REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 12.1

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Relato de experiência

Oficina de Culinária: resgate da cotidianidade das mães acompanhantes de recém-nascidos de uma unidade de terapia intensiva neonatal

Cookery Workshop: recovery of daily routine of accompanying mothers in a neonate intensive care unit

Caroline Oliveira AlvesI; Renata Pereira RodriguesII; Erika da Silva DittzIII

IEstudante do 8º período do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais. Estagiária do Serviço de Terapia Ocupacional do Hospital Sofia Feldman. Minas Gerais, Brasil
IIEstudante do 10º período do Curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais. Estagiária do Serviço de Terapia Ocupacional do Hospital Sofia Feldman. Minas Gerais, Brasil
IIITerapeuta Ocupacional do Hospital Sofia Feldman. Especialista em Neuropsicologia pela FUMEC. Doutoranda em Ciências da Saúde na área de concentração em saúde da criança e do adolescente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. Minas Gerais, Brasil

Endereço para correspondência

Avenida Miguel Perrela, 199/103, Castelo
Belo Horizonte-MG, CEP: 31 330-290
E-mail: erikadittz@hotmail.com

Data de submissão: 9/11/2007
Data de aprovação: 1º/4/2008

Resumo

O ato de comer pode ser considerado uma atividade humana central não só por sua freqüência e importância, mas também por possibilitar a reunião dos indivíduos para compartilhar uma refeição. Essa reunião favorece um tipo de socialização que transcende o simples naturalismo desse ato. Neste artigo, relata-se a experiência da Oficina de Culinária realizada com mães que acompanham os filhos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital Sofia Feldman, em Belo Horizonte-MG. Ao decidir permanecer com o filho hospitalizado, a mãe se afasta temporariamente de sua cotidianidade, de suas atribuições como mulher, mãe e companheira. Nesse contexto, a Oficina de Culinária mostra-se como uma possibilidade para o resgate dessa cotidianidade. Durante a Oficina, as mães são estimuladas a sugerir receitas que fazem parte de seu cotidiano e da sua história de vida, assim como a participar de todas as etapas da atividade. Após o preparo, o grupo se reúne para degustar o alimento produzido e partilhar informações, impressões e percepções sobre o que foi realizado. A prática da atividade possibilita à mãe resgatar elementos do seu cotidiano e mostra-se importante para o enfrentamento e a superação dos conflitos que vivenciam nesse período.

Palavras-chave: Terapia Ocupacional; Bem-Estar Materno; Assistência à Saúde; Recém-nascido; Terapia Intensiva Neonatal.

 

INTRODUÇÃO

Em decorrência da necessidade de hospitalização do recém-nascido, as mães vivenciam sentimentos e situações que têm sido temas de vários estudos que têm reorientado a organização dos serviços de saúde e a prática dos profissionais, no sentido de aprimorar atendimento às necessidades de saúde do recém-nascido e de sua família.

Em um estudo com o objetivo de conhecer a vivência das mulheres que acompanham os filhos durante a internação na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), verificou-se que a permanência no hospital é uma experiência de perdas e ganhos. Por um lado, a mulher perde ao se distanciar da família, de sua cotidianidade e de suas atribuições como mulher, mãe e esposa. Por outro, ela tem a possibilidade de conviver com outras mulheres que se encontram na mesma condição e de adquirir confiança e habilidade para o cuidado do filho.1

Sobre a compreensão das mulheres que realizam o cuidado Mãe Canguru, evidenciou-se que o período de permanência com os filhos na Unidade foi marcado por renúncias, principalmente aquelas que dizem respeito às condições de vida que lhes proporcionariam conforto e à companhia de seus familiares.2

Bezerra e Fraga3 constataram que o acompanhamento de um filho hospitalizado é vivenciado pela mãe como um momento, nem sempre breve, de preocupação e sofrimento, concretizado em insônia, falta de apetite, desconforto mental e depressão.

A realização de atividades de lazer, como uma das formas de auxiliar as mães a enfrentar a situação de hospitalização do filho, possibilitou reduzir o estresse, favoreceu a socialização das mães e contribuiu para o processo de humanização da assistência oferecida ao recém-nascido e sua família.4 A esse respeito, Dittz1 constata que a realização de atividades em grupo possibilita a criação de um espaço que favorece o diálogo entre as mães e a construção de alternativas para enfrentar as dificuldades e lidar com os conflitos decorrentes da convivência no novo ambiente.

Nesse sentido, com vista a possibilitar o desenvolvimento emocional e promover a saúde mental do recém-nascido e de sua família durante o período de hospitalização, o Serviço de Terapia Ocupacional do Hospital Sofia Feldman (HSF) desenvolve atividades como: grupo de terapia ocupacional, oficina de culinária, grupo de reflexão, bingo e banho de sol.5

Neste estudo, relata-se a experiência da realização da Oficina de Culinária com as mães de recém-nascidos internados na UTIN e reflete-se sobre as possibilidades de utilização desse recurso no acompanhamento a essas mulheres.

