REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 13.4

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Pesquisa

Síndrome de Burnout em trabalhadores de um hospital público de média complexidade

Burnout syndrome in workers of a medium complexity public hospital

Gisele MagnaboscoI; Carolina Brito GoulartI; Maria do Carmo Lourenço HaddadII; Marli Terezinha Oliveira VannuchiII; José Carlos DalmasIII

IEnfermeira residente em Gerência dos Serviços de Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina - Londrina-PR
IIDoutora em Enfermagem. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina - Londrina-PR
IIIDoutor em Engenharia de Produção. Docente do Departamento de Estatística e Matemática Aplicada da Universidade Estadual de Londrina-PR

Endereço para correspondência

Gisele Magnabosco
Rua Alagoas, 995, ap 304, Centro
Londrina-PR CEP 86010-520
E-mail: gi_mbsc@hotmail.com

Data de submissão: 17/6/2009
Data de aprovação: 7/1/2010

Resumo

Este estudo foi realizado com trabalhadores de um hospital público de média complexidade, com o objetivo de identificar a manifestação da síndrome de Burnout e seu processo de desenvolvimento. Foram entrevistados 187 funcionários da instituição por meio de um questionário semiestruturado. Os servidores foram divididos em duas categorias: os que têm seu trabalho voltado para a assistência direta ao paciente e os que não atuam diretamente com pacientes. A análise dos dados apontou a presença da Síndrome de Burnout em 9,0% da amostra, com predominância na categoria dos trabalhadores que prestam assistência direta ao usuário. Entre os entrevistados, 47,0% apresentaram alto risco e moderado risco de desenvolver a síndrome, indicando um processo em andamento. Apesar de a síndrome de Burnout ser caracterizada por afetar pessoas que trabalham em contato direto com outras pessoas, no estudo demonstrou-se que a síndrome afeta praticamente todas as profissões. O cansaço, a sobrecarga de trabalho, a falta de recompensas são alguns dos fatores que contribuem para a manifestação dos sintomas da síndrome, prejudicando o trabalho de profissionais cujo resultado é o cuidado e a vida de outras pessoas.

Palavras-chave: Saúde do Trabalhador; Riscos Ocupacionais; Esgotamento Profissional

 

INTRODUÇÃO

A sociedade capitalista, marcada pela revolução da comunicação, da produção e dos estilos de vida, especialmente em decorrência da expansão da informática e da eletrônica no mundo, e as mudanças tecnológicas, introduzidas no processo de trabalho possibilitaram às empresas o aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros, trazendo impactos à saúde do trabalhador com manifestações nos aspectos físico e psíquico.1

Esse fato vem acontecendo com muita frequência entre profissionais que estão levando atividades de trabalho adicional para casa, com sobrecarga de horas de trabalho, remuneração incompatível com o trabalho, divisão desigual das tarefas e dedicação excessiva.2

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) caracteriza o estresse no trabalho como um conjunto de fenômenos que se apresentam no organismo do trabalhador e que, por esse motivo, podem afetar-lhe a saúde. Os principais fatores desencadeantes de estresse presentes no ambiente de trabalho envolvem os aspectos relacionados à organização, à administração e ao sistema de trabalho e do relacionamento interpessoal.3

Hans Selye foi quem primeiramente utilizou a palavra "estresse" ao perceber que muitas pessoas sofriam de várias doenças e tinham, ainda, algumas queixas em comum, como fadiga, hipertensão, desânimo e falta de apetite. O estresse, segundo o autor, caracteriza uma síndrome, associado a resposta não específica do organismo a situações que o debilitam, levando-o a adoecer.4

A Síndrome de Burnout caracteriza-se como aquilo que deixou de funcionar por exaustão energética, expresso por meio de um sentimento de fracasso e exaustão, causado por excessivo desgaste de energia que acomete, geralmente, os profissionais que trabalham em contato direto com pessoas.5 Assim, os profissionais assistenciais são os mais afetados pelo fato de estarem em constante contato com pessoas que apresentam situações problemáticas e carregadas de emoção.6

A Síndrome de Burnout constitui um dos grandes problemas psicossociais atuais, despertando interesse e preocupação por parte da comunidade científica internacional e, também das entidades governamentais, empresariais e sindicais norte-americanas e europeias, dada a gravidade da doença e de suas consequências individuais e organizacionais.7

