REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 9.3

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Revisão Teórica

Amamentação: diferentes práticas e diferentes óticas - uma revisão da produção dos programas de pós-graduação em enfermagem (1978-1999)

Breast-feeding: differents practices and differents perspectives - a revision of the nursing postgraduate programs productions (1978 - 1999)

Maria Helena do Nascimento SouzaI; Marléa Chagas MoreiraII; Ivis Emília de Oliveira SouzaIII

IMestre em Nutrição. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem de Saúde Pública da Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN) - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
IIDoutora em Enfermagem. Professora Adjunto do Departamento de Metodologia em Enfermagem da EEAN - UFRJ
IIIDoutora em Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil da EEAN - UFRJ. Docente responsável pela equipe da disciplina Pensamento Contemporâneo do curso de Doutorado da EEAN

Endereço para correspondência

Rua Praia de Botafogo, 132/1202, Flamengo
Rio de Janeiro - RJ. CEP: 22.250-040

Recebido em: 27/09/2005
Aprovado em: 23/11/2005

Resumo

Este estudo objetivou: caracterizar o tipo de estudo e discutir as implicações do saber produzido nos programas de pós-graduação stricto sensu de enfermagem acerca da temática referente à prática da amamentação, no período de 1978 a 1999. Os dados foram coletados com base no Catálogo CEPEn da Associação Brasileira de Enfermagem. Os resultados mostraram que há uma tendência pela utilização da abordagem qualitativa. Conclui-se que é de fundamental importância que os pesquisadores em enfermagem aprofundem e ampliem a sua produção científica pois tal fato garante um aprimoramento de intervenções voltadas para a promoção, proteção e apoio à amamentação.

Palavras-chave: Educação de Pós-Graduação em Enfermagem, Publicações, Dissertações Acadêmicas, Aleitamento Materno

 

INTRODUÇÃO

A partir de uma análise das produções acadêmicas de enfermagem voltadas à prática da amamentação, pretende-se discutir essa temática, reavivando algumas reflexões sobre a prática do aleitamento materno, tomando como base o marco temporal de 1970 a 2000.

A partir de meados da década de 70, tornou-se evidente a crise financeira do Estado, refletindo-se na área social, mediante a miserabilização do operariado e o crescimento da população marginal.(1) Neste contexto, o Brasil passou a conviver com altos índices de mortalidade infantil, na maioria das vezes decorrentes de doenças infecto-contagiosas e da desnutrição infantil. Desta forma, evidenciaram-se esforços nacionais e internacionais voltados para este contingente da população, orientando-se na necessidade de garantir crianças saudáveis.(2) Na área da alimentação infantil, uma das estratégias utilizadas pelo Estado foi a implementação de programas de distribuição de leite em pó para a população de baixa renda; fato que teve uma grande influência na instituição do desmame precoce.(3)

Além disto, em 1974, o jornalista inglês Mike Muller, em sua publicação: "The Baby Killer" demonstrou que o marketing praticado pelas multinacionais fabricantes de leite em pó, ao contrário do que se esperava, elevava os índices de morbi-mortalidade infantil nas populações pobres de países da África, Ásia e América Central; provocando uma grande polêmica entre diversos grupos sociais e as indústrias. Assim, a diarréia e a desnutrição foram consideradas como principais produtos do "desmame comerciogênico".(4) Em decorrência deste fato, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a infância (UNICEF) iniciaram uma mobilização em todo o mundo, com a finalidade de retornar a valorização do ato de amamentação natural(5), considerando como um consenso o fato de que o leite materno deve ser utilizado como fonte exclusiva de nutrientes para a criança durante os primeiros 4 a 6 meses de vida.(6,7,8) Na 54ª. Assembléia Mundial de Saúde de 2001 a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconizou que a amamentação exclusiva deva ocorrer até os seis meses de idade da criança.(9)

De acordo com o exposto acima, na década de 70, a amamentação era vista sob a ótica higienista, biológica, como algo "bom para o bebê", ou seja, como um fator importante para a redução dos índices de morbi-mortalidade infantil. Neste ponto de vista, a prática assistencial voltada à mulher centrava-se num modelo autoritário, onde a amamentação lhe era "imposta" e esta era "culpabilizada" quando não reconhecia os benefícios do leite materno para a criança.

