REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 16.2

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Pesquisa

Ocorrência de úlcera por pressão em pacientes internados em um hospital público de Fortaleza-CE

The occurrence of pressure ulcer in patients admitted to a public hospital in Fortaleza-CE

Lídia Samara de Castro SandersI; Francisco José Maia PintoII

IEnfermeira Estomaterapeuta pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Mestranda do Programa de Mestrado Acadêmico em Saúde Pública da Universidade Estadual do Ceará (UECE)
IIDoutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Docente do Centro de Ciências da Saúde:Curso de Medicina, Mestrado Acadêmico em Saúde Pública e Mestrado Profissional em Saúde da Criança e do Adolescente (UECE)

Endereço para correspondência

Rua 66, casa 430, terceira etapa,bairro José Walter
Fortaleza-CE, CEP: 60750-800
Fone: (85) 8721-1816

E-mail: lidiasamara82@yahoo.com.br

Resumo

Com este estudo, objetivou-se investigar a ocorrência de úlcera por pressão (UP) em pacientes internados em um hospital público, referência em trauma de Fortaleza-CE. Trata-se de estudo transversal, documental e analítico de natureza quantitativa, realizado no período de 1º a 31 de agosto de 2010, após aprovação pela Comissão de Regulação e Normas Éticas da instituição. Para análise estatística, foi utilizado o teste de qui-quadrado de Pearson, sendo considerado significante o valor de p<0,05. Dos 75 pacientes avaliados, 27 apresentaram UP, resultando numa ocorrência de UP de 36%. A amostra estudada caracterizou-se por um perfil com predomínio de pacientes idosos - 15 (55,5%); do sexo masculino - 16 (59%); 18 (66,7%) foram internados na unidade 16; 20 (74,1%) tiveram como causa de internação patologias referentes ao trauma; 31 (67,4%) eram portadores de úlceras por pressão classificadas como estágio II, com destaque para a região sacral com 18 pacientes (66,7%). Dentre os fatores de risco identificados neste estudo, destacam-se a idade avançada (a partir de 60 anos) e o longo período de internação (a partir de 16 dias). Encontrou-se uma associação altamente significativa (p<0,001) entre o tempo de internação e a presença de UP. Esses resultados demonstraram risco elevado de desenvolver UP na população, sendo, portanto, primordial o investimento na prevenção e atuação multidisciplinar para a redução desse agravo e melhorar a qualidade do cuidado prestado aos pacientes com esse tipo de lesão.

Palavras-chave: Úlcera por Pressão; Fatores de Risco; Hospitalização; Enfermagem

 

INTRODUÇÃO

A úlcera por pressão (UP) é definida como uma lesão cutânea que se desenvolve quando um tecido mole é comprimido entre uma proeminência óssea e uma superfície externa por um prolongado período de tempo.1

A ocorrência de UP em pacientes hospitalizados constitui um grande problema de saúde, pois esta ferida pode acarretar em desconforto físico e emocional para o paciente, aumento de custos no tratamento, necessidade de cuidados intensivos de enfermagem, internação hospitalar prolongada, aumento dos riscos para complicações adicionais e altos índices de incidência e prevalência, e, consequentemente, aumento da sua morbidade.2,3

A prevalência de UP é medida pela frequência de sua ocorrência ou pelo seu coeficiente apresentado como índice de pacientes com UP em determinada população em um certo período de tempo.4

De acordo com o National Pressure Ulcer Advisory (NPUAP), a prevalência em hospitais nos Estados Unidos varia de 3% a 14%, sendo de 15% a 25% em serviços de pacientes crônicos e 7% a 12% em atendimento domiciliário.5

No Brasil, são poucos os estudos sobre a prevalência das úlceras por pressão, porém sabe-se que a prevalência no ambiente hospitalar é muito alta. Pacientes tetraplégicos (60%) e idosos com fraturas de colo de fêmur (66%) atingem as mais altas taxas de complicações, seguidos por pacientes criticamente doentes (33%). De modo geral, aproximadamente 40% dos pacientes com lesões medulares que completaram o tratamento desenvolveram uma úlcera por pressão.6,7

Diante da complexidade do problema e conhecendo a magnitude da UP, tanto para o cliente quanto para a família e para a instituição de saúde, realizou-se este estudo. O objetivo foi investigar a ocorrência de úlcera por pressão em pacientes internados em um hospital público, referência em trauma de Fortaleza-CE.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Trata-se de um estudo um estudo transversal, documental e analítico de natureza quantitativa. Foi realizado em um hospital público de nível terciário, referência em trauma de Fortaleza-CE, no período de 1º a 31 de agosto de 2010, após aprovação pela Comissão de Regulação e Normas Éticas da instituição.