Essa síndrome tem como característica o desgaste emocional, a despersonalização e a reduzida satisfação pessoal ou sentimento de incompetência do indivíduo. A doença pode ser caracterizada como uma síndrome que altera os fatores psicológicos, fisiológicos e de reações comportamentais de estresse, uma forma específica de estresse ocupacional que permite, assim, uma associação entre fatores emocionais e institucionais, podendo afetar diretamente a saúde do trabalhador.4

Em razão do exposto acima e da prática como residentes em Gerência dos Serviços de Enfermagem em um hospital público de média complexidade, observando os trabalhadores da saúde, despertou-nos a atenção para um grupo no qual o estresse está visivelmente presente, caracterizando alguns sintomas da Síndrome de Burnout. Mediante o anseio de melhorar a saúde do trabalhador e contribuir para um ambiente de trabalho agradável, harmonioso e produtivo, decidimos investigar e identificar a manifestação da Síndrome de Burnout e o seu processo de desenvolvimento, correlacionando-a com a área de trabalho, em todos os funcionários lotados em um hospital público de média complexidade.

 

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo transversal, realizado em um hospital de média complexidade, integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS) que presta serviços de pronto atendimento nas clínicas médica e pediátrica. O serviço de internação conta com 41 leitos, distribuídos entre pediátricos, clínica médica e clínica cirúrgica. O pronto-socorro faz uma média de 6 mil atendimentos/mês com 300 internações/mês integrado ao Sistema de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e o Sistema de Atendimento ao Trauma (SIATE). Possui 220 funcionários entre profissionais e trabalhadores de saúde, que desenvolvem atividades assistenciais e administrativas. Todos os funcionários constituíram a população deste estudo.

Para a coleta de dados realizada no primeiro semestre de 2008, utilizou-se um formulário aplicado a todos os funcionários com um retorno de 187.

Esse formulário é autoaplicável e por meio dele foram registradas as características sociodemográficas e, também, 22 questões do instrumento Maslach Burnout Inventory (MBI), que identifica as variáveis dependentes da Síndrome de Burnout. O MBI foi criado por Christine Maslach, psicóloga e professora universitária na Califórnia-EUA, e validado no Brasil por Benevides-Pereira em 2001 (ANEXO). A forma de pontuação de todos os itens pesquisados adota a escala do tipo Likert, que varia de 0 a 6, sendo: (0) nunca; (1) uma vez ao ano ou menos; (2) uma vez ao mês ou menos; (3) algumas vezes no mês; (4) uma vez por semana; (5) algumas vezes por semana; (6) todos os dias.8

Para o diagnóstico de Burnout, é necessária a obtenção de classificação alta (26 a 54 pontos) para exaustão emocional, alta (9 a 30 pontos) para despersonalização e classificação baixa (0 a 33 pontos) para realização profissional.8

A Síndrome de Burnout é avaliada por um processo contínuo, não podendo ser classificada somente como ausência ou presença de Burnout. A síndrome deve ser avaliada continuamente, como um processo.9

Com esse intuito, a amostra foi classificada conforme o processo de manifestação do Burnout, separados em riscos para Burnout, dividido entre elevado risco, moderado risco e reduzido risco de apresentarem a síndrome. Os classificados em elevado risco, apresentam duas dimensões alteradas; os em moderado risco, possuem uma dimensão alterada; e os que apresentam reduzido risco para Burnout apresentam as três dimensões com valores considerados normais, além da manifestação da síndrome constatada, já citada.9

Para a análise dos dados, os funcionários foram classificados em duas categorias: A e B. Na categoria A, estão os profissionais cujo trabalho está voltado para a assistência direta ao paciente, sendo eles enfermeiros, auxiliares e técnicos em enfermagem e médicos. Na categoria B, encontram-se todos os outros profissionais que trabalham no hospital, porém não têm seu trabalho voltado para a assistência direta ao paciente, como auxiliares administrativos e serviços gerais, funcionários da copa, técnicos de laboratório e raios-X, porteiros, motoristas etc.

