REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 16.4

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Pesquisa

Avaliação da qualidade de vida de portadores de diabetes utilizando a medida específica B-PAID

Quality of life evaluation in patients with diabetes using the PAID scale

Elze Cecília Santos SouzaI; Sônia Alves de SouzaI; Thais Oliveira Santos AlvesII; Cristiane Franca Lisboa GoisIII; Alzira Maria Dávila Nery GuimarãesIV; Maria Cláudia Tavares de MattosIV; M

IGraduanda do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe, Aracaju-SE, Brasil
IIEnfermeira graduada pela Universidade Federal de Sergipe, Aracaju-SE, Brasil
IIIEnfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora adjunta do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe, Aracaju-SE, Brasil
IVEnfermeira. Doutora. Professora adjunta do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe, Aracaju-SE. Brasil
VEnfermeira. Doutora. Professora associada do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Sergipe, Aracaju-SE, Brasil

Endereço para correspondência

Departamento de Enfermagem da Universidade Federal deSergipe
Rua Cláudio Batista S/N
CEP: 49060-100. Aracaju-SE
E-mail: cristianeflg@hotmail.com

Data de submissão: 17/1/2012
Data de aprovação: 16/4/2012

Resumo

O diabetes é uma doença crônica que pode interferir na qualidade de vida (QV). Com este estudo, objetivou-se avaliar a QV dos diabéticos tipo 2 e sua relação com as variáveis sociodemográficas e clínicas. Trata-se de estudo descritivo, transversal, no qual se utilizou o Problem Areas in Diabetes (B-PAID) e o Medical Outcomes Study 36 - Item Short Form Health Survey (SF-36) - para avaliar a QV. Observou-se que 37,6% dos participantes apresentaram escore do B-PAID total igual ou maior a 40. Houve correlação negativa entre B-PAID total e quatro dos oito componentes do SF-36: dor, saúde mental, aspectos sociais e estado geral de saúde. Os homens apresentaram melhor avaliação na subdimensão "Problemas relacionados com a alimentação do B-PAID", enquanto as mulheres, na subdimensão"Problemas relacionados ao tratamento", sendo estatisticamente significante a diferença apenas em relação a esta última associação. A prática de atividade física se associou à melhor QV. Concluiu-se que poucos participantes apresentaram alto nível de sofrimento emocional e a atividade física sugere ser uma aliada na diminuição desse sofrimento.

Palavras-chave: Qualidade de Vida; Diabetes Mellitus Tipo 2; Enfermagem

 

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus (DM) é uma doença crônica que apresenta elevada prevalência, assim como altas taxas de morbimortalidade,1 constituindo-se um problema de saúde pública a ser enfrentado.

Estimativas preveem que haverá 366 milhões de pessoas com DM em 2030, em todo mundo, com perspectiva de que no Brasil atinja aproximadamente 11,3 milhões de indivíduos, representando o sexto lugar no ranking de países que terão maior número de pessoas com a doença.2

Dentre os tipos de diabetes, o tipo 2 compreende 90% dos casos e se caracteriza por alteração na ação ou secreção da insulina.3

O diabetes é uma doença que apresenta reflexos globais, como o elevado número de mortes por ano; elevados custos, tanto com o tratamento da doença quanto com as complicações dela decorrentes; e o impacto da doença na vida dos portadores e na de suas famílias, amigos e comunidade.3 Ressalte-se que tanto a doença quanto seu tratamento exigem dos pacientes adaptações importantes no cotidiano, o que afeta diretamente a qualidade de vida (QV) e interfere na expectativa desta.4 Condições médicas crônicas frequentemente causam impacto nas dimensões múltiplas da qualidade de vida relacionada à saúde.5 No caso do diabetes, além das complicações relacionadas à doença,osepisódioseomedodehipoglicemia,amudança no estilo de vida e o medo de consequências em longo prazo podem reduzir a qualidade de vida relacionada à saúde do portador de diabetes.6

