REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 10.2

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Revisão Teórica

Participação do pai no nascimento e parto: revisão da literatura

Father's participation in childbirth and obstetric delivery: review of literature

Silvia Patrícia Madureira Mazzieri1; Luiza Akiko Komura Hoga2

1Enfermeira Obstétrica. Mestre em Enfermagem. Email: silpamadu@hotmail.com
2Enfermeira Obstétrica. Livre-docente em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo

Endereço para correspondência

Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419
São Paulo, SP. CEP: 05403-000
mail: kikatuca@usp.br

Recebido em: 27/03/2006
Aprovado em: 06/05/2006

Resumo

Foi realizada uma revisão sistemática da literatura científica relativa à temática "participação do pai no nascimento e parto", nas bases de dados MEDLINE, LILACS, CINAHL, DEDALUS/USP, COCHRANE, BDENF, CUIDEN e PORTAL CAPES, do período de 1995 a 2004. Foram encontradas 28 publicações que abordavam conteúdos relativos à participação do pai no processo gestacional, nascimento e parto; os âmbitos psicológico, social e cultural da paternidade; a paternidade na adolescência e aspectos genéticos da paternidade. Considera-se que a aplicação das evidências científicas na prática assistencial, de forma contextualizada, promove a qualidade do cuidado ao nascimento e parto.

Palavras-chave: Parto, Parto Humanizado, Pai, Paternidade

 

INTRODUÇÃO

A humanização do cuidado no nascimento e parto é um desafio da atualidade e abrange a inclusão do pai ou do acompanhante de escolha da parturiente ou, até mesmo, a não participação destas pessoas na assistência. Ela requer que a devida atenção seja destinada à perspectiva da gestante pois o atendimento de suas necessidades constitui um pressuposto básico da assistência obstétrica.(1)

A participação ativa do pai na gravidez, parto e pós-parto é considerada importante. Avalia-se, entretanto, que tal atitude deva ser reflexo de uma decisão consciente tomada em conjunto com a gestante, e não resulte do desejo de corresponder às expectativas dos demais membros da família, dos profissionais e da própria sociedade.

No cotidiano das maternidades, sobretudo nas instituições privadas de saúde, as equipes médicas adotam condutas diferenciadas no que se refere à participação do pai no nascimento e parto. Esta divergência é um problema para os demais membros da equipe profissional porque ela dificulta a tomada de medidas que visam o atendimento das demandas apresentadas pelas parturientes e seus acompanhantes. O trabalho desenvolvido por enfermeiras obstétricas nas maternidades torna-se angustiante quando surge a necessidade de intermediar a complexa relação entre médicos obstetras e gestantes, seus familiares e amigos. Alguns médicos adotam atitudes profissionais rígidas, contrárias à participação do pai no parto. Por outro lado, as gestantes expressam o desejo de ter um acompanhante de sua escolha no parto.

A enfermeira obstétrica deve negociar uma solução para este impasse e no desenvolvimento de seu trabalho, este profissional deve aplicar seu conhecimento teórico e seus atributos do campo das relações interpessoais com sabedoria, visando a qualidade da assistência. Trata-se de problemática que merece ser solucionada de forma harmoniosa pois vislumbra-se uma avaliação positiva da assistência, sobretudo pelas gestantes e seus familiares. Considera-se que um dos principais fatores a considerar no planejamento do cuidado é a satisfação pelo atendimento recebido, na perspectiva dos usuários das instituições de saúde.

Profissionais envolvidos com a assistência obstétrica devem saber discutir a respeito da participação do pai no nascimento e parto com fundamentação científica adequada. Face à pertinência e necessidade do domínio desta temática pelas pessoais envolvidas no planejamento e desenvolvimento da assistência à gestante e sua família, realizou-se esta pesquisa, que teve o objetivo de revisar a literatura científica relativa à participação do pai no nascimento e parto.

 

SISTEMÁTICA ADOTADA PARA REVISÃO DE LITERATURA

Foi feita a identificação dos descritores na lista oficial disponibilizada na página eletrônica da Biblioteca Regional de Medicina (BIREME) com a assessoria de uma biblioteconomista. Foram considerados adequados os termos "paternidade", "pai", "nascimento" e "parto" e eles foram utilizados no processo de busca, que foi realizada nas bases Medical Literature Analysis and Retrieved System on-line (MEDLINE), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Cummulative Index for Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Banco de Dados Bibliográficos da USP (Dedalus), Biblioteca Cochrane, Banco de Dados da Enfermagem (BDENF), Base de Dados de Enfermagem em Espanhol (CUIDEN) e Portal Capes. Foi feita a revisão do período compreendido entre 1995 a 2004.