Na década de 80, a mobilização social pró-amamentação constituiu um dos fatores de maior destaque no cenário da promoção do aleitamento materno no Brasil. Em 1981, foi criado o Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno (PNIAM), que foi capaz de articular e congregar esforços dos mais diferentes segmentos da sociedade brasileira, tais como: órgãos de governo, sociedade de classe, organizações não-governamentais, empresas privadas, veículos de comunicação de massa e associações comunitárias. Durante esta década, foram alcançadas as seguintes metas: implantação do sistema de alojamento conjunto nas maternidades; o estabelecimento de normas para implantação e funcionamento de bancos de leite humano; a instituição de um código de comercialização dos sucedâneos do leite materno; a licença-maternidade com duração de 120 dias sem prejuízo para o emprego e o salário; o direito das presidiárias permanecerem com seus filhos durante o período de amamentação; a inclusão do tema em currículos escolares; a realização de programas de capacitação de recursos humanos em diferentes níveis de complexidade; a implantação de centros de referência e a criação de grupos de apoio a mulheres que amamentam.(5,8,10,11) Ressalta-se ainda, que durante os anos 80, houve uma ampliação da atenção à saúde da mulher, passando esta a ser considerada como sujeito da sua própria saúde.(12)

No que diz respeito ao processo de amamentar, notou-se uma preocupação dos profissionais de saúde em incentivar o aleitamento materno mediante o auxílio quanto às técnicas de amamentação: correção de pega/ posição, conduta frente às alterações nas mamas, condições de saúde materna, entre outras. E foram realizadas diversas pesquisas sobre os fatores determinantes para a prática do aleitamento materno, associados à mulher, tais como: idade materna, estabilidade familiar, renda, ocupação e escolaridade.(13,14,15) Apesar de todas as conquistas obtidas na década de 80, na década de 90, estudos evidenciaram ainda, altos índices de desmame precoce, refletindo no baixo grau de resolutividade das ações voltadas para a promoção do aleitamento materno no país.(5,16) Neste sentido, diversas ações foram implementadas tais como: aIniciativa Hospital Amigo da Criança, que incorporou o significado de proteção e apoio à amamentação, superando as formulações que anteriormente só contemplavam aspectos relativos à promoção.(17)

A partir da década de 90, tem-se verificado uma preocupação de diversos autores em apontar a importância do apoio à mulher, ressaltando a influência desta intervenção desde o período gestacional, com a finalidade de diminuir a possibilidade do desmame precoce. (16,18,19,20,21,22) Neste sentido, considerando a relevância das ações de apoio à amamentação no período pré e pós parto, Oliveira(23), em seu estudo estabeleceu os dez passos a serem cumpridos pelas unidades primárias de saúde para se tornarem "Unidades Básicas Amigas da Amamentação", conferindo aos profissionais da rede básica de saúde um importante papel no desenvolvimento de ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno (23).

Além da implementação das estratégias acima mencionadas, no final da década de 90, notou-se uma mudança no enfoque de alguns estudos que mediante uma abordagem qualitativa, vem buscando a compreensão das experiências maternas no ato de amamentar. Evidenciando-se, desta forma, a mulher como protagonista no processo da amamentação, que juntamente com o companheiro e a criança, tem certas experiências e vivências.(18,19,24,21,25,26,27)

Segundo Almeida(8) esta variedade de abordagens com a qual vem sendo tratada a questão da amamentação constitui uma crítica ao atual paradigma, que ao considerar o aleitamento materno como uma prática natural ou instintiva, desconsidera os aspectos socioculturais envolvidos no ato de amamentar. Segundo este mesmo autor: "a amamentação é uma categoria híbrida construída por atributos definidos tanto pela natureza como pela cultura, ou seja, tanto pelas questões biológicas como pelas dimensões socioculturais".

Neste contexto, cabe ressaltar a importância da compreensão de como tem-se dado a construção do conhecimento em enfermagem acerca da temática da amamentação, do ponto de vista das perspectivas: híbrida e da sáude da mulher.