Os dados foram tabulados e analisados utilizando-se o programa Epi Info, versão 3.3.2 de 2005 e do programa Statistical Package for Social Science (SPSS) para Windows, versão 13.0, resultando em análise descritiva e cruzamento entre as variáveis pelo teste de Qui-Quadrado, com nível de significância de 5%.

O estudo teve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Londrina com o Parecer nº 278/07.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com a finalidade de conhecer a população estudada, a TAB. 1 apresenta os dados referentes às características sociodemográficas dessa população.

No grupo estudado, a maioria erado sexo feminino 130 (69,5%), com predomínio de profissionais casados 111 (59,4%) e com filhos 152 (81,3%). Geralmente é atribuída ao casamento ou a um relacionamento estável menor chance de desenvolver o Burnout, enquanto a condição dos solteiros, viúvos e separados aumenta as chances.9 Os relacionamentos estáveis e a presença de filhos contribuem para o equilíbrio da vida profissional e na busca de estratégias de enfrentamento de situações de conflito e dos agentes estressores ocupacionais.10 Com relação à faixa etária, observou-se que a maioria encontrava-se entre 39 e 48 anos (35,3%), sendo que a idade pode ser facilitador ou inibidor dos agentes estressores. Para os profissionais jovens, a idade atua como um facilitador.10

Quanto à atividade física, 112 (59,9%) disseram que não praticam regularmente nenhum tipo de atividade física. Essa prática é considerada uma forma de prevenção, combate ao estresse e redução de tensões, além do que seus efeitos mostram-se eficazes para a modificação do humor, melhora a qualidade de vida, o bem-estar físico e mental e aumento da produtividade.9

Em relação à pratica do lazer, a maioria dos participantes da pesquisa - 141 (75,4%) - relatou que tinha o hábito de desfrutar atividades de lazer, as quais contribuem para o bem-estar das pessoas.9

O ambiente de trabalho, as condições de trabalho, o acúmulo de atividades e a carga horária recaem sobre o trabalhador, influenciando no desenvolvimento da Síndrome de Burnout. Na TAB. 2 são apresentadas as características laborais da população estudada:

 

 

Com relação às características laborais da população estudada, observa-se, na TAB. 2, que os funcionários públicos, na sua maioria - 94 (50,3%) -, eram concursados. Aproximadamente 29,9% dos profissionais lotados na instituição possuíam outro vinculo empregatício.

Estudo9 mostra que os trabalhadores da área da saúde têm sua carga horária cada vez mais exaustiva, principalmente os profissionais da enfermagem, que muitas vezes são sujeitos a trabalhar em condições desagradáveis, pela necessidade de plantões, horas extras, dupla jornada, salários baixos, além de precisarem estar em constante processo de aperfeiçoamento.

As situações de difícil recuperação ou não recuperação do doente, vivenciadas pelos profissionais, podem levar a um sentimento e insatisfação profissional. A falta de preparo dos profissionais para lidar com a morte também pode gerar sentimento de impotência.11

Do total da população, 80 (42,7%) funcionários foram incluídos na categoria A (prestam cuidados direto ao paciente) e 107 (57,2%) na categoria B (não prestam cuidados direto ao paciente). As três dimensões sintomatológicas da Síndrome de Burnout foram representadas e agrupadas em cada uma das categorias A e B, conforme representadas no GRÁF. 1:

 

 

O teste de associação entre as categorias A e B, no que se refere à dimensão "exaustão emocional", mostrou que, para as duas categorias, se destaca a classificação baixo, porém essa associação não foi estatisticamente significativa (p=0,32). Na dimensão "despersonalização", na categoria A, observou-se similaridade de percentuais entre alto, médio e baixo, enquanto na categoria B classificou-se em baixo, porém essa diferença entre A e B não foi significativa (p=0,62). Na dimensão "realização profissional", mostram-se diferenças entre as duas categorias, pois na categoria A as maiores porcentagens foram entre alto e médio e, na categoria B, encontram-se em médio e baixo, porém essa diferença entre as duas categorias não foi significativa (p= 0,23).

Os funcionários de ambas as categorias, de acordo com a sua predisposição à Síndrome de Burnout, foram classificados em: manifestações presentes de Burnout, elevado risco, moderado risco e reduzido risco de desenvolverem a síndrome, como mostra a TAB. 4.