 

O HOSPITAL SOFIA FELDMAN

A Fundação de Assistência Integral à Saúde/Hospital Sofia Feldman (FAIS/HSF), uma instituição filantrópica especializada na assistência à saúde da mulher e do recém-nascido, atende exclusivamente à clientela do Sistema Único de Saúde (SUS). O HSF está localizado no Distrito Sanitário Norte, na periferia de Belo Horizonte, e é referência para uma população de aproximadamente 600 mil habitantes.

A implantação da humanização da assistência aos usuários como filosofia de trabalho na instituição iniciou-se com sua inauguração em 1982, mediante a implementação do controle social, com a participação de lideranças comunitárias, gestores dos serviços públicos de saúde, conselhos de saúde, voluntários e trabalhadores.

A instituição tem como um dos diferenciais da assistência prestada à população a abordagem integral e holística. Além de incentivar o parto normal com participação ativa das mulheres e de seus familiares, estimula o contato precoce entre mãe e filho, buscando mantê-lo por meio do Alojamento Conjunto da Unidade de Cuidado Canguru ou oferecendo à mãe condição de permanecer na instituição caso haja necessidade de o filho receber cuidados de médio a alto risco.

Nessa perspectiva, o Alojamento Materno foi criado em 2001, com o objetivo de oferecer às mães de recém-nascidos internados na UTIN condições de permanência na instituição em período integral, a fim de favorecer e de fortalecer o vínculo mãe-filho, de incentivar e de manter o aleitamento materno e de capacitar a mãe como cuidadora. Em junho de 2006, foi adquirida uma casa nas proximidades do hospital, denominada Casa de Sofias, o que possibilitou oferecer às mães melhores condições de permanência durante a internação dos filhos. Esse novo espaço tem capacidade para acolher 20 mães e é equipado com lavanderia, cozinha, sala de televisão e uma área de convivência ao ar livre. A terapeuta ocupacional, com o apoio da equipe multiprofissional no acompanhamento às mães, é responsável pela gerência da Casa de Sofias.

A criação e a manutenção da Casa de Sofias estão em consonância não apenas com a missão do hospital de oferecer aos usuários uma assistência que garanta a integralidade e a humanização da assistência, mas também com a decisão política de garantir, com qualidade, independentemente do financiamento do SUS, o cumprimento das determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente cujo artigo 12 reza: "Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente".6

Portanto, essa iniciativa reflete os valores institucionais cuja assistência oferecida tem sua centralidade no usuário e busca atender às necessidades dele e proporcionar-lhe maior autonomia e inclusão no processo assistencial.

 

OFICINA DE CULINÁRIA: ESPAÇO DE ENCONTRO DO PARTICULAR E DO COLETIVO

O comportamento relativo à comida liga-se diretamente ao sentido que conferimos a nós mesmos e à nossa identidade social.7,8 Assim, as práticas alimentares possibilitam expressar a cultura em que cada um está inserido.

A alimentação e o ato de comer fornecem ao indivíduo segurança para desempenhar outros papéis, além de servir de modelo para distinguir o eu do outro. Dessa forma, o ato de comer pode ser considerado uma atividade humana central não só por sua freqüência e importância, mas também porque cedo se torna a esfera na qual é permitido ao indivíduo fazer alguma escolha e, conseqüentemente, afirmar sua individualidade.9

O ato de comer é considerado uma trivialidade muito primitiva, própria do desenvolvimento dos valores vitais, comum a cada indivíduo. É isso que possibilita a reunião dos indivíduos para compartilhar uma refeição e, nessa oportunidade, desenvolver um tipo de socialização que permite a superação do simples naturalismo do ato de comer.10

A alimentação não deve ser entendida como um ato solitário, uma vez que envolve outras pessoas na produção do alimento, no preparo dele e, sobretudo, na partilha, ocasião em que se criam e se mantêm formas ricas de sociabilidade. Nesse sentido, a alimentação pode ser compreendida como um processo social complexo que envolve diferentes esferas da vida social.11

Diante dos significados e da centralidade que o ato de comer tem na vida dos indivíduos, podemos inferir que a Oficina de Culinária surge como um recurso que possibilita às participantes resgatar elementos que fazem parte da sua história de vida e compartilhá-los com as demais integrantes do grupo. Ao mesmo tempo que a Oficina traz a marca da particularidade dos sujeitos nela envolvidos, também é compartilhada com o coletivo.

Ao acompanhar a internação do filho, a mãe se afasta de seu cotidiano e passa a conviver em um ambiente marcado pelas rotinas hospitalares. Nesse novo ambiente, ela depara com horários para realizar suas próprias refeições e para participar de alguns cuidados relativos ao filho.

