REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume Atual: 22:e-1080 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20180010

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Pesquisa

Aspectos sociodemográficos e clínicos relacionados à qualidade de vida de pacientes em hemodiálise

Sociodemographic and clinical aspects related to the quality of life of hemodialysis patients

Isadora Lorenna Alves Nogueira1; Jéssica Dantas de Sá Tinôco1; Maria das Graças Mariano Nunes de Paiva1; Amanda de Oliveira Pantuza Trindade2; Ana Luisa Brandão de Carvalho Lira1; Bertha Cruz Enders1

1. Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, Departamento de Enfermagem, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Natal, RN - Brasil
2. UFRN, Departamento de Enfermagem. Natal, RN - Brasil

Endereço para correspondência

Isadora Lorenna Alves Nogueira
E-mail: isadora_lorenna@hotmail.com

Submetido em: 06/06/2017
Aprovado em: 24/01/2018

Resumo

OBJETIVO: identificar os aspectos sociodemográficos e clínicos associados à qualidade de vida de pacientes em hemodiálise.
MÉTODO: estudo transversal realizado com 200 indivíduos durante o primeiro semestre de 2015. Utilizou-se roteiro estruturado de anamnese e exame físico para obtenção das variáveis de interesse, além do instrumento SF-36 para avaliar os domínios da qualidade de vida. Fez-se uso de testes de quiquadrado, exato de Fisher e U de Mann-Whithey para analisar associação estatística entre as variáveis, considerando-se p valor.

Palavras-chave: Insuficiência Renal Crônica; Diálise Renal; Qualidade de Vida.

 

INTRODUÇÃO

A doença renal crônica (DRC) afeta o funcionamento de diversas estruturas corporais, envolvendo lesão renal e a perda progressiva e irreversível de suas funções. Os elevados níveis de prevalência e incidência em todo o mundo trazem à tona a necessidade de investigações que promovam resultados positivos diante da cronicidade que a enfermidade apresenta.1

Na fase mais avançada da DRC, os rins já não são capazes de manter o funcionamento normal, sendo necessárias terapias de substituição renal (TSR).2 A principal TSR é a hemodiálise (HD). Nos Estados Unidos, houve o aumento dos indivíduos com DRC em HD, passando de 113.944 casos, em 2013, para 123.474 casos em 2015.3

O cenário global de aumento progressivo da enfermidade e da necessidade de tratamento faz emergir preocupações relevantes. A hemodiálise prolonga a vida do indivíduo frente à incapacidade dos rins, entretanto, por não substituir o órgão completamente, diversas consequências são vivenciadas. A cronicidade e os efeitos da enfermidade e do tratamento afetam sobremaneira a realização de atividades da vida diária e, por conseguinte, apresentam grave comprometimento na qualidade de vida dos pacientes.1

As principais limitações no estilo de vida dessa clientela são: físicas, sexuais, psicológicas, familiares e sociais. Esses pacientes expressam sentimentos negativos, como: medo, angústia, insegurança, pânico, depressão e desânimo.4 Tais limitações e sentimentos negativos alteram a qualidade de vida dos pacientes renais crônicos em hemodiálise.

A qualidade de vida (QV) é definida como percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistemas de valores em que se encontra exposto e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações.5

Sobressai-se, portanto, a relevância de se avaliar a QV da clientela renal em hemodiálise, no que se refere aos impactos das limitações causadas pelo tratamento dialítico no cotidiano desses indivíduos. Para tanto, instrumentos genéricos e específicos podem ser utilizados, fornecendo dados precisos e confiáveis acerca dessas alterações.1

Entretanto, analisar as alterações na QV desse sujeito utilizando parâmetros predeterminados resulta em evidências genéricas. Assim, faz-se imprescindível a inserção de outras variáveis para o alcance de respostas fieis à realidade dessa população, uma vez que cada indivíduo se encontra envolvo em um contexto específico, seja ele social ou clínico, emergindo a necessidade de estudos que compreendam alterações na QV a partir de tais aspectos.6,7

Atentar para os aspectos nos quais se encontram inseridos esse cliente, em relação à sua condição crônica de saúde, suas relações familiares e sociais, torna-se fundamental para o provimento do cuidado seguro e de qualidade. Nesse sentido, os profissionais de saúde devem compreender os aspectos envolvidos no cuidado como uma interação proposital, sistemática e analítica, o qual proporciona significados relevantes às reais condições do paciente em hemodiálise.8

Frente a isso, questiona-se: quais aspectos sociodemográficos e clínicos podem influenciar a qualidade de vida de pacientes em hemodiálise? Para responder tal indagação, o presente estudo objetivou identificar os aspectos sociodemográficos e clínicos associados à qualidade de vida de pacientes em hemodiálise nos contextos observados.