A avaliação da QV de indivíduos com condições crônicas tem sido objeto de investigação na área da saúde, sendo considerada importante indicador dos resultados terapêuticos em diferentes situações clínicas. Mediante a avaliação dos mecanismos que incidem de forma negativa na qualidade de vida relacionada à saúde, é possível o planejamento de intervenções psicossociais que levem ao maior bem-estar.7

A literatura dispõe de vários instrumentos para a avaliação da QV, que podem ser aplicados em diferentes populações, sadias ou não, os quais são classificados em genéricos e específicos.8

Dentre os instrumentos genéricos, o Medical Outcomes Study 36 - item Short - Form Health Survey (SF-36)9 tem sido utilizado em amostras de portadores de DM, tanto internacional5,10 quanto nacionalmente.11

Os instrumentos específicos são meios alternativos para proceder à avaliação, concentrando seu foco em determinada área de interesse, possibilitando identificar a melhora ou a piora de determinado aspecto pesquisado, uma vez que são sensíveis para detectar alterações resultantes de alguma intervenção.12 Podem avaliar domínios específicos - por exemplo, a morbidade psicológica. Um exemplo de instrumento específico para avaliação da qualidade de vida de portadores de DM é a escala Problem Areas in Diabetes Scale (PAID), desenvolvida pelo Centro de Diabetes de Joslin, em Boston.13

Resultados de estudos recentes sugerem que a presença de diabetes interfere negativamente na QV dos pacientes.11,14

Diante do exposto, ressalte-se a importância de se avaliar como o diabetes e o tratamento refletem na vida dos seus portadores, a fim de subsidiar o planejamento de intervenções mais sustentadas de promoção de saúde que visem melhorar a QV da população. Assim, com este estudo, objetivou-se avaliar a QV de portadores de diabetes tipo 2 e sua relação com as variáveis sociodemográficas e clínicas.

 

MATERIAL E MÉTODO

Delineamento, local do estudo e sujeitos

Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, tipo transversal, realizado nas dependências do Ambulatório de Endocrinologia da Universidade Federal de Sergipe, em que foi utilizada uma abordagem quantitativa. Os pacientes atendidos nesse ambulatório são acompanhados por uma equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro e nutricionista. Esse ambulatório possui, aproximadamente, 250 indivíduos portadores de DM tipo 2 cadastrados, os quais são atendidos a cada três meses.

Participaram do estudo 170 portadores de DM tipo 2 (aproximadamente 68% da população total de portadores de DM cadastrados no serviço) que atenderam aos critérios de inclusão: ter idade igual ou superior a 18 anos, concordar em participar da investigação e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), além de apresentar condições clínicas (físicas e psicológicas) para responder às questões feitas pelas pesquisadoras.

A amostra foi considerada por conveniência, pois os participantes eram abordados na ordemem que chegavam para ser atendidos pela equipe multiprofissional, de acordo com os critérios anteriormente elencados.

O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Sergipe (CAAE nº 0170.0.107.00010), seguindo as normas que regulamentam a realização de pesquisas envolvendo seres humanos.

Instrumentos de coleta de dados

Os dados foram coletados entre os meses de janeiro e agosto de 2011 pelas pesquisadoras, por meio de entrevistas individuais e consulta aos prontuários dos participantes. Foram utilizados três instrumentos: um para coleta dos dados sociodemográficos e clínico e dois para a avaliação da QV: B-PAID13 e SF-36.9,12

O B-PAID tem sido utilizado na prática clínica como instrumento de mensuração do sofrimento que os pacientes normalmente sentem em viver com o diabetes. É formado de 20 questões por meio das quais se avalia a percepção do indivíduo sobre os problemas enfrentados no dia a dia com a doença. Apresenta quatro subdimensões: Problemas com alimentação, Problemas com apoio social, Problemas com o tratamento e Problemas emocionais. Utiliza um escore de 0 a 100, no qual a pontuação máxima configura-se como maior sofrimento. O escore total é obtido pela soma das respostas nos 20 itens do PAID e multiplicado por 1,25. As possíveis opções de respostas são divididas em uma escala de Likert de 5 pontos, variando de: "Não é um problema=0", "Pequeno problema=1", "Problema moderado=2", "Problema quase sério= 3", "Problema sério=4"13 . Para a análise dos resultados tem-se como ponto de corte o escore 40, com valores iguais ou maiores indicando alto grau de sofrimento emocional.15

