REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume Atual: 23:e-1179 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20190027

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Pesquisa

Percepção de competências clínicas por acadêmicos de enfermagem

Nursing students’ perception of clinical competences

Evelyn Nunes da Rocha1; Maria de Fátima Mantovani2; Ângela Taís Mattei da Silva2; Mireille Janczyk Hereibi3; Wendy Julia Mariano Viante3; Daniele Ritter Kwiatkoski2

1. Faculdades Pequeno Príncipe - FPP, Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Criança e do Adolescente. Curitiba, PR - Brasil
2. Universidade Federal do Paraná - UFPR, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Curitiba, PR - Brasil
3. UFPR, Curso de Enfermagem. Curitiba, PR - Brasil

Endereço para correspondência

Ângela Taís Mattei da Silva
E-mail: angelataismattei@gmail.com

Submetido em: 05/06/2018
Aprovado em: 13/02/2019

Contribuições dos autores: Coleta de Dados: Evelyn N. Rocha; Metodologia: Maria F. Mantovani, Angela T. Mattei; Redação - Preparação do original: Maria F. Mantovani, Angela T. Mattei, Mireille J. Hereibi, Wendy J. M. Viante; Redação - Revisão e Edição: Evelyn N. Rocha, Maria F. Mantovani, Angela T. Mattei, Mireille J. Hereibi, Wendy J. M. Viante, Daniele R. Kwiatkoski; Supervisão: Maria F. Mantovani.

Fomento: Não houve financiamento.

Resumo

OBJETIVO: comparar a percepção de competência clínica dos estudantes de Enfermagem ao início e ao final dos estágios supervisionados do último semestre da graduação.
MÉTODO: trata-se de estudo descritivo e longitudinal, com abordagem quantitativa realizada nas dependências do curso de Enfermagem de uma universidade pública. Participaram 17 acadêmicos do último período da graduação em Enfermagem. A coleta de dados foi realizada no período de fevereiro a junho de 2017, em dois momentos, no início e término do semestre letivo, mediante aplicação do questionário de competência clínica traduzido e adaptado transculturalmente, que possui 48 questões divididas em dois domínios: comportamentos profissionais de Enfermagem e competências/habilidades.
RESULTADOS: as participantes eram do sexo feminino, com idade média de 26,2 anos e ingressaram na instituição entre 2012 e 2013. Houve significância estatística quando comparadas a percepção de competências antes e depois do estágio em ambos os domínios (p<0,01).
CONCLUSÃO: os discentes perceberam melhora na competência clínica, e ao final do estágio afirmaram serem capazes e terem habilidades para realizar atividades sozinhos ou com alguma supervisão.

Palavras-chave: Competência Clínica; Educação em Enfermagem; Estágios; Percepção; Competência Profissional; Estudantes de Enfermagem.

 

INTRODUÇÃO

Os métodos tradicionais no ensino superior em Enfermagem têm sido substituídos por estratégias que englobam o ensino baseado em competências, contextualizando situações que integralizem os conteúdos para além do teórico.1 O ensino baseado em competências reúne estratégias ativas que envolvem o desenvolvimento do pensamento crítico e a tomada de decisões.2

No Brasil, as diretrizes curriculares nacionais para todos os cursos de graduação estabelecem as competências gerais e específicas relevantes a cada disciplina, reconhecendo-as como parte essencial da formação dos discentes.3

As competências, no ensino da Enfermagem, são desenvolvidas mais intensamente durante as aulas práticas e estágios supervisionados, quando os estudantes experienciam a vivência profissional, tanto na atenção básica quanto na área hospitalar. Nesses cenários são promovidas a associação entre a teoria e a prática, processo que reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados, pois habilita os discentes para a prática profissional, favorecendo a tomada de decisões.4

Avaliar a competência clínica dos estudantes de Enfermagem é uma preocupação crescente das universidades, inclusive internacionalmente. A utilização de ferramentas para esse fim faz-se necessária com vistas à realização de um diagnóstico e melhoria na qualidade da formação de futuros enfermeiros.2

Tendo em vista a importância da avaliação da competência clínica de estudantes de Enfermagem e a carência na realidade brasileira de instrumentos capazes de avaliar a competência clínica, em 2017 foi traduzido e adaptado transculturalmente para o Brasil o Clinical Competence Questionnaire - Questionário de Competências Clínicas (QCC).5

Esse instrumento possibilita a mensuração da percepção de comportamentos e habilidades que normalmente não são avaliadas durante a graduação. Ele foi construído tendo como base teórica o modelo “Do principiante ao especialista”, o qual institui etapas necessárias para que o profissional enfermeiro obtenha a expertise.5

Ele é composto de 48 afirmativas com respostas de múltipla escolha divididas em um escore de 1 a 5, em que a opção 1 indica menos conhecimento e segurança e 5 indica mais conhecimento e segurança sobre teoria e prática. As afirmativas são organizadas em dois domínios: comportamentos profissionais da Enfermagem (questões 1 a 16) e competências e habilidades (questões 17 a 48).6

No caminho percorrido pelo profissional rumo ao nível proficiente há a necessidade da educação de qualidade e a variedade de experiências clínicas que são possíveis mediante estágio supervisionado, que é uma ocasião em que o estudante se encontra sozinho no campo, com supervisão direta ou indireta.