 

MÉTODO

Estudo transversal realizado com população de 300 pacientes submetidos à hemodiálise em uma clínica de referência de uma cidade do Nordeste do Brasil. Para o cálculo amostral, utilizaram-se os seguintes critérios: nível de confiança de 95% (Zα = 1,96), sensibilidade conjecturada dos indicadores mais importantes de 85% e metade do comprimento dos intervalos de confiança construídos de 14%. Assim, a amostra resultou 194 indivíduos, a qual foi arredondada para 200.

Os critérios de inclusão foram: pacientes com idade igual ou maior de 18 anos e em tratamento hemodialítico na unidade de diálise referida. Os critérios de exclusão: pacientes com dificuldade de comunicação verbal que impossibilitasse a coleta de dados e pacientes desorientados em relação ao tempo, espaço e autopsíquico. Os pacientes foram recrutados por conveniência de forma consecutiva, à medida que chegavam para a realização do procedimento hemodialítico.

Para a coleta de dados, desenvolveu-se um instrumento contendo elementos sociodemográficos e clínicos. O instrumento foi submetido à validação de aparência e conteúdo por quatro especialistas em Nefrologia, com acréscimo de sugestões quanto à ordem das perguntas, favorecendo a coleta de dados. As variáveis sociodemográficas e clínicas estudadas foram idade, sexo, estado civil, procedência, religião, anos de estudo, anos com DRC e meses em HD.

Fez-se uso ainda do instrumento SF-36 para mensuração da qualidade de vida da clientela. Os domínios contemplados desse material foram: capacidade funcional, estado geral de saúde, limitação de aspectos físicos, vitalidade, dor, aspectos sociais, limitação de aspectos emocionais e saúde mental.

Os dados foram coletados no primeiro semestre de 2015, por quatro pesquisadoras. Antes de dar início a essa etapa, foi realizado um treinamento com carga horária de 40 horas, para minimizar possíveis vieses de informação no momento da coleta. Nesse treinamento foram abordados os seguintes conteúdos: fisiopatologia da doença renal crônica, procedimento hemodialítico e o instrumento SF-36.

Por conseguinte, sucedeu-se o processo de organização dos dados em uma planilha no Microsoft Office Excel. As variáveis: idade, anos de estudo, anos com DRC e meses em HD foram tratadas como quantitativas. As variáveis: sexo, estado civil, procedência e religião foram categorizadas. Quanto ao instrumento SF-36, os domínios capacidade funcional, estado geral de saúde, limitação aspectos físicos, vitalidade, dor, aspectos sociais, limitação aspectos emocionais e saúde mental foram calculados e categorizados em alterado e não alterado. Assim, ao final, obteve-se o valor da qualidade de vida, categorizando- a como prejudicada ou não prejudicada.9

Realizou-se análise estatística descritiva das variáveis do SF- 36 e dos dados sociodemográficos e clínicos da amostra. Para isso, utilizou-se o programa estatístico IBM SPSS Statistic 20.0 for Windows. Calcularam-se as frequências relativas e absolutas das variáveis categóricas, também as medidas de tendência central e de dispersão dos dados numéricos, os quais tiveram sua normalidade verificada por meio do teste de Kolmogorov Smirnov, com valor p<0,05.

A estatística inferencial utilizada contou com os testes de qui-quadrado e exato de Fisher, para a verificação da associação estatística entre as variáveis do SF-36 e os dados sociodemográficos e clínicos. O teste de U de Mann Whitney foi aplicado para a conferência da associação entre os componentes e as variáveis numéricas analisadas. Considerou-se estatisticamente significativo o valor p<0,05.

