REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume Atual: 23:e-1202 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20190050

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Pesquisa

Avaliação do nível de conhecimento dos pacientes sobre o tratamento de síndrome coronariana aguda baseado no maugerl cardiac prevention-questionnaire

Evaluation of the level of knowledge of patients with regards to the treatment of acute coronary syndrome using the maugerl cardiac prevention-questionnaire

Isabela Ferreira Cata-Preta1; Salete Maria de Fátima Silqueira2; Luiz Guilherme Passaglia1

1. Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG, Hospital das Clínicas-HC; UFMG, Faculdade de Medicina, Centro de Pós-Graduação-CPG. Belo Horizonte, MG - Brasil
2. UFMG, Escola de Enfermagem. Departamento de Enfermagem. Belo Horizonte, MG - Brasil

Endereço para correspondência

Isabela Ferreira Cata-Preta
E-mail: isabelacatapreta@gmail.com

Submetido em: 04/01/2018
Aprovado em: 06/07/2019

Contribuições dos autores: Coleta de Dados: Isabela F. Cata-Preta; Conceitualização: Isabela F. Cata-Preta, Salete M. F. Silqueira, Luiz G. Passaglia; Investigação: Isabela F. Cata-Preta; Metodologia: Isabela F. Cata-Preta; Redação - Preparação do Original: Isabela F. Cata-Preta, Salete M. F. Silqueira, Luiz G. Passaglia; Redação - Revisão e Edição: Isabela F. Cata-Preta, Salete M. F. Silqueira, Luiz G. Passaglia; Supervisão: Salete M. F. Silqueira, Luiz G. Passaglia; Validação: Isabela F. Cata-Preta; Visualização: Isabela F. Cata-Preta.

Fomento: Não houve financiamento.

Resumo

OBJETIVOS: descrever o nível de conhecimento do paciente em tratamento de síndrome coronariana aguda (SCA).
MÉTODO: estudo transversal com aplicação do Maugerl Cardiac Prevention-Questionnaire aos pacientes com SCA submetidos ao cateterismo cardíaco (CATE) após alta da unidade coronariana de cuidados intensivos.
RESULTADOS: amostra composta de 50 pacientes, 76% do sexo masculino, com média de idade de 58 anos (±10.2), sendo que 72% apresentaram como principal fator de risco a hipertensão arterial sistêmica. Os pacientes apresentaram, de modo geral, bom índice de desempenho no questionário, apesar do baixo nível de escolaridade. A pontuação média no questionário foi proporcional à renda familiar (p=0,002) e ao nível de escolaridade (p=0,007).
CONCLUSÃO: a utilização do instrumento O Micro-Q permitiu constatar que a escolaridade e o nível socioeconômico influenciam no entendimento do paciente sobre a própria doença. O instrumento foi uma ferramenta útil para a avaliação do nível de conhecimento do paciente acometido pela SCA, pois a adequada caracterização do perfil dos pacientes atendidos em cada instituição torna-se uma ferramenta facilitadora para planejamentos assistenciais e programas de vigilância em saúde.

Palavras-chave: Síndrome Coronariana Aguda; Doença das Coronárias; Educação em Saúde.

 

INTRODUÇÃO

As doenças cardiovasculares (DCV) estão entre as cinco principais doenças crônicas não transmissíveis e representam mais de 17 milhões de mortes anuais em todo o mundo, podendo levar também à perda cumulativa de produtividade.1 Segundo informações do Datasus, as DCVs foram consideradas a primeira causa de morte no ano de 2010 e 7% desses óbitos tiveram como causa a angina e o infarto agudo do miocárdio (IAM), gerando gastos por volta de 0,77% do orçamento total do SUS.23