Ao discorrer sobre a atuação do terapeuta ocupacional no cotidiano, Francisco12 tece as seguintes considerações:

Lidar com o cotidiano é sempre uma intervenção que exige lidar com o concreto do homem, esse movimento de múltiplas relações. O cotidiano não é rotina, não é simples repetição mecânica de ações que levam o fazer por fazer. O cotidiano é o lugar onde buscamos exercer nossa prática transformadora.

O terapeuta ocupacional, mediante o uso de atividades, contribui para a elaboração crítica do cotidiano, uma vez que favorece ao sujeito a livre escolha e a ressignificação de seu cotidiano. O acompanhamento terapêutico ocupacional está centrado na retomada da historicidade do sujeito, considerando o seu contexto, e na sua inserção como participante no coletivo.13

A Oficina de Culinária é realizada uma vez por semana na Casa de Sofias e é coordenada pela terapeuta ocupacional. Tem início com uma reunião, para a qual são convidadas todas as mães que se encontram na casa. As mães são estimuladas pela terapeuta ocupacional a sugerir receitas que fazem parte do cotidiano delas ou que gostariam de aprender. Em algumas situações, a receita é indicada pela terapeuta ocupacional, como naquelas em que as mães estão fragilizadas emocionalmente em decorrência da morte de algum bebê internado na UTIN, uma vez que elas se mostram solidárias e identificadas com o sofrimento da mãe que vivencia a perda do filho. Observa-se que, ao indicar a receita e sustentar a realização da atividade com o grupo, a terapeuta ocupacional possibilita a reestruturação desse grupo, tendo em vista que as mães se reúnem em torno de um objetivo comum, e garante a manutenção de um espaço onde elas se acolhem mutuamente e expressam seus sentimentos. Essa atitude da terapeuta ocupacional teve aporte em Afonso,14 que defende que o coordenador do grupo deve ter papel ativo, sem ser intrusivo e impositivo.

Após a definição da receita a ser preparada, é feita a divisão de tarefas entre as mães, tais como providenciar os ingredientes, executar a receita e organizar a cozinha. Dada a limitação do espaço físico, não é possível a presença de todas as mães na cozinha. Todavia, mesmo não participando diretamente da atividade, elas se mostram envolvidas, o que pode ser observado pelos comentários sobre o cheiro vindo da cozinha e pela expectativa em degustar o que está sendo preparado. Nessa etapa da Oficina, a terapeuta ocupacional atua como facilitadora e estimuladora do grupo.

Ao iniciarem a atividade, as mães discutem qual será a forma mais adequada de preparar a receita, distribuem as tarefas e buscam soluções para as dificuldades que surgem, como a adaptação da receita pela falta de algum ingrediente ou a dificuldade em acertar o ponto da calda do bolo.

Para compreender as interações que se estabelecem entre as participantes no decorrer da Oficina, reportamo-nos a Mailhiot,15 que considera que o trabalho com grupos constitui um conjunto de relações que se encontra em constante movimento, sendo que o grupo possui uma dinâmica que inclui a construção de normas; a comunicação, a cooperação e a competição; a divisão de tarefas; e a distribuição de poder e liderança. É na interação face a face que os integrantes do grupo se apreendem mutuamente ao vivenciarem e partilharem a mesma situação, possibilitando que aconteça a mudança social.

O processo terapêutico realiza-se mediante o manuseio de diferentes materiais/atividades/situações, possibilitando ao sujeito o reconhecimento e o enfrentamento de suas dificuldades cotidianas, na busca do enriquecimento de suas necessidades concretas, no interior da coletividade.13

Após o preparo do alimento, as mães que estão na casa são convidadas a degustar a receita. Nesse momento, elas se reúnem, compartilham a experiência do preparo da receita e saboreiam o alimento preparado. Esse momento do grupo remete ao descrito por Afonso,16 que considera que a reflexão consciente e racional, desenvolvida no grupo, articula-se com a emoção, os vínculos e a experiência, podendo surtir efeitos de mudança.

Na realização da Oficina de Culinária, a terapeuta ocupacional busca acolher e incentivar o grupo, acompanhando todas as etapas da atividade, desde a mobilização até a degustação do alimento. No decorrer da Oficina, a terapeuta ocupacional age como um incentivador, ajudando o grupo a sistematizar os conteúdos e os processos emergentes a fim de se refletir sobre eles.16

Para mobilizar as mulheres para a atividade e divulgar as receitas realizadas, elaborou-se um quadro que foi afixado na geladeira da Casa de Sofias com a receita da semana. Para o registro das receitas, foi criado um livro onde uma das participantes escreve a receita durante o preparo dela. O livro pode ser consultado pelas mães, quando desejarem.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O relato da realização da Oficina de Culinária e a reflexão sobre sua utilização como recurso no acompanhamento das mães de recém-nascidos hospitalizados permitiram-nos constatar que o ato de preparar o alimento e o de reunir o grupo para degustá-lo possibilitam às mulheres resgatar sua cotidianidade, partilhar suas experiências e habilidades, bem como criar um espaço de socialização e de lazer.