Na TAB. 4, destaca-se a incidência de Burnout em 17 sujeitos que participaram da pesquisa, sendo que foram 9 (11,3%) sujeitos na categoria A e 8 (7,5%) sujeitos na categoria B, confirmando sua manifestação nesse grupo e salientando a existência de Síndrome de Burnout na amostra estudada.

A síndrome, geralmente, é observada em pessoas competentes, dedicadas, comprometidas, responsáveis e motivadas que não conseguem suportar o grande estresse contido em seu trabalho, possui grande desejo de ajudar as pessoas e preocupação social constante, além de não estarem preparadas para as frustrações.12

A TAB. 4 mostra que, na categoria A, 9 (11,3%) participantes e, na categoria B, 16 (15,0%) participantes mostraram elevado risco para desenvolver a síndrome. Esse resultado demonstra a possibilidade de aumento da incidência da Síndrome de Burnout nas duas categorias, independentemente do contato direto com a assistência ao cliente.

Os resultados obtidos para a análise do risco moderado para desenvolver Burnout foram semelhantes na categoria A, com 26 (32,5%) e na categoria B 37 (34,6%), mostrando que esses profissionais têm grandes chances de desenvolver a síndrome.

O elevado risco, somado ao moderado risco, sugere a existência de um processo em curso e que esses profissionais estão sofrendo com sintomas de Burnout em alguma dimensão da síndrome.

Os sintomas de Burnout são classificados como físicos (fadiga constante, distúrbios do sono, dores musculares, astenia, cefaleia, dentre outros), psíquicos (diminuição da memória, falta de atenção, diminuição da capacidade de tomar decisões, obsessão por determinados problemas, ideias fantasiosas) e defensivos (isolamento, aumento do consumo de bebidas alcoólicas, fumo, drogas, perda da iniciativa).10 Esses sintomas não necessariamente precisam estar presentes em todos os casos. Isso dependerá de fatores individuais, como a predisposição genética e fatores ambientais, como o local de trabalho e o estágio em que o sujeito se encontra no processo de desenvolvimento da síndrome.13

O portador se torna diferente que sujeito que já tem a síndrome instalada. O portador pode ter, pelo menos, uma das dimensões alteradas, e quem já tem Burnout deve ter as dimensões alteradas sem condições de dar continuidade ao seu trabalho de forma eficiente, com eficácia e efetividade.9

O reduzido risco de desenvolver Burnout foi observado em valores quase semelhantes também nas duas categorias, sendo 36 (45,0%) na A e 46 (43,0%) na B, os quais apresentam características de personalidade resistentes aos acontecimentos estressantes, atuando como indicador negativo ao estresse. 14

Estudos encontrados sobre Burnout fazem referência a profissionais da área da saúde (enfermeiros, médicos, psicólogos, estudantes da área da saúde) e também a professores, caracterizando uma síndrome que acomete profissionais que estão em contato direto com outras pessoas, porém todos estão sujeitos a Burnout, uma vez que o que desencadeia a patologia são as características pessoais e as condições de trabalho.9,14

Entretanto, Camara e Carlotto15 afirmam que a síndrome não tem mais atingido somente as profissões que mantêm contato direto com pessoas, afeta praticamente todas as profissões, considerando que todas possuem algum tipo de contato interpessoal. Pela própria característica do cargo, existem profissões de risco e de alto risco, sendo que são poucas as não atingidas pelo Burnout.

O ambiente de trabalho que favorece o aparecimento de Burnout é esperado, maior rotatividade de funcionários, absenteísmo, queda da qualidade e produtividade, licenças médicas diversas, dentre outras incidências.16

O profissional que tem a manifestação do Burnout ou está em processo de desenvolvimento apresenta exaustão física e mental, sente-se sem ânimo e expectativas para dar continuidade a seus projetos, desencadeando problemas emocionais na vida pessoal e profissional.11

O profissional que sente exaustão física, emocional ou mental tem elevado custo, tanto para ele próprio quanto para a instituição, com a perda da qualidade, produtividade e, como consequência, com a redução de seus recursos financeiros.13

 

CONCLUSÃO

A população estudada está vulnerável ao desenvolvimento da síndrome, pois mantém contato com os fatores predisponentes de Burnout. A pesquisa mostrou a Síndrome de Burnout tanto em profissionais que estão em contato direto com pessoas, como também naqueles que não estão. Independentemente do cuidado direto ao paciente ou não, a maioria dos profissionais apresentou pontuação relevante para elevado risco e moderado risco, mostrando que há predisposição à doença, bem como o processo de desenvolvimento da síndrome, estando com pelo menos uma das dimensões afetadas.