O estudo foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa da instituição responsável, sob parecer número 387.837, além do Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE): 18486413.0.0000.5537.

 

RESULTADOS

Os resultados apuraram pacientes com média de idade de 54,1 anos, predominando o sexo feminino (51,0%), com companheiro (53,5%) e praticantes de alguma religião (86,5%). Foram naturais de cidades do interior do estado (84,0%) e em sua maioria (87,5%) eram aposentados ou pensionistas, com renda familiar média de dois salários mínimos.

Relativo aos dados clínicos, o tempo de DRC teve média de oito anos e o tempo de tratamento hemodialítico indicou média de 48 meses. Houve predominância da fístula arteriovenosa (75,0%) como principal acesso para a realização do tratamento.

Qualidade de vida prejudicada esteve presente em 31,5% da clientela investigada. Os domínios do SF-36 presentes nos pacientes foram: capacidade funcional (55,0%), estado geral de saúde (46,0%), limitação aspectos físicos (41,5%), vitalidade (36,5%), dor (33,5%), aspectos sociais (21,5%), limitações aspectos emocionais (19,0%) e saúde mental (15,0%).

As associações identificadas entre os domínios da qualidade de vida e os aspectos sociodemográficos e clínicos relacionados a essa clientela são demonstradas a seguir (Tabela 1).

 

 

As variáveis que apresentaram associação estatística significante foram: capacidade funcional com idade (0,001) e sexo (0,002); limitação aspectos físicos com renda (0,013) e sexo (0,013); dor com sexo (0,003) e anos com DRC (0,021); aspectos sociais com renda (0,019) e sexo (0,015); limitações aspectos emocionais com sexo (0,043); e qualidade de vida prejudicada com sexo (0,001).

 

DISCUSSÃO

A QV do paciente renal crônico submetido à hemodiálise é afetada por fatores físicos, socioeconômicos, culturais, cognitivos e psicológicos.10 Corroborando, o presente estudo identificou a qualidade de vida prejudicada em 31,5% dos clientes em hemodiálise investigados, estando esta associada à variável sexo.

Alterações na qualidade de vida afetam de forma negativa os pacientes com DRC, refletindo em todos os aspectos relacionados às condições de vivência humana. Quando se trata de mulheres, por seu papel social na família, as alterações na qualidade de vida tornam-se mais evidentes frente às limitações impostas pela doença e tratamento, culminando na impossibilidade de cumprir com suas responsabilidades sociais.11

A literatura1 indica que pacientes renais submetidos à hemodiálise apresentam índices de QV piores do que os da população em geral e, até mesmo, do que os pacientes transplantados renais. Afirmam, ainda, que as dimensões mais deterioradas são a física e a mental.1

Neste estudo verificou-se que a capacidade funcional é o domínio de qualidade de vida com mais altos índices de prejuízo em pacientes em hemodiálise, o que é confirmado pela literatura12 ao ratificar o comprometimento dessa capacidade. O comprometimento da capacidade funcional refere-se a limitações físicas relacionadas às atividades de vida diária do entrevistado.9

A capacidade funcional nessa clientela associou-se de forma significativa às variáveis idade e sexo. As mulheres apresentam níveis mais baixos de funcionamento físico do que os homens em idade adulta e em condições fisiológicas. Evidências demonstram que o funcionamento físico começa a diminuir a um ritmo mais rápido entre as mulheres do que os homens de meia-idade em diante. O momento do início do declínio mais rápido no funcionamento entre as mulheres coincide com a transição para a menopausa.13

Frente a isso, autores13 reforçam os achados do estudo em questão, em que a predominância do sexo feminino e a proximidade com a faixa etária idosa, reveladas na clientela, podem influenciar as alterações em sua capacidade funcional, com consequências para a sua qualidade de vida.