As mulheres temporariamente afastadas de suas atividades cotidianas têm na Oficina de Culinária uma possibilidade de retomar, ainda que por pouco tempo, algumas dessas atividades, podendo, assim, distanciar-se um pouco das dificuldades decorrentes do processo de internação do filho. Evidencia-se também a possibilidade de construção de um espaço que seja apenas delas, onde elas possam existir como mulheres que têm suas próprias necessidades e desejos, para além daqueles que contemplam a maternidade.

Durante a Oficina de Culinária, é possível observar que as participantes, em sua maioria, assumem uma postura ativa, como quando combinam a receita a ser preparada ou qual adaptação deve ser realizada na falta de um ingrediente ou utensílio doméstico. Essa postura, evidenciada durante o fazer, é percebida na autonomia que têm no decorrer de todo o processo, como a escolha do horário da partilha do alimento e a presença de algum convidado para degustá-lo.

Ao estimular as mães a sugerir receitas, torna-se possível acessar a particularidade de cada sujeito envolvido. Mas a Oficina também remete ao coletivo, quando a receita é preparada por várias mulheres e todas se reúnem para partilhar o que foi preparado por algumas.

Pelo exposto, a Oficina de Culinária surge como um recurso que possibilita à mulher resgatar elementos de seu cotidiano e de sua históriade vida. A interação estabelecida entre elas favorece a troca de experiência e mostra-se importante para o enfrentamento e a superação dos conflitos vivenciados nesse período. Considera-se, ainda, a necessidade da realização outros estudos que lhes permitam opinar sobre a experiência vivida no cotidiano enquanto acompanham seus filhos internados.

 

REFERÊNCIAS

1. Dittz ES. A vivência da mulher-mãe no Alojamento Materno durante a internação do recém-nascido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal [dissertação]. Belo Horizonte (MG): Faculdade de Medicina de Belo Horizonte - Universidade Federal de Minas Gerais; 2006.

2. Duarte ED, Sena RR. Experiências de mulheres no desenvolvimento do método canguru. Reme Rev Min Enferm. 2004 out./dez.;8(4):436-41.

3. Bezerra LFR, Fraga MNO. Acompanhar um filho hospitalizado: compreendendo a vivência da mãe. Rev Bras Enferm. 1996 out./dez.;49(4):611-24.

4. Scochi CGS, Brunherotti MR, Fonseca LMM, Nogueira FS, Vasconcelos MGL, Leite AM. Lazer para mães de bebês de risco hospitalizados: análise da experiência na perspectiva dessas mulheres. Rev Latino-Am Enferm. 2004 set./out.;12(5):727-35.

5. Dittz ES, Melo DCC, Pinheiro ZMM. A terapia ocupacional no contexo da asssistencia à mãe e à família de recém-nascidos internados em unidade de terapia intensiva. Rev Ter Ocup Univ São Paulo. 2006 jan./abril;17(1):42-7.

6. Brasil. Ministério da Saúde. Estatuto da criança e do adolescente. Brasília: Ministério da Saúde; 1991.

7. Braga V. Cultura alimentar: contribuições da antropologia da alimentação. Saúde em Rev. 2004;6(13):37-44.

8. Mintz SW. Comida e antropologia: uma breve revisão. Rev Bras Cien Sociais. 2001 out.;16(47):32-41.

9. Collaço JHL. Um olhar antropológico sobre o hábito de comer fora. São Paulo: Campos; 2003. p.171-94.

10. Simmel G. Sociologia da refeição. Est Históricos. 2004;33:1-8.

11. Romanelli G. O significado da alimentação na família: uma visão antropológica. Medicina (Ribeirão Preto) 2006;39(3):333-9.

12. Francisco BR. Terapia Ocupacional. 2a ed. Campinas (SP): Papirus; 2001.

13. Galheigo SM. O cotidiano na terapia ocupacional: cultura, subjetividade e contexto histórico-social. Rev Ter Ocup Univ São Paulo 2003 set./dez.;14(3):104-9.

14. Afonso L, Organizadora. Oficinas em dinâmica de grupo na área da saúde. São Paulo(SP): Casa do Psicólogo; 2006.

15. Mailhiot GB. Dinâmica e gênese dos grupos. 5a ed. São Paulo (SP): Livraria Duas Cidades; 1991.

16. Afonso L, Organizadora. Oficinas em dinâmica de grupo: um método de intervenção psicossocial. 2a ed. Belo Horizonte (MG): Edições de Campo Social; 2000.

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