A população foi composta de todos os (75) pacientes internados na Unidade 16 (clínica médica e vascular) e na Unidade de Tratamento Intensiva quatro (UTI 4). A amostra foi obtida por conveniência e englobava todos os (27) pacientes que apresentaram UP durante o período da pesquisa.

Os dados foram coletados por meio de um formulário semiestruturado, contemplando dados clínicos do paciente, informações sobre as características da ferida e fatores de risco para o desenvolvimento de úlcera por pressão, baseado na Escala de Braden. Esses dados foram obtidos por meio dos prontuários dos pacientes e da observação não participante.

A análise dos dados foi realizada, inicialmente, usando-se o Excel e o programa estatístico Predictive Analitics Software for Windows (PASW), versão 17.0. Realizou-se uma análise estatística descritiva frequencial, além do estudo analítico, por meio do teste de qui-quadrado de Pearson, no nível de significância de 5%.

A pesquisa foi encaminhada ao Comitê de Ética e Pesquisa do hospital em estudo, e a coleta de dados foi realizada após aprovação da Comissão de Regulamentação e Normas Éticas da instituição, de acordo com os aspectos ético-legais da pesquisa com seres humanos, sob o Parecer nº 64628/09.

 

RESULTADOS

Durante a realização da pesquisa, foram pesquisados 75 pacientes internados nos dois setores de estudo (Unidade 16 e UTI 4), dos quais 27 (36%) apresentaram úlcera por pressão e compuseram a amostra.

A unidade 16 é composta de 24 leitos, distribuídos entre clínica médica e vascular. Dos 49 pacientes internados nessa unidade, 18 (36,7%) apresentaram úlcera por pressão. A UTI 4 é composta por sete leitos. Nesse setor, foram internados 26 pacientes, dentre os quais 9 (34,6%) apresentaram UP. Os pacientes desenvolveram UP na própria unidade onde foi realizada a pesquisa.

Foram identificadas 46 úlceras, com a média de 1,74 UP por paciente, sendo que a maioria dos pacientes, 18 (66,7%) apresentou uma úlcera e 3 (11,1%) apresentaram cinco úlceras por pressão.

Quanto à localização das UPs, verificou-se que a maioria das lesões - 44 (95,6%) - estava localizada na metade inferior do corpo, com destaque para a região sacral, que apresentou 23 (50%) do total das UPs.

Dos 27 pacientes portadores de UP, expressiva maioria - 26 (96,3%) - desenvolveu a lesão no hospital, durante o período de internação.

Quanto à imobilidade dos pacientes, todos os 27 (100%) apresentavam restrição de atividade ao leito, sendo que 26 (96,3%) tomavam banho no leito e 1 (3,7%) tomava banho em cadeira.

No que diz respeito à nutrição dos pacientes, 10 (37%) eram alimentados por dieta geral, enquanto a maioria - 17 (63%) - alimentava-se por dieta enteral.

Quanto às eliminações fisiológicas dos pacientes, 16 (59,3%) realizavam-nas em fraldas, apresentando incontinência urinária e anal concomitantes, enquanto 11 (40,7%) tinham diurese eliminada por cateter vesical de demora.

Em relação ao estadiamento das UPs, foi observado que 31 (67,4 %) eram do estágio II e somente uma (2,2%) UP foi classificada como estágio IV.

De acordo com a Escala de Braden aplicada nos 48 pacientes que não foram acometidos por UP, observou-se que 27 (56,2%) foram classificados como alto risco para desenvolver UP e 8 (16,7%) apresentaram baixo risco.No entanto, para os 27 pacientes que apresentaram UP, os escores da escala de Braden apresentados foram: 8 (29,6%) pacientes apresentaram risco moderado de desenvolver UP, enquanto a maioria - 19 (70,4%) - apresentou alto risco para desenvolver úlcera por pressão.

