REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume Atual: 23:e-1264 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20190112

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Pesquisa

Conhecimento de pacientes sobre a doença arterial coronariana

Knowledge of patients on coronary arterial disease

Fernanda Maria Alves Lima1; Andressa Marques1; Sílvia Cristina Mangini Bocchi1; Tatiane Roberta Fernandes Teixeira2; Milena Temer Jamas1; Marla Andréia Garcia de Avila1

1. Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - UNESP, Faculdade de Medicina de Botucatu, Departamento de Enfermagem. Botucatu, SP - Brasil
2. Hospital da Clínicas, UNESP. Botucatu, SP - Brasil

Endereço para correspondência

Fernanda Maria Alves Lima
E-mail: fma.lima@unesp.br

Submetido em: 13/03/2019
Aprovado em: 20/08/2019

Contribuicoes dos autores: Coleta de Dados: Andressa Marques, Tatiane R. F. Teixeira; Conceitualização: Silvia C. M. Bocchi, Milena T. Jamas, Marla A. G. Avila; Gerenciamento do Projeto: Fernanda M. A. Lima, Marla A. G. Avila; Investigação: Andressa Marques, Tatiane R. F. Teixeira; Redação - Preparação do Original: Fernanda M. A. Lima, Andressa Marques; Redação - Revisão e Edição: Fernanda M. A. Lima, Andressa Marques; Supervisão: Marla A. G. Avila; Validação: Silvia C. M. Bocchi, Milena T. Jamas, Marla A. G. Avila; Visualização: Fernanda M. A. Lima, Milena T. Jamas, Marla A. G. Avila.

Fomento: Não houve financiamento.

Resumo

OBJETIVO: verificar o conhecimento dos pacientes sobre a doença arterial coronariana (DAC) por meio do Cardiovascular Artery Disease Questionnaire (CADE-Q).
MÉTODO: estudo transversal, descritivo e de abordagem quantitativa, realizado em uma unidade coronariana e setor de hemodinâmica de um hospital público e de ensino. Os participantes do estudo foram indivíduos com 18 anos ou mais, internados na unidade coronariana e pacientes ambulatoriais atendidos no setor de hemodinâmica para realização de cateterismo cardíaco ou angioplastia coronariana eletiva. Para avaliação do conhecimento sobre DAC utilizou-se o CADE-Q, que classifica o conhecimento como excelente, bom, aceitável, pouco ou insuficiente.
RESULTADOS: foram incluídos 49 pacientes com média de idade de 58,3 anos, sendo 57,1% do sexo masculino. O nível de conhecimento sobre a DAC, de acordo com o CADE-Q, foi considerado aceitável para 19 pacientes (38,7%), bom para oito deles (16,3%), pouco conhecimento para 13 (26,5%) e insuficiente para nove (18,3%).
CONCLUSÃO: identificar o perfil dos pacientes atendidos e seu conhecimento sobre a DAC é importante para o estabelecimento de estratégias educativas adequadas para essa população, com foco no controle dos fatores de risco. Além disso, busca-se melhor enfrentamento da doença e melhoria da qualidade de vida.

Palavras-chave: Enfermagem Cardiovascular; Doença da Artéria Coronariana; Educação em Saúde; Doenças Cardiovasculares; Avaliação em Enfermagem.

 

INTRODUÇÃO

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) têm se destacado mundialmente por seu crescimento ao longo dos anos. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que as DCNTs são responsáveis por pelo menos 38 milhões de mortes anuais.1 Entre as DCNTs, as doenças cardiovasculares (DCV), em especial doenças cerebrovasculares e doenças isquêmicas do coração, têm papel importante, por estarem associadas às mortes prematuras. Esse aspecto relaciona-se diretamente ao crescente impacto socioeconômico das DCVs. É uma doença incapacitante, considerada um problema de saúde pública, que acomete cada vez mais adultos em idade produtiva. No Brasil, os custos relacionados a internações por DCV são os mais elevados.2,3

