REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 14.2

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Pesquisa

Orientações de enfermagem aos pacientes sobre o autocuidado e os sinais e sintomas de infecção de sítio cirúrgico para a pós-alta hospitalar de cirurgia cardíaca reconstrutora

Nursing guidelines for patients on self care and signs and symptoms of infection of surgical site for hospital discharge of reconstructive cardiac surgery

Adilson Edson RomanziniI; Ana Paula Marcielo de JesusI; Edevã de CarvalhoI; Vanessa Damiana Menis SasakiI; Valquiria Barco DamianoII; João Junior GomesIII

IEnfermeiro(a)
IIBióloga. Doutora pela Universidade Paulista (UNIP)
IIIEnfermeiro. Especialista em Educação Médica pela Universidade Paulista (UNIP)

Endereço para correspondência

Adilson Edson Romanzini
Rua: Conselheiro Saraiva, nº 920, apto. 34, bloco 3, Vila Elvira
São José do Rio Preto-SP. CEP: 15070 050
Fone: (17) 9151-2991
E-mail: adilsonfqm@hotmail.com

Data de submissão: 23/3/2010
Data de aprovação: 29/4/2010

Resumo

O comportamento de autocuidado é fundamental ao paciente, pois lhe oferece subsídios que o ajudarão a melhorar sua atividade social e sua função familiar, influenciando de forma positiva na adesão ao tratamento. Com este estudo objetivou-se levantar informações dos pacientes sobre as orientações de enfermagem para o autocuidado e os sinais e sintomas de infecção de sítio cirúrgico na pós-alta hospitalar de cirurgia cardíaca reconstrutora. Trata-se de um estudo quantitativo-descritivo de caráter prospectivo. A pesquisa foi realizada na residência de 20 pacientes maiores de 18 anos, submetidos a cirurgia cardíaca reconstrutora em um hospital filantrópico de nível quaternário situado em São José do Rio Preto-SP. Quando questionados sobre a lavagem das mãos, 85% dos pacientes relataram que receberam essa orientação, enquanto 70% disseram que não haviam recebido informações sobre sinais e sintomas de infecção. Sobre a orientação com os cuidados com a incisão cirúrgica, 85% disseram que tinham sido orientados, porém apenas 20% tinham informações sobre esses cuidados. Ressalte-se a necessidade de orientações e avaliações educativas pelo enfermeiro ao paciente cirúrgico, levando à compreensão do processo de recuperação cirúrgica e à execução do autocuidado na pós-alta hospitalar.

Palavras-chave: Orientação; Enfermagem; Autocuidado; Infecção da Ferida Operatória; Cirurgia Cardíaca

 

INTRODUÇÃO

No Brasil, as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 30% de todos os óbitos, sendo o infarto agudo do miocárdio sua principal causa. A incidência de doenças cardiovasculares nos países desenvolvidos vem aumentando a cada ano, com 80% relacionadas à doença arterial coronariana, na qual a maioria das vezes a cirurgia de revascularização do miocárdio (RM) se faz necessária.1 O procedimento cirúrgico é caracterizado como um evento estressante e complexo na vida do paciente e na de sua família, tanto por possíveis riscos como por sentimentos vivenciados diante do ato cirúrgico.2

Uma das principais complicações de cirurgia cardíaca reconstrutora são as infecções de sítio cirúrgico (ISCs).3 As ISCs são aquelas que acometem tecidos, órgãos e cavidades incisadas ou manipuladas durante um procedimento cirúrgico.4 Uma infecção acresce, em média, cinco a dez dias ao período de internação. Além disso, os gastos relacionados a procedimentos diagnósticos e terapêuticos da infecção fazem com que o custo seja elevado.5 As repercussões no paciente tão ou mais importantes referem-se aos impactos emocional e também financeiro, pois 18% das ISCs invalidam o paciente para o trabalho por até mais de seis meses.6

Após a cirurgia, o paciente e seus familiares têm de se adaptar e se adequar a nova rotina de vida. Para enfrentar essa rotina, é fundamental que o paciente e sua família tenham informações claras e precisas sobre como será a cirurgia e o período pós-operatório.7 A recuperação inadequada do paciente pode estar vinculada ao conhecimento deficiente, definido pela North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) como ausência ou deficiência de informações cognitivas relacionada a um assunto específico.8

A enfermagem, cujo instrumento de trabalho é o cuidado, tem papel importante no tratamento e nas orientações educativas aos pacientes e familiares, promovendo sua recuperação e bem-estar durante sua internação e capacitando-o para o autocuidado após a alta hospitalar.9

O autocuidado constitui a prática de atividades que os indivíduos desempenham de forma deliberada em seu próprio benefício com o propósito de manter a vida, a saúde e o bem-estar.10 O comportamento de autocuidado é fundamental ao paciente, pois lhe oferece subsídios que o ajudarão a melhorar sua atividade social e sua função familiar, influenciando de forma positiva na adesão ao tratamento.7

O acompanhamento pós-alta de ISC deve ser adotado como atividade de rotina, visando melhorar a qualidade dos cuidados com os pacientes e a compreensão epidemiológica, por meio do conhecimento do risco de desenvolver uma infecção e de seus fatores determinantes ou associados, viabilizando-se, assim, a implementação de medidas direcionadas à sua prevenção e ao seu controle.11