Entretanto, a população estudada mostrou pontuação significativa por apresentar reduzido risco, demonstrando resistência diante dos acontecimentos estressantes. O fator de prevenção à síndrome mais utilizado entre a população estudada foi a prática regular de atividades de lazer, contribuindo para o enfrentamento da doença.

É imprescindível investir em prevenção, evitando consequências da doença, para o indivíduo e para a instituição, que podem provocar o absenteísmo, rotatividade de profissionais, baixa produtividade e acidentes de trabalho. Para isso, é preciso que ocorra redução do desgaste físico, mental e emocional, promovendo o bem-estar e a saúde dos empregados, para que se sintam comprometidos e satisfeitos com o ambiente de trabalho, refletindo no funcionamento da instituição. Para prevenir o desenvolvimento da Síndrome de Burnout, a primeira medida a ser tomada é a informação e a comunicação. Somado a isso, os profissionais precisam encontrar um mecanismo de defesa e combate ao Burnout. Esse comprometimento deve partir do indivíduo, ao reconhecer que determinadas estratégias podem trazer grandes impactos à sua saúde física, mental e também ao seu desempenho na vida profissional.

 

AGRADECIMENTOS

Agradecemos à Diretoria e à Gerência de Enfermagem da instituição onde o estudo foi realizado pelo apoio e acesso ao serviço.

 

REFERÊNCIAS

1. Murofuse NT, Abranches SS, Napoleão AA. Reflexões sobre estresse e Burnout e a relação com a enfermagem. Rev Latinoam Enferm. 2005;13(2):255-61.

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3. Costa JRA, Lima JV, Almeida PC. Stress no trabalho do enfermeiro. Rev Esc Enferm USP. 2003;37(3):63-71.

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6. Berezin R, Barboza JIRA. A síndrome de burnout em graduandos de enfermagem. Einstein (São Paulo). 2007;5(3):225-30.

7. Carloto MS, Nakamura AP, Camara SG. Síndrome de Burnout em estudantes universitários da área da saúde. Psico (Porto Alegre). 2006;37(1):57-62.

8. Benevides-Pereira AMT. MBI - Maslach Burnout Inventory e suas adaptações para o Brasil [resumo]. In: 32ª Reunião Anual de Psicologia, Rio de Janeiro; 2001. p. 84-5.

9. Ebisui CTN. Trabalho docente do enfermeiro e a Síndrome de Burnout: desafios e perspectivas [tese]. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/ USP, São Paulo; 2008. 250 f.

10. Menegaz FDL. Características da incidência de Burnout em pediatras de uma organização hospitalar pública [dissertação]. Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis; 2004. 85f.

11. Campos RG. Burnout: uma revisão integrativa na enfermagem oncológica [dissertação]. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/ USP, São Paulo; 2005. 150 f.

12. Mulato SC. O docente universitário em Enfermagem e a Síndrome de Burnout: uma questão de educação para a saúde [dissertação]. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/ USP, São Paulo; 2008. 149 f.

13. Volpato DC, Gomes FB, Castro MA, Borges SK, Justo T, Benevides-Pereira AMT. Burnout: o desgaste dos professores de Maringá. Rev Eletrônica InterAção Psy. 2003;1(1):42-8.

14. Mallar SC, Capitão CG. Burnout e hardiness: um estudo de evidência de validade. Rev Psico USF. 2004;9(1):19-29.

15. Camara SG, Carlotto MS. Análise da produção científica sobre a Síndrome de Burnout no Brasil. Psico (Porto Alegre). 2008;39(2):27-31.

16. Garcia LP, Benevides-Pereira AMT. Investigando o Burnout em professores universitários. Rev Eletrônica Inter Ação Psy. 2003 ago; 1(1):76-89.

 

 

ANEXO

 

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