A manifestação aguda da doença coronariana (DAC) é chamada síndrome coronariana aguda (SCA). Diante do impacto no orçamento do SUS, ocorre a necessidade urgente de melhor alocação dos recursos, não somente para o tratamento hospitalar, mas também para os investimentos na reabilitação dos pacientes, muitos desses ainda em idade produtiva.4 Assumir condutas de vigilância dos fatores de risco cardiovascular, assim como também assumir um cuidado multiprofissional da SCA, permite o desenvolvimento de ações mais vantajosas no que se refere à relação custo-efetividade.5

Nesse contexto, a educação em saúde é percebida como um importante instrumento de trabalho, a partir do estabelecimento do perfil da população-alvo, levando em conta as peculiaridades, limitações e as próprias possibilidades de atuação dos profissionais envolvidos. A proposta de intervenções primárias, com base em programas elaborados em equipe, que possam agir sobre os fatores de risco, aliadas à alta programada multiprofissional, como um caminho oportuno para se estabelecer um vínculo entre os envolvidos no processo de adoecimento, priorizando o esclarecimento de dúvidas sobre a doença, o tratamento e as medidas de adesão e da autogestão de sua saúde no domicílio após a alta, poderá resultar na diminuição de reinternações, progressão da doença, mortalidade e os elevados custos em saúde.6

A partir do impacto que a doença coronariana representa, o objetivo foi descrever o nível de conhecimento do paciente com SCA em relação à doença e à prevenção secundária.

 

MÉTODO

Estudo transversal realizado no setor de internação (enfermaria) após a alta do paciente com SCA da unidade coronariana de cuidados intensivos (UCO) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, compreendendo o campo de atuação de um programa de residência multiprofissional. Trata-se de uma instituição universitária com atendimento público e generalista de média e alta complexidade, integrado ao SUS, sendo referência no sistema municipal e estadual de saúde.

O estudo transcorreu após a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humanos da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais. O projeto foi submetido e avaliado pelo CEP/CONEP, com liberação pelo número 36064614.0.00005149.

Foram incluídos os pacientes com idade maior de 18 anos, com capacidade clínica e cognitiva minimamente preservada, avaliadas a partir da escala de coma de Glasgow e da aplicação do Miniexame do Estado Mental (MEEM) como norteadores da avaliação e para a participação e aplicação do questionário e coleta de informações. Os critérios de inclusão foram os pacientes portadores de DAC internados por SCA, já na unidade de internação logo após alta da UCO, para, assim, minimizar a interferência da equipe multiprofissional nas orientações educativas que já fazem parte da rotina nas enfermarias. Foram incluídos também aqueles submetidos a cateterismo cardíaco (CATE), por se tratar de procedimento diagnóstico e/ou terapêutico por meio da angioplastia, muitas vezes na tentativa de retardar uma intervenção cirúrgica para revascularização miocárdica (CRVM).

Já os critérios de exclusão foram os pacientes submetidos à CRVM, com comunicação verbal ou por escrito prejudicada, com alteração no nível de consciência, quadro clínico instável ou com valor no MEEM inferior aos valores mínimos para a cognição preservada. Os participantes foram devidamente esclarecidos sobre os objetivos da pesquisa e todos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.

Para coleta de informações gerais foi aplicado um questionário adaptado a partir da construção de outros autores7 para a caracterização do perfil dos participantes do estudo e descrição dos procedimentos percutâneos realizados. O instrumento Maugerl Cardiac Prevention-Questionnaire (MICRO-Q) utilizado para a caracterização do nível de conhecimento dos pacientes envolvidos, traduzido e validado para aplicação no Brasil8, composto de 25 questões autoaplicáveis, foi o instrumento utilizado para avaliar o conhecimento sobre aspectos relacionados à prevenção secundária da DAC.

As informações coletadas foram analisadas no programa SPSS 18.0 - Statistical Package for the Social Sciences. As variáveis categóricas foram analisadas por meio da distribuição de frequência, e as variáveis contínuas por meio de medidas de tendência central (média e mediana) e variabilidade (desvio-padrão). Os resultados obtidos pelo MICRO-Q foram analisados a partir da frequência de respostas corretas, incertas e incorretas de cada questão e por domínios tais como os fatores: relacionados ao estilo de vida e ao risco de doença do coração; relacionados à dieta; referentes ao manejo da doença cardíaca; respeitantes à pré-admissão hospitalar.