Por ser uma doença multifatorial, a abordagem das DCVs inclui o controle dos fatores de risco modificáveis. Estratégias integradas e sustentáveis de prevenção e controle da doença podem auxiliar para melhor autopercepção de saúde e melhor enfrentamento pelos pacientes.4 Nesse contexto, os profissionais de saúde assumem importante papel, em especial quando se refere à promoção da saúde, com vistas ao bem-estar global. A promoção da saúde deve envolver um conjunto de quesitos, o que inclui a educação em saúde.5

O conceito de educação em saúde não deve limitar-se somente à transmissão de informações. O processo educativo é complexo e envolve diversas dimensões na busca de mudanças de atitude, de melhor conhecimento sobre a doença e principalmente da autonomia dos indivíduos, para que sejam capazes de participar das decisões sobre sua saúde, família e comunidade.6

Para a Enfermagem, a educação em saúde se destaca como um dos principais eixos norteadores da prática e está diretamente relacionada à qualidade da assistência prestada. A utilização de práticas educativas adequadas à realidade em que os pacientes estão inseridos promove a troca de saberes entre enfermeiro e paciente, favorece o desenvolvimento de uma consciência crítica e individualiza o cuidado prestado.7,8

No processo de educação em saúde, é importante destacar o conhecimento prévio dos pacientes. Em geral, melhor conhecimento sobre a doença, seus sinais e sintomas, hábitos de vida, fatores de risco associados e o tratamento proposto promovem melhor enfrentamento da doença. Para tanto, alguns instrumentos podem ser usados para medir o conhecimento desses pacientes. Esses instrumentos são bastante válidos para que se conheçam as reais necessidades dos pacientes, para que os efeitos de atividades educativas sejam medidos e para que o conteúdo dessas atividades esteja adequado ao contexto dos pacientes.9-11

Estudo norte-americano12 desenvolveu um questionário para avaliação do conhecimento sobre doenças do coração para uma população adulta. Sua utilização em outros estudos demonstrou a necessidade de abordagem de pacientes com DCV em programas contínuos de educação em saúde, com destaque para o controle e prevenção primários dos fatores de risco.13,14 No Brasil, o questionário para educação da doença arterial coronariana, ou Cardiovascular Artery Disease Questionnaire (CADE-Q), é instrumento construído e validado no país para avaliação do conhecimento de pacientes com DAC sobre sua doença.15 Trata-se de importante questionário para a contextualização dos pacientes, em especial quando se busca instituir estratégias de educação em saúde.

Pacientes com DAC necessitam de abordagens efetivas quanto aos fatores de risco, com o reforço ou instituição de hábitos saudáveis e o controle de outros aspectos alterados pela doença. Muitas vezes, são essas estratégias que irão promover mudanças significativas para a saúde desses pacientes. Desse modo, investigar o conhecimento de pacientes com DAC torna-se relevante quando se pensa em estratégias adequadas de enfrentamento da doença. Este estudo teve como objetivo verificar o conhecimento dos pacientes sobre a DAC por meio do CADE-Q.

 

MÉTODO

Estudo transversal, descritivo, de abordagem quantitativa e com amostragem não probabilística do tipo intencional. Foi conduzido no setor de hemodinâmica e na unidade coronariana de um hospital público e de ensino do interior do estado de São Paulo.

Foram incluídos os pacientes adultos atendidos no setor de hemodinâmica antes da realização de cateterismo cardíaco ou internados na unidade coronariana com diagnóstico de DAC, no período estipulado de coleta de dados. Os participantes foram caracterizados por meio de dados sociodemográficos, que incluíram: idade, sexo, cor autorreferida, ocupação, situação conjugal, renda familiar e escolaridade. Também foram obtidas informações referentes a orientações prévias e obtenção de materiais educativos sobre DCV.