Desta forma, o presente estudo teve como objetivo: caracterizar o tipo de estudo e discutir as implicações do saber produzido nos programas de pós-graduação stricto sensu de enfermagem acerca da temática referente a prática da amamentação, no período de 1978 a 1999.

 

METODOLOGIA

Trata-se de um estudo bibliográfico descritivo de abordagem quantitativa.

Para a realização desta pesquisa foi utilizado o Catálogo do Centro de Estudos e Pesquisa em Enfermagem da Asssociação Brasileira de Enfermagem, que contém a relação de Dissertações e Teses defendidas nos cursos de pós graduação de enfermagem strito-sensu, no período de 1978 a 1999 (ABEn/ CEPEn CD Rom)(28).

Considerando como palavras chaves: aleitamento materno, amamentação e alimentação infantil, entre as produções de enferamagem, foram selecionados 25 resumos de Dissertações de Mestrado, 04 de Teses de Doutorado e um de Livre Docência, referentes á prática da amamentação.

Assim, a partir dos títulos destas produções, foram localizados os resumos e coletadas as seguintes informações: ano da defesa, nome da instituição, objetivos, referencial teórico e tipo de abordagem metodológica.

Tais informações foram organizadas, ordenadas e arquivadas em forma de quadros, que possibilitaram a análise dos dados, mediante a elaboração de novos quadros, tabelas e gráficos.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O estudo da distribuição da produção científica de enfermagem sobre a temática da amamentação, nos Cursos de Pós-graduação Strito-sensu, no período de 1978 a 1999, revelou que a partir da segunda metade da década de 90 houve um considerável aumento desta produção.

 


Gráfico 1 - Clique para ampliar

 

Segundo Dyniewicz e Gutiérrez(29), no Brasil, a produção científica em enfermagem é recente, sendo implementada principalmente em ambientes acadêmicos.

Os resultados obtidos no presente estudo refletem o crescente interesse do enfermeiro buscar compreender ou desvelar os diversos fatores envolvidos no processo de amamentação, uma vez que a promoção do aleitamento materno tem sido, por décadas, objeto de sua prática profissional.

Com relação aos tipos de objetivos pretendidos no estudos, destacaram-se os seguintes temas: significado da experiência ou vivência do aleitamento materno, conhecimento sobre a importância e cuidados na amamentação, atitudes de mães face ao incentivo recebido e causas de desmame precoce (Quadro 1).

Observando os objetivos apontados no Quadro 1, nota-se que o enfoque dado ao ato de amamentar não é puramente biológico, sendo este acompanhado de sentimentos, experiências e vivências. Desta forma, a preocupação expressa nos estudos não se refere apenas às técnicas ou aos fatores determinantes para o sucesso da amamentação; mas à compreensão da realidade vivida pela mãe, envolvendo: sensações, emoções, pensamentos, significados, escolhas e desejos. Segundo Capalbo(30), esta mudança na forma do pesquisar é característica do período da pós-modernidade, em que há uma busca pela compreensão do homem na totalidade e, conseqüentemente, uma nova concepção da subjetividade.

Analisando o tipo de referencial teórico e a abordagem metodológica utilizados, observou-se que apesar de um número expressivo de estudos do tipo exploratório descritivo ou correlacional inseridos na abordagem quantitativa (43%), houve uma maior tendência em utilizar os tipos de abordagem qualitativa (57%), adotando-se diversas teorias (Quadro 2).

No tocante à abordagem quantitativa, Rea(31) afirma que a avaliação do impacto das ações de aleitamento materno sobre a morbi-mortalidade e o crescimento infantil constituem ainda em uma lacuna de pesquisa.

Tyrrel e Cabral(32), analisando o processo de produção da pesquisa em enfermagem no Brasil, nas áreas de saúde da mulher e da criança, identificaram que o foco das investigações estava vinculado ao plano assistencial refletindo o modelo de atenção á saúde adotado no país. De acordo com Carvalho(33), o saber profissional de enfermagem sofre "pressões" para manter-se pedagogicamente de nível elevado no contexto da Pós-graduação strito-sensu. E na prática de pesquisar e produzir conhecimento, a avaliação da profissão se dá com base nas ciências conhecidas, muitas vezes fruto da visão racionalista.