No processo de busca foram utilizadas as versões dos descritores nos idiomas português, inglês e espanhol e constituíram critérios de inclusão a existência de pelo menos dois dos descritores no resumo ou no título da publicação e estar escrito nos idiomas português, espanhol ou inglês.

Os resultados constantes em cada item identificado foram distribuídos em categorias temáticas. A realização deste trabalho com o conjunto de publicações resultou no produto final deste trabalho, qual seja, a descrição do estado da arte do conhecimento científico relativo à participação do pai no nascimento e parto.

 

RESULTADOS

Foram identificadas 28 publicações que se enquadravam nos critérios estabelecidos e estavam distribuídas nas bases LILACS (09), BDENF (08), MEDLINE (06), CUIDEN (03) e DEDALUS (02). Nas demais bases pesquisadas, não foram encontradas publicações na temática pesquisada. Categorias temáticas e respectivos conteúdos

A participação do pai no processo gestacional, no nascimento e parto

A participação ativa do pai no transcurso do processo grávido e puerperal é considerada importante e este envolvimento deve ter início em momento mais precoce possível. A inclusão do pai no preparo para o parto é importante porque produz reflexos positivos nos diversos âmbitos da assistência. São fatos que justificam a recomendação da inclusão do pai nos grupos de preparo para a maternidade e paternidade e nas demais atividades de promoção e educação para a saúde desenvolvidas nos serviços de assistência pré-natal.(2,3) Esta prática é incentivada pelos propositores de políticas públicas de forma reiterada mas não se configura ainda como realidade nas instituições de saúde do contexto brasileiro. Via de regra, os homens permanecem excluídos da assistência nas diversas etapas do curso de vida familiar.(4)

O desejo de participar do processo de nascimento e parto surge dos próprios pais e isto resulta das reflexões que eles fazem a respeito do papel paterno. Independentemente da motivação inicial, o fato é que os pais se sentem extremamente úteis quando participam do parto. Os profissionais constataram também que a promoção da qualidade da assistência ao parto só se efetiva quando os pais participam de todo o processo, de forma ativa.(5,6)

Os homens vivenciam experiências variadas quando participam da assistência ao parto. A especificidade de tal vivência depende de vários fatores, sobretudo da idade, da bagagem cultural e do nível socioeconômico deles.(7)

A preocupação em relação à evolução da gravidez está constantemente presente nos homens e ela se acentua no início do trabalho de parto. Entretanto, nem sempre os homens chegam a compartilhar este tipo de vivência com outras pessoas. Independentemente do tipo de experiência vivido, o fato é que os homens passam a ter mais respeito em relação às mulheres quando eles participam ativamente da experiência do parto.(8) Homens que tiveram esta chance manifestaram sentimentos de alegria. Porém, outros, que não tiveram esta oportunidade, se mostraram desapontados e ressentidos pelo fato de não terem sido correspondidos em suas expectativas. (9)

Sentimentos como ansiedade, preocupação, medo, nervosismo e insegurança fazem parte da experiência masculina do ciclo grávido e puerperal. Eles são vivenciados de forma amena no decorrer da gravidez e se intensificam com a proximidade do parto. Pais que puderam participar de programas educacionais se mostraram mais confiança no desempenho do papel paterno, especialmente no que se referiu ao oferecimento de suporte à gestante. Este aspecto da atenção que foi muito apreciado pelas mulheres.(3,7,10)

Muitos homens desejavam tão somente oferecer apoio às suas esposas no momento do parto. Mas, na realidade, desempenharam um papel mais ampliado pois prestaram cuidados também aos recém-nascidos. Não se configurou, portanto, uma correspondência entre a expectativa dos pais e a experiência vivida por eles. A maioria dos pais mencionou o desejo da participação ativa no parto, por meio do incentivo e auxílio à deambulação, oferecimento de suporte no enfrentamento dos desconfortos provocados pela sensação dolorosa, encorajamento da alimentação, entre outros tipos de atividade.(7)

A respeito do ambiente de assistência ao parto, estima-se que os partos assistidos no próprio local de moradia proporcionam maior participação do pai e da família. Este motivo, associado a outros fatores como a maior possibilidade de domínio e controle da situação por parte do casal, a sensação de mais liberdade e responsabilidade em relação ao evento, fizeram com que muitas famílias tenham dado preferência ao parto assistido no domicílio.(10,11)

O âmbito psicológico, social e cultural da paternidade

No mundo ocidental, o valor da maternidade prevalece sobre o atribuído à paternidade. Avalia-se que o desempenho do papel paterno, um aspecto considerado importante na vida familiar e social, ainda possui muitas lacunas que precisam ser preenchidas. Isto requer que os homens destinem mais esforços no sentido de buscar exercer mais plenamente o seu papel enquanto pai.(11)