Com a finalidade de avaliar os resultados do MICRO-Q e a relação com as variáveis do estudo (idade, sexo, diagnóstico médico, procedimentos ou intervenções percutâneas, comorbidades, intervenções cardíacas percutâneas prévias, escolaridade e renda familiar), utilizou-se a pontuação geral obtida no teste e aplicou-se o teste estatístico ANOVA com a correção de Bonferroni9 para as comparações múltiplas, e o teste T para as comparações dois a dois. A distribuição dos dados foi avaliada por meio do teste Kolmogorov-Smirnov e constatou-se distribuição normal para as variáveis contínuas. O nível de significância adotado foi de 0,05.

 

RESULTADOS

A Tabela 1 descreve as características gerais dos pacientes incluídos no estudo. A amostra avaliada possui média de idade de 58 anos (±10.2), com idade mínima de 34 anos e máxima de 83 anos.

 

 

Quanto ao diagnóstico médico na internação, 37 pacientes (74%) apresentaram IAM com supradesnivelamento de segmento ST (IAM c/SSST) e 13 (26%) IAM sem supradesnivelamento de segmento ST (IAM s/SSST). Da amostra estudada, 33 pacientes (66%) foram submetidos à intervenção coronariana percutânea (ICP) durante o CATE.

O nível de conhecimento do paciente em relação à doença e ao tratamento foi mensurado a partir da análise do desempenho dos participantes no teste MICRO-Q por questão, conforme descrições abaixo.

A Tabela 2 descreve a análise do questionário MICRO-Q quanto à frequência de respostas em diferentes escalas, classificando as respostas como corretas, incertas ou incorretas.

 

 

A Tabela 3 apresenta a análise do questionário MICRO-Q diante da avaliação dos domínios nas três escalas.

 

 

Os resultados do MICRO-Q também foram analisados por meio da pontuação geral e pontuação por domínio. A Tabela 4 apresenta a média de questões corretas, incertas e incorretas, tanto no aspecto geral, quanto por domínio. Vale ressaltar que o número de questões para cada domínio é diferente e, por isso, o número máximo de acertos varia de acordo com o domínio.

 

 

A comparação entre os resultados do MICRO-Q e as demais variáveis da pesquisa encontram-se assinaladas na Tabela 5.

 

 

A Tabela 5 demonstra que a pontuação geral dos participantes do estudo foi diferente em relação à escolaridade e à renda familiar. Quanto à escolaridade, o teste T exibiu diferença com relevância estatística, sendo que a pontuação média foi maior para os participantes com escolaridade superior a oito anos, quando comparados com os participantes com escolaridade inferior a oito anos (p=0,007; intervalo de confiança (IC), limite inferior = -3,99; e IC limite superior = 0,620).

Em relação à renda familiar, observou-se diferença com relevância estatística ao comparar os grupos, participantes que recebem um a dois salários obtêm melhor desempenho no teste em relação àqueles que recebem dois a três salários (p=0,023; IC limite inferior = -4,33; e IC limite superior = 0,25), e também na comparação entre os participantes que recebem um a dois salários em relação àqueles que recebem mais de três salários mínimos (p=0,003; IC limite inferior = -4,66; e IC limite superior = 0,78).

 

DISCUSSÃO

Na amostra estudada, o diagnóstico mais prevalente à admissão foi de IAM c/ SSST, em pacientes do sexo masculino, variando entre 40 e 69 anos (± 7,8) e média de 56 anos. Houve elevada carga fatorial de risco, com indivíduos já em tratamento de comorbidades sabidamente ligadas ao aparecimento e progressão da DAC, como hipertensão arterial sistêmica, tabagismo e diabetes mellitus tipo II. Na generalidade dos casos levantados, houve bom nível de conhecimento acerca da DAC, mesmo diante de uma amostra caracterizada por 78% com escolaridade inferior a oito anos de estudo e 42% com renda familiar média de um a dois salários mínimos por mês.