O nível de conhecimento sobre a DAC foi obtido com a aplicação do CADE-Q. O questionário foi construído e validado no Brasil, com boa confiabilidade (alfa de Cronbach = 0,68) e boa consistência interna (coeficiente de correlação intraclasse = 0,78). É composto de 19 questões que abordam temas relacionados à DAC, divididos nas seguintes áreas: A1- fisiopatologia, sinais e sintomas da doença; A2- diagnóstico, tratamento e medicamentos; A3- fatores de risco e estilo de vida; A4- atividades físicas.15 As questões são dispostas aleatoriamente com quatro alternativas. Cada uma delas possui um escore de acordo com o nível de conhecimento da resposta: alternativa correta (três pontos), alternativa incompleta (um ponto), alternativa errada (zero ponto) e alternativa “não sei” (zero ponto). A soma dos escores das 19 questões leva a um escore total, que indicará o grau de conhecimento sobre a DAC e em cada área específica. Com a pontuação máxima estabelecida em 57 pontos, o nível de conhecimento é classificado como:

• 51 - 57 pontos (90 – 100% de acertos): conhecimento ótimo

• 40 - 50 pontos (70 – 89% de acertos): conhecimento bom

• 29 - 39 pontos (50 – 69% de acertos): conhecimento aceitável

• 17 - 28 pontos (30 – 49% de acertos): pouco conhecimento

• Abaixo de 17 pontos (abaixo de 30% de acertos): conhecimento insuficiente

Os questionários foram entregues aos sujeitos para serem autoadministrados e respondidos manualmente em momento e local oportunos, após as devidas orientações.

Os dados foram armazenados em um banco de dados em Excel (©Microsoft, Redmond, WA, USA) e analisados no software R versão 3.4.3 e Microsoft Excel 2016. A caracterização da amostra foi realizada por meio de frequências absolutas e relativas e medidas de tendência central (média e mediana). Foi aplicado teste não paramétrico para verificar a existência de associações com o escore global do CADE-Q, sendo o teste de correlação de Spearman para as características quantitativas e o teste de Kruskal-Wallis para as qualitativas. O parâmetro de significância no modelo final foi p<0,05.

Trata-se de um subprojeto do estudo “Adaptação cultural e validação do Heart Disease Knowledge Questionnaire (HDKQ) para o português do Brasil”, com aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da instituição, respeitando a Resolução nº 466/2012 sobre os aspectos éticos da pesquisa envolvendo seres humanos.16

 

RESULTADOS

A pesquisa ocorreu entre os meses de maio e agosto de 2018 e incluiu 49 pacientes com idade média de 58,3 anos. A Tabela 1 apresenta as características sociodemográficas da população do estudo, associadas aos escores finais do CADE-Q. Pode-se observar que 57,1% dos participantes eram do sexo masculino, com escore final de 32,8. Já o escore final das participantes do sexo feminino foi de 21,1, o que revelou significativa diferença (p≤0,001).

 

 

Quanto à renda familiar, 55,1% possuíam renda familiar entre dois e cinco salários-mínimos (SM). A associação entre a renda familiar e o escore final do CADE-Q foi limítrofe (p = 0,05), demonstrando possível relação entre as variáveis. Os anos de estudo foram, em média, de 8,2 anos e foi verificada significativa relação com escore final do questionário (p= 0,001). Mais da metade dos entrevistados (55,1%) relatou não ter recebido orientações prévias sobre DCV.

A Tabela 2 mostra o nível de conhecimento dos pacientes sobre a DAC. De acordo com o CADE-Q, o conhecimento foi considerado aceitável para 19 pacientes (38,7%) e pouco para 13 pacientes (26,5%). Quanto ao escore final, os maiores valores indicando bom conhecimento foram obtidos por oito pacientes (16,3%), enquanto o menor escore final foi obtido por nove pacientes (18,3%), indicando conhecimento insuficiente.

 

 

Em relação à pontuação das questões do CADE-Q, pode-se verificar que as menores médias ocorreram nas questões 12, 10, 8 e 15. Já em relação às questões respondidas de forma correta, considerando a classificação de três pontos, as menores frequências ocorreram nas questões 11, 9 e 10. Esses valores podem indicar que ocorreram mais dúvidas nas referidas questões, conforme observado na Tabela 3.