Dos pacientes que apresentaram UP - 16 (59%) - eram do sexo masculino. A média de idadeencontrada foi de 55,52 anos, com desvio-padrão de 23,3 anos. A menor idade foi de 19 anos e a maior, de 89 anos. Houve predomínio de portadores de UP em pacientes na faixa etária a partir dos 60 anos de idade. Porém, pelo teste de qui-quadrado, não houve associação estatística entre o sexo e a faixa etária com o desenvolvimento de UP nos pacientes hospitalizados. (TAB. 1)

 

 

Evidenciou-se que houve predomínio de pacientes com UP na unidade 16, correspondendo a 18 (66,7%). Por se tratar de uma enfermaria de clínica médica e vascular, os pacientes internados, em sua maioria, eram portadores de patologias crônicas. Nesses casos, o tempo de internação é prolongado, o que favorece o desenvolvimento de UP. No entanto, observou-se a não existência de associação estatística entre o local de internação e a presença de UP pelo teste de qui-quadrado (p=0,856). (TAB. 2)

 

 

Em relação ao tempo de internação, houve uma variação de 15 até 373 dias, tendo uma média de 56,8 dias com desvio-padrão de 73,8 dias. A maioria - 25 (92,6%) - dos pacientes tinha tempo de internação a partir de 16 dias. Pelo teste de qui-quadrado, encontrou-se uma associação altamente significativa (p<0,001), no nível de significância de 5% entre o tempo de internação e a presença de UP. (TAB. 2)

Em relação à causa de internação, verificou-se que a maioria foi aquela que se referia a causas externas, com 20 (74,1%) casos. Nesta, encontram-se inseridas patologias de trauma, como enforcamento, ferimento por arma de fogo (FAF), ferimento por arma branca (FAB), fraturas diversas, trauma cranioencefálico (TCE), politraumatismo, amputações e queimaduras. Todas essas são causas referenciáveis para o hospital em estudo, o que aumenta a prevalência de UP em pacientes hospitalizados com esses diagnósticos. (TAB. 2)

 

DISCUSSÃO

Neste estudo, a ocorrência de UP foi apresentada em dois setores: na Unidade 16 e na UTI 4. No setor referente à Unidade 16, encontrou-se um índice de ocorrência de 36,7%, enquanto para a UTI 4 foi de 34,6%. A ocorrência total encontrada neste estudo foi de 36%.

Prevalências variáveis foram encontradas na literatura internacional, conforme a clientela e a instituição, variando de 3% a 14% em Hospitais Gerais, de 5% a 25% em serviços de pacientes crônicos e de 7% a 12% em atendimento domiciliário.1

Em achados da literatura nacional, encontraram-se estudos como os de Rogenski e Santos,6 que por três meses observaram 211 pacientes em risco de desenvolverem úlcera por pressão em um hospital universitário e concluíram que 39,8% desses pacientes apresentaram a enfermidade.

Camargo,8 em pesquisa realizada em um hospital de infectologia, encontrou a prevalência de 13,6%; Cardoso4 encontrou a prevalência de 25,6% em um Centro de Terapia Intensiva (CTI) de um hospital universitário.

Neste estudo, a presença de UP em pacientes hospitalizados mostrou-se mais elevada entre os homens (59,3%) do que entre mulheres (40,7%). Isso pode ser atribuído aos principais diagnósticos que levaram à internação: causas externas (traumas decorrentes de violência urbana) e doenças do aparelho circulatório, os quais são de elevada prevalência entre os homens. Em pesquisas nacionais, também foram observados predomínio de UP no sexo masculino.4-9

Em relação à faixa etária, observou-se que houve predomínio (55,5%) de pacientes idosos (idade acima de 60 anos). Esses achados coincidem com os da literatura, estudo realizado por Sousa e Santos,10 que indica maior prevalência de UP em pacientes na faixa etária acima de 60 anos.

É na população idosa que se encontram 70% de todas as úlceras por pressão. A prevalência dessas feridas aumenta rapidamente com a idade, sendo que de 50% a 70% delas desenvolvem-se em pessoas com mais de 75 anos, pois o idoso é mais susceptível ao desenvolvimento de lesões de pele, dadas as características causadas pelo envelhecimento.11

Demograficamente, os pacientes com UP caracterizam-se por idade média elevada (acima dos 60 anos), significantemente superior àqueles também pertencentes ao grupo de risco, porém sem UP. Além disso, os pacientes idosos acamados que desenvolveram UP encontravam-se, coerentemente, inseridos na unidade 16, aquela com maior prevalência de pacientes com UP, e também tinham a pele mais exposta à umidade.

Vale ressaltar que a idade é apontada por diversos autores como um dos mais relevantes fatores envolvidos na fisiopatogênese da UP, principalmente quando associada aos outros fatores de risco como mobilidade e umidade.12

Considerando os fatores de risco para UP, avaliados pela escala de Braden, encontrou-se a imobilidade e a umidade presentes em todos os 27 (100%) pacientes que desenvolveram a lesão.Esses achados corrobam estudos realizados por Sousa e Santos13 e por Rogenski e Santos,12 que encontraram associação estatisticamente significativa entre a umidade e a presença de UP.