A alta prevalência de diferentes fatores de riscos influenciam no prognóstico e desfecho da resposta ao tratamento clínico instituído, o que está diretamente relacionado a complicações como mortalidade na DAC.10 A World Health Organization apresentou, em 2013, a publicação "A global brief on hypertension", enfatizando que a hipertensão arterial sistêmica é responsável por pelo menos 45% das mortes por doença cardíaca e 51% das mortes por doença encefalovascular.1 Outro fator de risco preocupante na amostra estudada é a alta prevalência de tabagistas, o que reforça a marcante existência de fatores removíveis no desenvolvimento de DAC. A proposta de vigilância para o consumo de cigarro torna-se muito eficaz quando se propõem intervenções individualizadas, levando-se em conta aspectos socioculturais envolvidos nos grupos populacionais.11

Segundo o Ministério da Saúde, fatores de risco como o alto consumo de alimentos gordurosos são mais prevalentes nas populações brasileiras com baixo índice de escolaridade. Brasileiros com 12 ou mais anos de estudo consomem pelo menos cinco porções de frutas e hortaliças, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).12 O inquérito realizado pelo Vigitel foi congruente com o presente estudo no que se refere à exposição aos riscos modificáveis, sendo estes ligados diretamente ao estilo de vida. Com isso, a OMS preconiza a importância de atuar nesses riscos modificáveis na população, com foco em melhoria de hábitos para diminuição dos agravos.13

Estudo sobre a avaliação em médio prazo dos fatores de risco dos pacientes submetidos à ICP demonstrou que o tratamento possui mais chance de sucesso (aumento da sobrevida, redução de complicações e a melhora geral da saúde) diante da adesão aos planos de cuidado, e principalmente mudanças no estilo de vida. Os pacientes tratados percutaneamente mostram-se mais propensos à adesão de medidas de prevenção secundária quando comparados com aqueles tratados cirurgicamente.14

Os resultados no questionário MICRO-Q foram proporcionais à renda familiar, ou seja, quanto maior a renda, maior a pontuação. Aqueles com renda superior a três salários mínimos e com mais de oito anos de estudo, obtiveram melhores resultados.

Os pacientes apresentaram bons resultados nas pontuações do teste referente ao nível de conhecimento sobre a DAC, reforçando a similaridade com outras pesquisas que revelam que indivíduos normalmente possuem baixo conhecimento sobre a definição da fisiopatologia e a progressão da doença, porém sabem o que é a doença, assim como os principais fatores de risco envolvidos e complicações. Entretanto, a dificuldade na autogestão para prevenção comumente torna-se um dos maiores problemas percebidos entre esse público.15 O investimento em educação e a mobilização social poderão potencializar e qualificar o autocuidado e a construção de hábitos saudáveis nesses pacientes.13

É importante citar algumas limitações da presente investigação, como em relação à amostra por conveniência, que impede uma generalização de resultados para uma população diferente da que foi estudada, e o tamanho restrito da amostra, que pode aumentar a chance de erro aleatório nas análises realizadas. No entanto, perceberam-se similaridades com dados já publicados na literatura.

 

CONCLUSÃO

Concluiu-se que o questionário Micro-Q é uma ferramenta útil e envolve questões importantes sobre o autoconhecimento da DAC e as formas de prevenção secundária. A utilização do instrumento permitiu constatar que a escolaridade e o nível socioeconômico influenciam no entendimento do paciente sobre a própria doença. Destaca-se a necessidade de novos estudos direcionados para o perfil multiprofissional como facilitadores na educação. A caracterização do perfil dos pacientes torna-se uma ferramenta facilitadora para planejamentos assistenciais e vigilância em saúde.

 

REFERÊNCIAS

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