No estágio os estudantes experienciam um pouco mais da sua profissão e aliam os conhecimentos teóricos à prática para a resolução de problemas. Dessa forma, é importante que estes tenham conhecimento das competências que são requeridas do futuro profissional, o que pode ser avaliado mediante um questionário de competências clínicas como o QCC.

Portanto, o objetivo deste estudo foi comparar a percepção de competência clínica dos estudantes de Enfermagem ao início e ao final dos estágios supervisionados do último semestre da graduação.

 

MÉTODO

Trata-se de pesquisa quantitativa e descritiva de caráter longitudinal que foi realizada nas dependências do curso de bacharelado em Enfermagem de uma universidade federal. Os participantes foram todos os alunos matriculados no último semestre (10° período) da graduação em Enfermagem, no total de 17, portanto, não houve perdas amostrais. Os critérios de elegibilidade foram: ter idade igual ou superior a 18 anos e estar presente nos dois momentos de coleta de dados, ao início e término do semestre.

A coleta de dados foi realizada no período de fevereiro a junho de 2017, em dois momentos, no início e término do semestre letivo, mediante aplicação de um instrumento com perguntas para caracterização dos participantes e o QCC.6 Os instrumentos foram respondidos pelos participantes, com duração média de 20 minutos, ao término da primeira e última aula do semestre letivo.

O QCC usa uma escala Likert de cinco pontos para medir o nível de competência clínica dos estudantes concluintes da graduação em Enfermagem. A pontuação de resposta ao item da escala vai de 1 (não tem a mínima ideia) a 5 (sabe na teoria e é competente na prática, mesmo sem qualquer supervisão).

Após a coleta, os dados foram tabulados em planilhas do Microsoft Excel® e exportados para o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 20.0. Além da análise estatística descritiva, foi aplicada estatística inferencial para verificar a diferença entre a média das pontuações obtidas pelos estudantes antes e depois do estágio, em cada afirmativa do QCC. Utilizou-se o teste t quando as diferenças apresentaram distribuição normal e o teste de Wilcoxon quando as diferenças não seguiram distribuição normal, com nível de confiança de 95%. Assim, adotou-se o critério de significância quando p<0,05.7

Em relação aos aspectos éticos, a pesquisa foi autorizada pela coordenação do curso de Enfermagem, aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob Parecer nº 2.030.224 e segue os preceitos da Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, que regulamenta as pesquisas envolvendo seres humanos.8 Os participantes foram esclarecidos sobre a finalidade, os objetivos e a metodologia do estudo e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

 

RESULTADOS

Todos os participantes eram do sexo feminino, com idade entre 22 e 25 anos (58,82%). Em relação ao ano de ingresso no curso, 70,58% foram matriculados entre 2012 e 2013. Ao serem questionados sobre possuírem outra formação, 58,82% responderam sim, sendo que 23,52% eram técnicos de Enfermagem, 5,88% tecnólogos em Radiologia, 5,88% socorristas, 5,88% tinham curso de instrumentação cirúrgica e 5,88% eram administradores de empresas.

Verificou-se que em 46 itens do QCC houve aumento das médias ao final dos estágios supervisionados da percepção da competência clínica, refletindo na significância estatística, conforme observado nas Tabelas 1 e 2.

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Todos os participantes foram do sexo feminino, fato que vai ao encontro do perfil da Enfermagem no Brasil traçado pela Fiocruz, a qual verificou que a Enfermagem é predominantemente feminina, composta de 84,6% de mulheres. Trata-se de uma característica histórica e que só começou a sofrer pequenas taxas de masculinização a partir da década de 90.9

Em relação à percepção de competência pelos estudantes após a realização do estágio supervisionado, notou-se melhora significativa em ambos os domínios do questionário, demonstrando que a prática desenvolvida em campo de estágio auxiliou os estudantes a desenvolverem suas competências clínicas.

Nesse sentido, o estágio supervisionado foi responsável por promover e reforçar o desenvolvimento de competências relacionadas aos cuidados seguros, ética profissional, avaliação, pensamento clínico, colaboração e comunicação, rotinas básicas de Enfermagem e habilidades técnicas, as quais são consideradas necessárias aos graduandos que estão concluindo a sua formação.5

Por meio do QCC foi possível analisar as diferentes competências gerais requeridas para o futuro profissional enfermeiro e contempladas pela Diretriz Curricular Nacional do Curso de Enfermagem do Brasil.3 Esta prevê em sua segunda competência geral a tomada de decisões, que foi avaliada mediante os itens 1 a 13 do questionário. Essa competência demonstra que o trabalho do futuro enfermeiro precisa estar fundamentado na capacidade de decidir adequadamente em cada situação, conduzindo à adequação de suas ações.3

Entre os itens referentes à tomada de decisão, os de número 1, 10, 11 e 13 obtiveram as maiores mudanças médias após o estágio supervisionado, demonstrando que os estudantes sentiram-se mais preparados para seguir as precauções de saúde e segurança, reconhecer e maximizar as oportunidades de aprendizagem, aplicar medidas e recursos apropriados para resolver problemas do paciente e desenvolver o pensamento crítico durante a realização do cuidado.