 

 

A Tabela 4 mostra a correlação entre os escores por área de conhecimento e o escore final do questionário. O desempenho dos participantes nas diferentes áreas de conhecimento está estatisticamente relacionado ao escore final do CADE-Q (p< 0,05).

 

 

DISCUSSÃO

A educação em saúde pode ser compreendida como um processo complexo, multidimensional e que busca contribuir para o desenvolvimento da consciência crítica nos indivíduos.17 Nesse sentido, torna-se necessário que a utilização de práticas educativas esteja alinhada ao contexto social, político, econômico e cultural da população. Essas características permitem que a prática educativa facilite o desenvolvimento individual e comunitário, com vistas à melhoria das condições de saúde.18

As características sociodemográficas dos participantes deste estudo demonstraram que o sexo e os anos de estudo foram fatores que influenciaram no conhecimento sobre a DAC. Alguns estudos indicam a influência da escolaridade na saúde cardiovascular, o que inclui melhor distribuição dos fatores de risco em indivíduos com baixa escolaridade e mais dificuldade em participar ativamente do tratamento ou autocuidado. Quanto à influência do sexo, mulheres tendem a possuir melhores níveis de saúde cardiovascular, principalmente por buscarem os serviços de saúde com mais frequência que os homens.19-22

Apesar do conhecimento sobre a DAC, segundo o CADE-Q, não ter sido influenciado estatisticamente pelo recebimento de orientações prévias e materiais educativos sobre DCV, pode-se observar que elevado número de pacientes referiu ausência de tais informações. A utilização de materiais educativos, juntamente com orientações adequadas ao âmbito da população, tem sido amplamente difundida e contribuído positivamente para a melhora de fatores de risco, conhecimento sobre a doença e adesão ao tratamento proposto, em especial quando se trata das DCVs.23-25 Ademais, os materiais educativos impressos permitem posterior leitura e possibilidade de compartilhamento das informações com outros membros da família.

Quanto ao nível de conhecimento segundo o CADE-Q, foi demonstrado que a população estudada apresentou pouco conhecimento sobre a DAC (escore médio final de 27,7). Esse escore é inferior a outros estudos que usaram o CADE-Q26-29 e evidencia a necessidade de reestruturação de processos educativos voltados para essa população. Pacientes com DAC necessitam de abordagens efetivas quanto aos fatores de risco, com o reforço ou instituição de hábitos saudáveis, além do controle de outros aspectos alterados pela doença. Muitas vezes, são essas estratégias que irão promover mudanças significativas e, principalmente, bem toleradas pelos pacientes.30

É importante ressaltar que esses resultados devem ser interpretados com cautela, por se tratar de uma amostra não probabilística e pelas características da instituição de saúde.

Conhecer o contexto em que os pacientes com DAC estão inseridos e seu conhecimento sobre a doença são etapas essenciais quando se pensa no estabelecimento de estratégias educativas adequadas. Além de contribuir para o melhor entendimento de todo o processo saúde-doença, tais estratégias podem auxiliar na adesão e sucesso do tratamento proposto, na busca pelo controle e/ou prevenção dos fatores de risco e por melhor qualidade de vida desses pacientes.31

 

CONCLUSÕES

O estudo identificou que os pacientes apresentaram pouco conhecimento sobre a DAC, com escore médio final do CADE-Q de 27,7. Também foi demonstrado que a baixa escolaridade e ser do sexo masculino influenciaram negativamente a avaliação do conhecimento sobre a doença.

As lacunas identificadas no estudo foram importantes, principalmente no que se refere à atuação do enfermeiro. O desenvolvimento de atividades educativas fortalece os indivíduos para a promoção da sua saúde e autonomia, além de promover melhoria da qualidade de vida e o reconhecimento das ações de Enfermagem.

 

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