O SF-36 éumquestionário multidimensional formado por 36 itens englobados por oito componentes: Capacidade funcional, Aspectos físicos, Dor, Estado geral de saúde, Vitalidade, Aspectos sociais, Aspectos emocionais e Saúde mental. Por meio do instrumento são abordadas as últimas quatro semanas e avaliados tanto os aspectos negativos (doença/enfermidade) quanto os positivos (bem-estar) do sujeito. Para a avaliação dos resultados, as respostas aos itens são computadas em seus respectivos componentes e esses valores são normatizados em uma escala de 0 a 100. O valor 0 corresponde ao pior estado de saúde e o 100 ao melhor estado, sendo que cada dimensão é analisada separadamente.12

O SF-36 foi utilizado apenas para avaliar a associação do instrumento específico (B-PAID) com o genérico.

Análise dos dados

Para a análise descritiva das variáveis foram utilizadas medidas de posição (média, mediana) e variabilidade (desvio-padrão) para as variáveis contínuas, e de frequência simples para as variáveis categóricas. As variáveis escalares foram avaliadas quanto à consistência interna por meio do alfa de Cronbach. Foi utilizado o teste de MannWhitney para a avaliação da QV segundo o sexo, estado civil e atividade física, e o teste de correlação de Spearman para a avaliação das correlações entre as medidas de QV e a idade, renda e tempo de diabetes.

 

RESULTADOS

Dentre os participantes do estudo, a média de idade foi acima de 60 anos, a maioria era do sexo feminino, possuía baixa escolaridade, casada/união estável e aposentada. A renda familiar média foi pouco mais de um salário mínimo. Quanto à caracterização clínica, 39,4% eram obesos, a maior parte era sedentária (51,8%) e fazia uso de insulina, seja associada à medicação oral ou não. As comorbidades mais prevalentes foram hipertensão arterial, dislipidemia e nefropatia (TAB. 1). Ressalte-se que 6 (3,5%) eram tabagistas e 13 (7,6%) etilistas.

Quanto à avaliação da QV por meio da medida específica B-PAID, a mediana das questões variou entre 0,0 - Problemas relacionados ao apoio social - e 23,7 - Problemas emocionais (TAB. 2). Foi observado que 64 (37,6%) apresentaram escore do B-PAID > 40, indicando que uma menor parte dos sujeitos apresentou alto nível de sofrimento emocional com relação ao diabetes.

Foi observada correlação negativa entre o B-PAID total e todos os componentes do SF-36, sendo moderadas em relação aos componentes Dor (r=-0,337, p<0,01), Saúde mental (r=-0,368, p<0,01), Aspectos sociais (r=-0,368, p<0,01), Estado geral de saúde (r=-0,413, p<0,01) e, diante dos demais componentes, as correlações foram menores do que 0,30, ou seja, sem importância clínica. Tais resultados indicam que quanto maior era a medida específica de QV, que mede o sofrimento emocional relacionado ao diabetes, B-PAID, menor se apresentava o SF-36.

No que se refere à consistência interna do B-PAID na amostra estudada, constatou-se que os valores do alfa de Cronbach, referentes às subdimensões, variaram de 0,40 - Problemas relacionados ao apoio social - a 0,85 - Problemas emocionais - e o valor referente ao B-PAID total foi 0,88, indicando consistência interna satisfatória na maioria das subdimensões e na medida total (TAB. 2).

Foi avaliada a associação da medida específica de QV, B-PAID, em relação às sociodemográficas, como sexo, estado civil e atividade física.

Os homens apresentaram maior mediana na subdimensão Problemas relacionados com a alimentação, enquanto nas subdimensões Problemas emocionais e Problemas relacionados ao apoio social não houve diferença entre os sexos. Na subdimensão Problemas relacionados ao tratamento, as mulheres obtiveram maior mediana, só sendo a diferença estatisticamente significante nesta subdimensão (p<0,05).