Os itens 14 e 15 referem-se à comunicação, que é a terceira competência proposta pela diretriz curricular. Estes obtiveram uma das menores pontuações médias de resposta, o que pode estar relacionado ao fato de os estudantes já se sentirem competentes para se comunicarem com os profissionais da saúde, pacientes e familiares de maneira precisa e adequada. Essa competência é complementada pela habilidade de leitura e escrita, as quais foram avaliadas pelos itens 18 a 21 do instrumento.

Os demais itens do questionário englobam competências e habilidades específicas, que visam à promoção, proteção e reabilitação da saúde. Dessa forma, relacionam-se à primeira competência geral da diretriz curricular, que é a atenção à saúde.3 Entre os itens, aqueles que obtiveram melhores pontuações médias após o estágio foram os de número 41, 43, 44 e 47, demonstrando que os estudantes perceberam-se mais competentes para realizar drenagem postural, enema/lavagem intestinal, aspiração de vias aéreas e drenagem torácica. Essa melhora pode ter ocorrido devido à possibilidade de os estudantes terem desenvolvido e/ou aprimorado essas habilidades e técnicas durante o estágio.

As competências se desenvolvem quando o acadêmico de Enfermagem consegue combinar os conhecimentos adquiridos tanto de modo teórico quanto por meio de experiências pessoais e aplicá-los na formação de suas habilidades, o que propicia amadurecimento profissional.10

Embora seja possível verificar que a percepção dos alunos participantes em relação às competências tenha melhorado com a vivência do estágio supervisionado, ressalta-se que a obtenção de conhecimentos, habilidades e atitudes nunca estará completa, de forma que a educação deve ser continuada ao longo de toda a atuação profissional.11

Os achados desta pesquisa revelaram que os estágios supervisionados auxiliam no desenvolvimento de competências clínicas para futuros enfermeiros. Corroborando esses resultados, na Califórnia estudo que buscou mensurar a competência clínica entre estudantes seniores de Enfermagem depois de suas experiências de preceptoria (prática clínica) verificou que, dos 102 estudantes, 91 apresentaram melhoria na percepção da competência clínica.12

A preceptoria é um método de ensino clínico efetivo, pois prepara os estudantes no desenvolvimento de competências clínicas e de confiança, auxiliando-os na transição para o papel de enfermeiro profissional.13

Na Coreia do Sul, estudo realizado com 156 estudantes de Enfermagem verificou que o ensino de habilidades é efetivo na melhoria da competência clínica e na satisfação de estudantes.14

Em nível nacional, encontrou-se pesquisa que avaliou a competência de enfermeiros assistenciais, o qual mostrou que mesmo a avaliação em profissionais pode ser eficaz para o planejamento da assistência e gestão de pessoas, além de contribuir para direcionar ações educativas na aquisição de competências.15 Esses achados podem ser comparados com os resultados desta pesquisa, tendo em vista que os acadêmicos se encontravam no último semestre do curso.

As limitações deste trabalho foram a aplicação de um instrumento autorrelatado, o que pode incorrer em viés de mensuração, além da aplicação do instrumento em somente um curso de graduação e, consequentemente, o tamanho da amostra. Outras variáveis que não puderam ser controladas foram a alocação dos estudantes em diferentes especialidades e a vivência por experiências diferenciadas durante os estágios.

 

CONCLUSÃO

Ao mensurar as competências de graduandas de Enfermagem do último período, apurou-se que a percepção de competência clínica obteve escores mais altos para ambos os domínios após a realização do estágio supervisionado. Se antes essas graduandas acreditavam poder realizar as habilidades apenas em partes, ao fim dos estágios elas afirmaram sentirem-se capazes de realizar sozinhas ou apenas com alguma supervisão.

O QCC pode ser utilizado pelos serviços de recursos humanos das instituições de saúde para a verificação das competências clínicas percebidas pelo enfermeiro recém-formado. E nas instituições de ensino poderia ser aplicado no início e término de cada estágio supervisionado, pois, por meio dessa avaliação, seria possível que os professores adquirissem parâmetros acerca do desenvolvimento de competências de seus estudantes. E para estes pode fornecer uma autoavaliação da sua progressão durante o curso.

Recomenda-se a aplicação desse instrumento nas instituições de ensino para avaliar a sua aplicabilidade na melhoria da aquisição de competências clínicas.

 

REFERÊNCIAS

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