Estudos relativos à psicodinâmica da paternidade revelaram que os homens, cujas mulheres estavam grávidas pela primeira vez, apresentaram sintomas psíquicos como alterações no sono e no estado de ânimo, na alimentação e nas atitudes sexuais. Os pesquisadores afirmaram que estes sintomas poderiam ser interpretados como uma forma de defesa contra a inveja da capacidade feminina de procriar. É possível também que a manifestação destes sintomas retrate um mecanismo de superação a que os homens recorrem, de forma consciente ou inconsciente. (12)

O desempenho pleno do papel paterno e os benefícios que ele traz para o desenvolvimento psicológico da criança e a dinâmica familiar são questões indiscutíveis. Nesse sentido, um pesquisa comprovou a existência de associação entre o grau de envolvimento paterno com o filho e o desenvolvimento do ser humano, sobretudo entre aqueles que se encontram em processo de transição nas diversas fases do curso da vida.(13)

Os homens possuem a expectativa de desempenhar e viver, plena e intensamente, o papel paterno na família. Preocupados em alcançar estes objetivos, os pais tentam educar seus filhos adequadamente e buscam estabelecer relacionamentos construtivos com eles. Tudo isto é realizado na medida de suas possibilidades, permanecendo tanto quanto possível, próximos de seus filhos e da esposa.(14)

O estabelecimento de novas relações entre homens e mulheres determinou o surgimento de diferentes padrões familiares. Estima-se que a família contemporânea se encontra em permanente tensão em conseqüência das grandes repercussões que o afastamento ou exclusão do pai da estrutura familiar provocam no desenvolvimento da personalidade infantil. O afastamento definitivo ou temporário da figura paterna favorece o surgimento de padrões de interação disfuncionais entre os membros da família. Esta condição acaba provocando o aparecimento de sintomas graves em alguns de seus membros, sobretudo nas crianças de ambos os sexos, que podem acabar criando uma imagem inadequada de si mesmas.(15)

Os significados pessoais que um grupo de casais que tiveram o primeiro filho atribuíam à paternidade e à maternidade foram levantados com o intuito de detectar possíveis alterações no funcionamento da dinâmica familiar. As mães conseguiam manter uma relação de proximidade com os filhos, porém, os pais necessitaram superar o sentimento de perda que os afetava enquanto não conseguiam criar um vínculo estável no novo tipo de relacionamento, desta vez incluindo o novo membro da família.(16)

As representações sociais relativas ao papel paterno estão se transformando. Os homens pensam cada vez mais a respeito de seu comportamento enquanto pais, o que está provocando mudanças, sobretudo nas suas atitudes da esfera emocional. O novo modo de comportar-se dos pais está fazendo com que eles ampliem seu espaço na construção da identidade paterna. (17,18)

A esfera sociocultural da paternidade também está sendo alvo de grandes transformações. Especula-se, sobretudo nas famílias das camadas médias, sobre o surgimento de um novo modelo de homem e pai, desta vez mais participativo em relação às questões domésticas.(19)

Neste sentido, encontra-se em vigor há algum tempo, uma legislação específica relativa à licença-paternidade, que prevê o afastamento de cinco dias para trabalhadores que se tornaram pais. Constatou-se, entretanto, que a maioria das pessoas desconhece esta lei ou não chega a gozá-la. Estima-se que este comportamento seja uma conseqüência da realidade socioeconômica vigente nos últimos tempos, que não estimula o usufruto deste benefício social, mesmo que previsto em lei.(20)

O papel da mídia na construção da identidade paterna é discutido atualmente com certa freqüência nos veículos de comunicação. As propagandas veiculadas pela televisão mostram uma imagem da paternidade em transformação, que por ser concebida socialmente acompanha inevitavelmente o caráter flexível das demais concepções existentes. É evidente que as diferentes perspectivas envolvidas na construção da identidade paterna na sociedade contemporânea influenciam os homens de variadas culturas em suas decisões relativas ao papel paterno.(21)

A paternidade na adolescência

As principais mudanças na vida decorrentes da maternidade e da paternidade na adolescência foram a necessidade da inserção no mercado de trabalho e a perda de liberdade. Adolescentes do sexo masculino mencionaram que ter de trabalhar para prover necessidades dos filhos e dar-lhes educação, carinho e atenção eram os principais significados que atribuíam ao papel paterno. Preconiza-se a necessidade de construir relações afetivas mais significativas entre pais e filhos, pois os modelos tradicionais caracterizados pelo distanciamento na relação parental ainda prevalecem na sociedade atual. (22)