No entanto, segundo Capalbo(34), a enfermagem tem questionado a eficácia do saber centrado no paradigma do racionalismo, buscando outros modelos, tais como: a visão dialética, fenomenológica, teorias sobre o imaginário, representações, entre outros. Com base nestes métodos de interpretação, o saber da enfermagem tem sido cada vez mais centrado no sujeito e na categoria da significação.

Neste sentido, a partir da década de 90 alguns estudos na área da enfermagem, vêm buscando a abordagem qualitativa para descrever e compreender as experiências maternas no ato de amamentar. Silva(35) realizou um estudo sobre o aleitamento materno a partir do olhar da mulher. Araújo(36) e Arantes(18) estudaram o significado da amamentação para a mulher que a vivencia. Esta última autora, buscando a compreensão do fenômeno da amamentação verificou o conceito de "singularidade"(a amamentação ocorre de maneira única, individualizada). Souza(19) refere que a amamentação é uma possibilidade do campo existencial, de caráter fenomênico, que para ser apreendida necessita de um "olhar atentivo" sobre a experiência vivida das mulheres. Em seu estudo verificou o conceito de "decisão", sendo a amamentação entendida como um gestar, nutrir, amar, dar origem, uma possibilidade. Silva(24) e Nakano, buscaram compreender o que norteia a mulher a amamentar ou desmamar seu filho, considerando suas crenças, valores e sentimentos. Martins(25) buscou compreender o significado do aleitamento materno vivenciado até ou além dos 6 meses, na perspectiva da nutriz. Apontou a importância da valorização da mulher nesta experiência e a possibilidade de uma nova forma de ver, pensar e agir, mais compreensiva.

Corroborando este pensamento, Souza(26) menciona que nos últimos anos, a maioria dos estudos sobre amamentação, tem procurado enfocar a mulher, ou seja, "vê-la, compreendê-la como um ser de possibilidades com sensibilidade e respeito por sua história, seu momento de vida, entendendo que amamentar é um acontecer".

 

CONCLUSÃO

Com o presente estudo pode-se concluir que na área da enfermagem há um crescente interesse em pesquisar sobre a prática da amamentação, tornando-se evidente a mudança no tipo de abordagem dessa temática, anteriormente considerada como uma prática biológica e que atualmente tem se ampliado para a perspectiva social.

Neste contexto, o levantamento das produções científicas dos Cursos de Pós-graduação strito sensu, mostrou que a partir da década de 90 houve uma maior tendência de utilização da abordagem qualitativa e de diversos referenciais teórico-filosóficos como subsídios para enfocar a mulher e o significado atribuído por esta na experiência de amamentar, em detrimento dos estudos do tipo exploratório-correlacional.

Cabe ressaltar o impacto que tais pesquisas na área da amamentação podem ter na implementação de políticas públicas voltadas para a promoção, proteção e apoio à amamentação, pois, ao compreender que as mulheres têm determinadas vivências e experiências em amamentar e que é importante valorizar a sua singularidade, suas crenças, sentimentos e valores, as intervenções dos profissionais podem se tornar mais realistas e eficazes. Com este intuito, nota-se a preocupação de se efetivarem políticas de apoio à mulher durante o período da lactação que realmente valorize um espaço para a mulher se sentir ouvida e respondida na sua necessidade, como a Iniciativa Hospital Amigo da Criança, que especifica no 10º passo a ser cumprido pela Unidade Hospitalar: "a formação de grupos de apoio à amamentação para onde as mães devem ser encaminhadas, logo após a alta do hospital ou ambulatório". (17)

Essas e outras mudanças na forma de abordar a mulher que amamenta, exigem tanto a formação e atualização dos profissionais da saúde, quanto o aprimoramento de futuros estudos que busquem enfocar a amamentação sob diferentes práticas e diferentes óticas.

Por meio deste estudo, verificou-se ser de fundamental importância que os pesquisadores em enfermagem aprofundem e ampliem a sua visão de mundo, mediante o conhecimento das diversas abordagens teórico-metodológicas, pois tal fato garante uma análise mais compreensiva da totalidade dos fatores envolvidos na prática da amamentação.

 

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