta norteadora, que não puderam ser consultadas na íntegra e aquelas em que a análise da influência da posição da criança no leito sobre o sono estava associada a outras variáveis que não exclusivamente a sua posição no leito, mesmo quando os descritores constavam nos títulos e/ou resumos.

Inicialmente, foram identificadas 758 publicações, sendo 691 na Pubmed, 14 na base LILACS, 11 na SciELO e 42 na Cochrane. Desse total, excluíram-se 237 (31,3%) artigos porque não continham no título ou resumo algum dos descritores ou expressões de busca selecionados; 494 (65,2%) que não tratavam da temática proposta para o estudo, embora apresentassem pelo menos um dos descritores ou expressões de busca nos títulos ou resumos. Identificou-se o total de 18 artigos que atenderam aos critérios de inclusão, sendo 17 (94,4%) na Pubmed e um (5,6%) na Cochrane, o qual foi excluído devido à disponibilização em ambas as bases. Assim, após leitura atenta dos 17 resumos, 11 (64,7%) artigos foram excluídos por não responderem à questão norteadora, sendo que os seis restantes (35,3%) atenderam a todos os critérios de inclusão estabelecidos para o estudo, conforme a Figura 1. A Figura 1 apresenta o fluxograma da seleção das publicações por base de dados consultada.

 


Figura 1 - Fluxograma da seleção dos artigos por base de dados. São Paulo – SP, 2014.

 

O nível de evidência foi considerado segundo a classificação de Oxford Centre for Evidence-based Medicine Levels of Evidence.18

A fim de estabelecer as categorias temáticas para a análise dos dados, adotou-se como referencial a classificação do sono em estágios e os despertares.3,9 Assim, os artigos incluídos no estudo foram categorizados em duas temáticas: estágios de sono e despertares do sono.

 

RESULTADOS

Todos os artigos incluídos na amostra foram conduzidos por médicos e publicados na língua inglesa, sendo dois oriundos da Austrália, um de Israel, um dos Estados Unidos da América, um de Taiwan e outro da França.

Nas Tabelas 1 e 2 são expostas as sínteses dos artigos categorizados em "despertares do sono" e "estágios de sono", respectivamente, sendo apresentados autoria; ano de publicação, nível de evidência; tipo de estudo, amostra, objetivos e resultados.

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Embora os achados deste estudo revelem que na posição prona a criança apresenta menos ocorrência dos despertares, possibilitando o SA mais profundo e mais quantidade de SQ, as pesquisas que compuseram esta revisão evidenciam que a posição supina é a mais indicada, pois promove o SA por mais tempo, com superior frequência de despertares, o que não expõe a criança ao risco da SMSI.

O SA é fundamental para o desenvolvimento neurossensorial da criança, uma vez que nesse período ocorrem inúmeras atividades celulares no cérebro, beneficiando o processo de aprendizagem, a memória e a preservação da plasticidade cerebral.11,12, 24 O sono constitui-se em uma das principais atividades do organismo da criança nos primórdios da vida, pois os neonatos a termo e prematuros necessitam, em média, de 17 e de 20 horas diárias de sono, respectivamente, para a homeostase do organismo.10-12 Já entre seis e nove meses de idade, as crianças passam a dormir 10 a 12 horas no período noturno e duas a quatro horas durante o dia; e entre oito e 10 anos de idade dormem nove ou 10 horas à noite.1 A literatura destaca que quanto menor for a idade gestacional (IG), maior é o tempo de duração do SA, sendo que este corresponde a 80-90% do ciclo total do sono no prematuro e em torno de 60% no RN a termo. À medida que ocorre o desenvolvimento infantil, a proporção de SA diminui, tendo por base o tempo total de sono.9

O SQ também desempenha importante função no desenvolvimento infantil, pois é associado à manutenção de energia, aumento da síntese de proteínas e liberação do hormônio do crescimento, além de ser essencial para o desenvolvimento da memória de longo prazo e a aprendizagem.24 Nesse contexto, esse padrão de sono representa cerca de 20 a 30% de um ciclo no neonato próximo do termo e essa proporção aumenta, de modo que ao final do primeiro mês de vida o mesmo se constitui de 50% de cada padrão (SA e SQ).9

Na posição prona, estudo identificou que crianças saudáveis podem apresentar diminuição dos despertares corticais durante o SA, uma vez que nessa posição tendem a demonstrar menos responsividade aos estímulos ambientais e do próprio organismo, como, por exemplo, obstrução da orofaringe, o que se constitui no principal fator de risco para SMSI.3 Ao comparar a mudança de posição da criança no leito de supina para prona, e vice-versa, estudo ressaltou que não houve diferença significativa nas frequências de ativações subcorticais durante o SA e SQ, sendo o mesmo resultado também identificado nos despertares corticais durante o SQ.3 Desse modo, evidencia-se que a posição prona da criança no leito influencia apenas a ocorrência dos despertares corticais durante o SA e não ocasiona alterações na frequência de despertares corticais durante o SQ e nas ativações subcorticais.