A idade não é uma variável determinante da interação pai-filho, pelo menos até os três meses de idade da criança. Esta foi a conclusão a que chegou um estudo objetivando verificar a existência de eventuais diferenças no comportamento de pais adolescentes e adultos em relação aos recém-nascidos.(23)

O âmbito genético da paternidade

O cálculo da probabilidade de exclusão da paternidade foi melhorado com o surgimento da possibilidade de marcar o DNA, cujo recurso foi acrescentado à fórmula até então existente. A inclusão deste item ao teste de verificação da paternidade conferiu maior valor ao exame e facilitou o processo de identificação do pai de uma criança. A criação do teste permitiu que inúmeros exames, que eram até então realizados para excluir ao acaso apenas um homem, não fossem mais realizados.(24)

A determinação da paternidade na ausência dos genótipos dos pais legítimos permitiu concluir que há necessidade de comparar os índices de paternidade do pai verdadeiro com outro teoricamente falso mas não excluído. Nos casos em há disputa pela paternidade, alguns fatores da estrutura populacional não podem ser excluídos, caso o gene alelo esteja presente no lócus certo. Um método que permite inferir que o pai verdadeiro pode ser um parente próximo do pai legítimo foi descrito pelos autores desta pesquisa. Eles conseguiram provar que a probabilidade do irmão do pai verdadeiro ter o alelo paternal é muito maior do que qualquer outro parente.(25)

Uma forma de calcular a probabilidade de exclusão da paternidade baseado no lócus multialélico foi demonstrada e utilizada para completar o índice de paternidade nos casos de incesto entre pai e filha.(26) Estimou-se que, nestes casos, a probabilidade de exclusão da paternidade global é menor que o resultado obtido quando os dois parentes não são pai e filha. Caso os genótipos sejam idênticos, tal probabilidade passa a ser zero e caso sejam diferentes, há necessidade de analisar inúmeros genes.

Um cálculo realizado para verificar a possibilidade da paternidade de um tio-avô materno falecido demonstrou que a maior probabilidade de certeza de resultado positivo da paternidade era obtida por meio de testes feitos com material coletado da mãe e da irmã do tio-avô. O método diferiu do método básico até então realizado, em que os testes eram feitos com pessoas ao acaso. (25)

A determinação da paternidade de um possível pai, que teve de se ausentar por questões políticas, foi feita mediante a análise da carga genética dos parentes mais próximos do pai referido.(27)

A biologia molecular proporcionou grandes avanços à elaboração de laudos de perícias médicas. A análise matemática computadorizada, feita por intermédio de digitalização direta das bandas de DNA visando obter resultados estatísticos perfeitos tanto em casos simples como nos complexos, contribuiu para o controle de qualidade do exame. Este é um ítem obrigatório no processo de atendimento dos clientes.(28)

O recurso do polimorfismo de conformação de fitas simples não radioativas foi aplicado com a finalidade de detectar precocemente as possíveis mutações no gene da enzima glucoquinase. O fato da mutação representar a principal causa do Diabetes Mellitus nos jovens foi o que justificou a utilização deste método. A realização deste tipo de pesquisa é importante para obter avanços no conhecimento relativo às patologias que envolvem a herança genética.(29)

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A revisão sistemática da literatura científica resultou na identificação de 28 publicações que se enquadravam aos critérios estabelecidos. Apenas nove delas abordavam a temática da participação do pai no nascimento e parto.

Muitos pesquisadores estão direcionando seus esforços ao estudo do âmbito genético da paternidade. Artigos referentes a esta temática foram incluídos nesta publicação, em obediência à sistemática adotada para rever a literatura. As publicações enfocavam predominantemente os aspectos psíquicos e socioculturais do nascimento e parto.

Pesquisas com enfoque em temas relacionados à participação masculina no nascimento e parto são importantes no contexto atual, sobretudo em razão das rápidas e crescentes transformações na dinâmica social, que exercem influências marcantes nas relações familiares.

Os resultados apresentados nesta revisão sistemática da literatura servem como subsídio aos profissionais e demais pessoais envolvidas na assistência à gestante e sua família. Salienta-se a necessidade da devida contextualização na aplicação prática das evidências científicas, sobretudo quando crenças e valores socioculturais estão envolvidos.

Realizar estudos voltados à perspectiva masculina é considerado relevante pois o maior envolvimento e participação dos homens em todos os âmbitos da assistência à saúde sexual e reprodutiva constitui recomendação internacional.(30)

 

REFERÊNCIAS

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