As limitações de desempenho consequentes de aspectos físicos mostraram-se presentes na investigação. Esse domínio associou-se às características sociodemográficas renda e sexo. Os pacientes com doença renal crônica são caracterizados por baixos níveis de atividade física. Estudo observacional revelou que a inatividade física está associada ao aumento da mortalidade nesses pacientes, levando à redução do estado funcional, especialmente durante o período que antecede e sucede o início da diálise. É ocasionado pela força muscular reduzida e aumento do risco cardiovascular em combinação com a alta prevalência de comorbidades.14

Relativo à renda, encontrou-se que a classe média baixa tem maior nível de abandono da atividade física do que os de classe média e alta, corroborando os resultados de outro estudo.15 A relação com o sexo é ressaltada pela literatura, uma vez que as condições físicas inerentes do sexo feminino limitam o desenvolvimento de tal domínio, reduzindo a QV desses.13 Destarte, a baixa renda e a predominância do sexo feminino da população investigada podem influenciar na função física dessa clientela, com graves consequências para as atividades de vida diária.

O domínio de QV dor mostrou-se alterado de acordo com os resultados do presente estudo, associando-se a sexo e anos de DRC. Dor, embora muitas vezes subestimada pelos profissionais de saúde, tem sido reconhecida como uma preocupação importante para pacientes em diálise. A literatura16 demonstra que mais de um quinto da população em hemodiálise refere dor como uma questão problemática, destacando que 50% dos pacientes em HD relataram dor crônica.16

Percepção da dor pode estar associada ao aumento do estresse ou à diminuição da QV, bem como a altos níveis de citocinas pró-inflamatórias em pacientes com doença renal crônica. Assim, os anos prolongados de DRC agravam ainda mais tal domínio. Além disso, a dor pode estar associada também ao aumento da deficiência ou depressão, estando ambos associados à mortalidade nessa clientela.16

A literatura11 reporta que as mulheres apresentam maior limiar do que os homens para as diversas modalidades de dor. A maioria dos estudos de base populacional tem encontrado escores significativamente superiores da dor em mulheres, aliado ao efeito negativo do estresse psicológico.17

As limitações relacionadas aos aspectos sociais mostraram-se alteradas na clientela investigada e associaram-se a renda e sexo. Na DRC, as áreas mais afetadas são o peso da doença renal para o paciente, a situação de trabalho e a interação social.18

Ratificando a associação entre a renda e os aspectos sociais, pesquisadores18 constataram ainda que a incapacidade de trabalhar juntamente com baixo nível socioeconômico e alto custo do tratamento pode ter impacto no estado psicológico do paciente, prejudicando a qualidade da interação social. Assim, atentar para as condições sociais do cliente em hemodiálise torna-se condição fundamental para se obter adesão positiva ao tratamento.

As limitações relacionadas aos aspectos emocionais, como domínio capaz de afetar a qualidade de vida, são prejudicadas nessa população, apresentando relação com o sexo. Estudo assevera que as mulheres podem ter mais propensão à aflição emocional relacionada ao seu bem-estar físico.19 Emerge-se assim a necessidade de suporte emocional para os indivíduos em tratamento crônico, em especial aqueles do sexo feminino, minimizando prejuízos para esses.

Diante das associações evidenciadas entre os domínios do instrumento SF-36 e os contextos sociodemográficos e clínicos em que se encontra a clientela hemodialítica, são perceptíveis as alterações vivenciadas frente à evolução da doença e às limitações impostas pelo tratamento.

Com isso, faz-se necessário o aprimoramento dos cuidados indicados para a QV desses sujeitos, com destaque para a atuação da equipe multiprofissional. O direcionamento das ações de saúde à problemática estudada alcançará resultados positivos na qualidade de vida do paciente renal crônico em hemodiálise.

 

CONCLUSÃO

Concluiu-se que a qualidade de vida no paciente renal crônico submetido à hemodiálise pode sofrer influências dos aspectos sociodemográficos e clínicos.

A identificação das alterações na qualidade de vida e suas relações com os aspectos sociodemográficos e clínicos da clientela faz emergir a relevância de um cuidado direcionando para as reais necessidades dessa clientela, contribuindo para a prevenção e promoção da saúde.

A limitação do presente estudo deve-se ao fato de ter sido realizado somente com a clientela hemodialítica, não incluindo pacientes em outras terapias de substituição renal. Assim, sugere-se a realização de novos estudos que envolvam delineamentos longitudinais para comprovar as associações identificadas e o envolvimento de todos os tipos de terapias de substituição renal.

 

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