Pesquisas cujas amostras foram compostas de RNT e RNPT saudáveis identificaram que a posição prona constitui-se em fator que prejudica significativamente tanto o despertar no SA quanto no SQ, devido ao aumento do limiar desse evento.20, 21

Analisando a relação existente entre o sono e o posicionamento da criança, pesquisas constataram a ocorrência da diminuição dos despertares na posição prona, o que pode acarretar o aumento do tempo total de sono.19, 21 Apenas um desses estudos indicou a relação entre a diminuição dos despertares e a promoção de SA mais profundo.19 Na posição prona, os RNPTs apresentam quantidades semelhantes de SQ e SA 23,24 entretanto, na posição supina, verificou-se mais tempo de SA.23 Nesta última posição, outro estudo relatou associação entre a posição supina, diminuição dos despertares espontâneos durante o SQ e aumento da duração do SA, ao conter os lactentes por meio de enfaixamento.25

Relacionando alguns dos estados comportamentais dos RNPTs com diferentes posições no leito, sucção não nutritiva, manipulação e a interação social, pesquisa registrou mais tempo de SQ quando o neonato permaneceu na posição lateralizada, fez uso de sucção não nutritiva, estabeleceu interação social e não foi manipulado. Constatou-se também mais tempo de SA nas posições lateral e prona, na ausência de manipulação da criança.24

Os resultados deste estudo permitem constatar a importância da escolha da posição da criança no leito para a preservação e promoção do sono, principalmente em situações nas quais pode ser submetida ao estresse, como mediante a necessidade de hospitalização26,27. Nesse sentido, os enfermeiros ocupam papel de destaque tanto na atenção do tempo total de sono, como na sua qualidade, ambos influenciados pela posição da criança no leito, cuidado este muito frequente na prática clínica diária.

Ressalta-se que, em contrapartida, a redução da frequência de despertares identificada na posição prona constitui-se em fator de risco para a SMSI. Assim, criança em situações críticas de agravos à saúde, mantida sob monitorização e supervisão profissional contínuas, pode ser posicionada desse modo, a fim de favorecer melhor qualidade e tempo total de sono, desde que seja garantida a sua segurança por meio da estabilidade dos parâmetros clínicos, como saturação percutânea de oxigênio arterial e frequência cardíaca.

Assim, o enfermeiro de posse do conhecimento sobre as vantagens e desvantagens das posições supina e prona poderá avaliar e orientar a equipe e família sobre a posição mais indicada e segura para a criança no leito durante o sono, tanto no ambiente hospitalar como posteriormente no domicílio.

A limitação do presente estudo está na ausência de pesquisas que avaliaram a influência da posição lateral da criança no leito sobre o sono, além da escassez de estudos que atendessem aos critérios de inclusão estabelecidos, não permitindo apresentar conclusões baseadas em fortes evidências.

 

CONCLUSÃO

A posição da criança no leito influencia o sono, sendo que a supina é a mais favorável para a sua promoção, pois possibilita mais duração do SA e a sua segurança durante o sono, devido ao menor limiar do despertar, contribuindo para a redução da SMSI, enquanto a posição prona favorece menos ocorrência dos despertares, possibilitando o SA mais profundo e maior quantidade de SQ.

Destaca-se que ao avaliar a qualidade do sono no tocante às variáveis tempo total de sono e frequência de despertares, a posição prona apresenta-se como a mais favorável, embora seja menos segura e não indicada pelas sociedades de especialistas, como a Sociedade Brasileira de Pediatria, devido ao risco de ocorrência de SMSI.28

Recomenda-se a realização de outros estudos que contemplem a posição supina no leito, qualidade de sono associada a outras variáveis ainda pouco exploradas na literatura como diferentes fases do desenvolvimento infantil, uso de contenção na criança durante o sono, a fim de obter resultados para elaboração e implementação de protocolos para o cuidado à criança hospitalizada.

 

AGRADECIMENTO

*Pesquisa realizada com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP (Processo nº2012 / 503652).

 

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