Quanto ao estado civil, foram observados maiores valores medianos no B-PAID total e nas subdimensões Problemas emocionais e Problemas relacionados à alimentação, porém as diferenças não foram estatisticamente significantes. Nas demais subdimensões, não houve diferença.

Na avaliação da diferença entre medianas diante da prática ou não de atividade física, os menores valores foram observados entre os que praticavam, indicando menor tendência de apresentar problemas relacionados ao diabetes nesse grupo (TAB. 3).

Quanto à avaliação da correlação entre a medida específica de QV, B-PAID e as variáveis idade, renda e anos de diabetes, as correlações se mostram fracas (r<0,30), não apresentando assim importância clínica.

 

DISCUSSÃO

O grupo estudado caracterizou-se por um baixo nível educacional e econômico, comum à maioria dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) atendida nos hospitais públicos do Brasil.

A medida de sofrimento emocional relacionado ao diabetes, B-PAID, apresentou valor médio na escala total próximo aos de estudos nacionais13 e internacionais.16 No estudo realizado por Gross13 para validação da versão brasileira do PAID, a amostra possuía algumas características sociodemográficas semelhantes às apresentadas pelos sujeitos deste estudo, como idade média próxima aos 60 anos, maioria do sexo feminino, baixa escolaridade.

Em outro estudo nacional, realizado com uma amostra composta por 100 portadores de diabetes tipo 2 com a idade média de 53,5 anos, a maioria do sexo masculino, média de anos de estudo de 12,4 anos, a média do B-PAID total foi 50,3. Nesse estudo, a escolaridade foi um diferencial na análise do B-PAID: o grupo que possuía mais de oito anos de estudo apresentou menor média (44,4) quando comparado ao grupo com menos de oito anos (57,6) e a diferença foi estatisticamente significante (p=0,01),17 enquanto neste estudo não foi observada correlação com escolaridade, analisando-se grupos com oito anos ou menos e oito anos ou mais de estudos. Os autores expõem que uma possível explicação para o valor médio do B-PAID total elevado pode ser o baixo controle metabólico do paciente diabético avaliado por níveis de hemoglobina glicosilada.17

A correlação negativa e moderada obtida entre o B-PAID total e quatro dos oito componentes do SF-36 indicou que quanto maior era a medida que avaliava o sofrimento emocional relacionado ao diabetes, menor se apresentava a medida genérica de QV referente aos quatro componentes, indicando tendência de mais dor no corpo (componente Dor); maior percepção de nervosismo, depressão, desânimo (componente Saúde mental); menor participação em atividades sociais, como visitar amigos e parentes (Aspectos sociais); e pior percepção de saúde (Estado geral de saúde). Na literatura, não foram encontrados estudos em que se tivesse avaliado essa correlação utilizando o SF-36. Em estudo em que foi avaliada a correlação do B-PAID total e a medida de qualidade de vida da Organização Mundial de Saúde, o World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-Bref), os resultados apresentados revelaram correlações negativas entre essas duas medidas, indicando que, quanto maior o estresse emocional relacionado ao diabetes, menor qualidade de vida.13

Portadores de diabetes tipo 2 que praticavam atividade física semanal apresentaram medianas mais baixas no B-PAID, indicando menos sofrimento emocional com relação ao diabetes. Nesse sentido, um estudo realizado com 863 sujeitos, dentre os quais alunos, funcionários e professores da Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), os resultados revelaram que quanto mais ativo o indivíduo é, mais qualidade de vida ele tem,18 corroborando com outro estudo realizado nos Estados Unidos com 119 diabéticos, o qual indicou que a incorporação de atividade física melhora a QV.10

 

CONCLUSÃO

Os participantes deste estudo apresentaram média de sofrimento emocional relacionado ao diabetes, avaliado pelo B-PAID, abaixo de 40, revelando baixo sofrimento nesse aspecto. A atividade física foi um diferencial, sugerindo que portadores de diabetes tipo 2 podem melhorar sua qualidade de vida se adotarem prática regular de atividade física.

Espera-se que este estudo contribua para direcionar intervenções de saúde com vista a melhorar a qualidade de vida do portador de diabetes tipo 2.

 

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