Neste estudo, 14 (51,9%) dos pacientes com UP apresentavam incontinência urinária e anal concomitantes, pois realizavam suas eliminações em fraldas, tornando-os extremamente vulneráveis ao desenvolvimento de UP.

A umidade decorrente da exposição da pele pela incontinência urinária e anal é um fator de risco importante na gênese da UP. O excesso de umidade macera e enfraquece as camadas superficiais da pele, tornando-a mais suscetível às lesões, principalmente quando associada à fricção e ao cisalhamento.2,14

Outro fator de risco para desenvolver UP encontrado neste estudo foi a imobilidade dos pacientes hospitalizados, considerada o fator de maior importância no desenvolvimento de UP. A manutenção da posição corporal, assim como mudanças no posicionamento, determina gradiente gravitacional que age no sistema cardiovascular e no pulmonar e pode afetar a oxigenação e o fluxo sanguíneo, pois a gravidade influencia diretamente o volume e a capacidade pulmonar.2,11

Com relação ao tempo de internação, neste estudo foram encontrados os seguintes resultados: o tempo médio de internação foi de 56,8 dias, variando de 15 até 373 dias, sendo que a maioria - 25 (92,6%) - desenvolveu UP a partir de 16 dias de hospitalização.

Esses achados corrobam outros estudos que demonstram que o tempo prolongado de internação está relacionado ao maior desenvolvimento de UP. Relatados na literatura internacional apontam uma média de tempo de internação acima de dez dias e que associam o tempo prolongado de internação com o desenvolvimento de UP.15,16

Na análise da localização das úlceras por pressão, encontrou-se a maior prevalência na região sacral - 18 (66,7%), o que é explicado por este ser o segmento da pele submetido a maior pressão na posição dorsal. Diversos estudos internacionais mostram que 60% de todas as úlceras por pressão estão localizadas na região sacral.11, 17, 18

A região sacral é considerada uma das mais suscetíveis para o desenvolvimento de UP, em razão das proeminências ósseas e da proximidade com áreas de incontinência, por isso deve ser constantemente avaliada.19

Neste estudo, em relação ao estadiamento da UP, observou-se que 31 (67,4%) das feridas eram do estágio II. Esse achado corroba o de inúmeros autores, como Camargo8 (34%), Moro et al.17 (58,5%), Póvoa20 (50%), Rogenski e Santos12 (53%), uma vez que estão intrinsecamente relacionados à própria definição e etiogênese desse tipo de lesão.

De acordo com a escala de Braden, a amostra estudada classificou 19 (70,4%) dos pacientes com alto risco de desenvolver UP, 8 (29,6%) com risco moderado e não foram encontrados escores relacionados ao baixo risco de desenvolver a lesão. Em relação aos pacientes que não apresentaram UP, 27 (56,2%) foram classificados com alto risco, 13 (27,1%) com risco moderado e 8 (16,7%) com baixo risco de desenvolver UP.

Os resultados obtidos sugerem que a escala de Braden deveria ser utilizada em todos os pacientes acamados durante a hospitalização, a fim de predizer aqueles com alto risco de desenvolver UP e, então, provê-los de cuidados intensivos apropriados, possibilitando intervenções profiláticas o mais precoce possível.

A recomendação de utilizar escalas, como a de Braden, para avaliação do risco de desenvolver UP é baseada em evidências científicas ou em entre consenso de especialistas e deve ser a base para uma prática de qualidade.21 O desafio atual é a implementação dessas evidências na prática.

 

CONCLUSÃO

Neste estudo, demonstrou-se uma ocorrência total de UP em pacientes internados em um hospital público de Fortaleza-CE de 36%. Esse resultado sugere a necessidade de treinamentos da equipe multidisciplinar dessa instituição em relação aos aspectos preventivos e curativos das úlceras por pressão.

Dentre os fatores de risco identificados neste estudo, destacam-se a idade avançada (a partir de 60 anos), o longo período de internação (a partir de 16 dias de hospitalização), a imobilidade e a incontinência anal e/ou urinária.

Esses achados reforçam a importância de que novos estudos epidemiológicos e de intervenção sejam elaborados para a prevenção de UP em populações sob risco de desenvolver essa ferida, sendo fundamental adotar medidas profiláticas adequadas, baseadas em evidências, principalmente durante o período de internação prolongado.

 

REFERÊNCIAS

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