Clinicamente, a ferida cirúrgica é considerada infectada quando existe a presença de drenagem purulenta pela cicatriz. Ela pode estar associada à presença de edema, calor, rubor, deiscência e abscesso. Não há nenhuma recomendação específica quanto a manter o curativo oclusivo por mais de 48 horas quando do fechamento primário, nem do tempo de se banhar ou molhar a ferida sem a cobertura do curativo, podendo ser utilizado curativo simples com gaze seca.6 Os avanços alcançados até o momento propiciaram novas opções de tratamento que diminuíram a morbimortalidade de infecções graves. A equipe responsável pela condução clínicocirúrgica desses pacientes deve utilizar as melhores evidências disponíveis para individualizar o tratamento com segurança e eficácia.12

O retorno para casa após a alta hospitalar é um momento de ansiedade para o paciente e para os familiares, uma vez que se sentem desprotegidos da vigilância constante da equipe de saúde fora do hospital. Assim, a alta hospitalar pode ser vista como uma ameaça para a vida dessas pessoas. O primeiro mês de reabilitação é particularmente estressante para o doente e para a família.13

Muitas dúvidas poderão surgir nos primeiros dias após a alta, tais como questões relacionadas ao tratamento, aparecimento e/ou manutenção de sinais e sintomas e surgimento de novos problemas. O enfermeiro, por ser um profissional com maior grau de proximidade do paciente e do familiar, está mais capacitado para avaliar o processo educativo, levantando as necessidades educacionais desses indivíduos, suas crenças e valores, o autoconhecimento de suas condições de saúde e serviços de apoio existentes para o processo de reabilitação.13

Estudos direcionados a essa temática poderão subsidiar a compreensão dos fatores que envolvem os pacientes na pós-altade cirurgia cardíaca reconstrutora, como também nortear a prática de enfermagem no desenvolvimento de ações individualizadas e direcionadas às necessidades dos pacientes. Assim, com este estudo objetivou-se levantar informações dos pacientes sobre as orientações de enfermagem para o autocuidado e os sinais e sintomas de infecção de sítio cirúrgico na pós-alta hospitalar de cirurgia cardíaca reconstrutora.

 

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo quantitativo-descritivo de caráter prospectivo. A amostra foi constituída por 20 pacientes maiores de 18 anos, submetidos a cirurgia cardíaca reconstrutora em um hospital filantrópico de nível quaternário situado em São José do Rio Preto-SP. A instituição possui, em média, 3,5 mil internações/mês e 2,1 mil cirurgias/mês, sendo que, dessas, 15 são cirurgias cardíacas reconstrutoras. O número amostral de 20 pacientes foi escolhido por ser possível contatálos, viabilizando a coleta de dados e a conclusão da pesquisa no tempo determinado, que se deu de junho a setembro de 2008. Os sujeitos da pesquisa foram acompanhados por meio de visita domiciliar até o 30º dia de pós-operatório.

Os pacientes deste estudo foram convidados a participar da pesquisa aleatoriamente, por telefone, e agendaram os horários de acordo com a disponibilidade de cada um. A pesquisa foi realizada somente após assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Dois instrumentos com questões objetivas foram utilizados para a coleta de dados, sendo o primeiro para a identificação dos pacientes e dados cirúrgicos e o segundo, relacionado às informações dos pacientes sobre as orientações de enfermagem para o autocuidado e os sinais e sintomas de infecção de sítio cirúrgico na pós-alta hospitalar de cirurgia cardíaca reconstrutora.

A execução e as avaliações das questões foram embasadas pelas orientações do Center of Deasese Control11 e da Sociedade Brasileira de Infectologia.5 Durante as visitas domiciliárias, foram realizadas avaliações clínicas da incisão cirúrgica. Caso houvesse necessidade, seria realizado o curativo no paciente de acordo com a prescrição médica ou de enfermagem. Se porventura fosse constatada alguma alteração com o paciente, ele seria orientado a procurar o serviço de saúde mais próximo da sua residência. Em casos de pacientes com dificuldades para a leitura, os pesquisadores a faziam para eles.

Os dados foram apresentados em porcentagem, possibilitando que fossem analisados diretamente. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) sob o Parecer nº 113/2008.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Das cirurgias cardíacas realizadas, 90% foram de revascularização do miocárdio e 10% de plastia de valvas, totalizando 37 procedimentos. Foram excluídos da pesquisa 17 pacientes, pois 13 deles adquiriram infecção no intra-hospitalar e 4 não foram encontrados. Foram realizadas 20 visitas domiciliárias em 13 cidades da região de São José do Rio Preto-SP.

Em relação à caracterização dos 20 pacientes, predominou o sexo masculino (70%), a idade entre 43 a 53 anos (45%) e o ensino fundamental incompleto (50%). Desses, 70% eram casados e 50% trabalhadores braçais. Todos residiam em casas de alvenaria, possuíam saneamento básico e apresentavam boas condições de higiene.

 

 

O GRÁF. 1 mostra que 85% dos pacientes disseram que haviam sido orientados quanto aos cuidados com a incisão cirúrgica, porém apenas 20% tinham informações sobre esses cuidados. O cuidado mais lembrado foi lavar a incisão com água e sabão, lavar com água e álcool. Outras orientações lembradas foram passar óleo de girassol, lavar com água destilada ou soro fisiológico, não levantar muito e não pegar peso.

 

 

Após a realização de uma cirurgia, o paciente depara com uma ferida operatória que, embora pareça uma simples linha de sutura, requer cuidados especiais concernentes à adequada avaliação e manejo no pós-operatório. Considera-se, também, a importância da adequada avaliação do sítio cirúrgico no intuito de detectar intercorrências precoces e a falsa impressão de que o sítio cirúrgico, por estar suturado, não necessita de observações constantes.14

O problema mais relatado durante o primeiro mês após a alta hospitalar esteve relacionado à incisão cirúrgica, que é um aspecto importante a ser abordado pelo enfermeiro com os pacientes, além de ser um dos temas prioritários para educá-los.13

Quando questionados sobre a lavagem das mãos, 85% dos pacientes relataram que haviam recebido essa orientação. Desses, 65% disseram que deviam lavá-las toda vez que forem manipular a incisão cirúrgica e 20%, quando as mãos estivessem sujas.

Diversas são as publicações científicas que demonstram a correlação entre a higienização das mãos e a redução na transmissão de infecções. A higienização das mãos é o meio mais simples e eficaz de prevenir a transmissão de micro-organismos de uma superfície para outra, por contato direto, pele com pele; ou indireto, por meio de objetos.15

Na pesquisa, demonstrou-se que 70% dos pacientes não tinham informações sobre sinais e sintomas de infecção. Estudos apontam a ISC como um dos mais importantes sítios de infecção. É uma complicação relevante, por contribuir para o aumento da morbimortalidade dos pacientes pós-cirúrgicos, causando prejuízos físicos e emocionais, como o afastamento do trabalho e do convívio social.11

Os pacientes(30%)que disseram que tinham informações sobre sinais e sintomas de infecção (GRÁF. 1) relataram apenas dois sinais ou sintomas. Dor e pus foram relatados por 33%, enquanto presença de pus, rubor e febre, rubor e pus, e calor e pus foi relatada por 17% dos pacientes (GRÁF. 2).

 

 

Os pacientes deste estudo que afirmaram ter sido orientados para o período pós-operatório receberam essas orientações na admissão e/ou no momento da alta hospitalar. Em estudos sobre orientações de enfermagem para a alta hospitalar, constatou-se que os pacientes apresentaram médio nível de ansiedade na admissão e baixo nível na alta hospitalar. No período pós-operatório, portanto, os pacientes estariam mais aptos para as principais orientações de condutas após a alta.16 É possível perceber que desde a internação, em algumas situações, o momento da alta hospitalar é o mais esperado pelo paciente e pela sua família. Muitas vezes a preocupação com o dia de voltar para casa torna-se maior do que a expectativa da realização do próprio procedimento cirúrgico. Dessa forma, as orientações devem ser realizadas em todos os períodos operatórios.17

A vigilância pós-alta por meio de visitas domiciliáres destina-se a proporcionar ações mais integrais ao indivíduo e à família, e ainda uma integração entre os diversos níveis de saúde. É um método eficaz e meio de execução de técnicas ágeis e fidedignas de pesquisa ainda pouco divulgadas.18

 

CONCLUSÃO

No momento em que o paciente é informado sobre a necessidade de se submeter a um procedimento cirúrgico, inicia-se uma jornada na qual ele e seus familiares têm de se adaptar à nova rotina de vida. Para o enfrentamento desse desafio, é fundamental que o paciente e sua família tenham informações claras e precisas de como será o período de recuperação após a alta hospitalar.

Observe-se que as orientações fornecidas aos pacientes no hospital em que foi realizado este estudo não foram bem assimiladas e/ou compreendidas por eles para a realização do autocuidado no domicílio e para a identificação de sinais e sintomas de infecção de sítio cirúrgico de cirurgia cardíaca reconstrutora. Apenas 20% dos pacientes tinham informações sobre os cuidados com a incisão cirúrgica e 70% dos pacientes não tinham informações sobre sinais e sintomas de infecção. As orientações eram passadas na admissão do paciente e/ou no momento da alta hospitalar.

Ressalte-se a necessidade de orientações e avaliações educativas pelo enfermeiro ao paciente cirúrgico em todos os períodos operatórios, levando à compreensão do processo de recuperação cirúrgica e à execução do autocuidado na pós-alta hospitalar.

 

REFERÊNCIAS

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6. Center of Diseases Control (CDC). Orientação para a prevenção de infecção do sitio cirúrgico [página na internet]. 1999 [Citado em: 2008 fev. 25]. Disponível em: http://www.ccih.med.br/

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18. Roese A, Lopes MJM. A visita domiciliar como instrumento de coleta de dados de pesquisa e vigilância em saúde: relato de experiência. Rev Gaúcha Enferm. 2004;25(1):98-111.

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