REME - Revista Mineira de Enfermagem

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ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 15.1

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Pesquisa

Aspectos clínicos e epidemiológicos dos clientes submetidos à cineangiocoronariografia

Clinical and epidemiological aspects of patients who underwent coronary angiography

Maria Helena BarbosaI; Jordânia Lumênia TavaresII; Érica Vieira de AndradeIII; Quenia Cristina Gonçalves da SilvaIII; Marina Aleixo DinizIV; Luiz Antônio Pertili Rodrigues de ResendeV; Gabriela Lucas CardosoVI

IEnfermeira. Doutora em Enfermagem na Saúde do Adulto. Professora adjunta do Curso de Enfermagem da Universidade Federal do Triângulo Mineiro
IIEnfermeira. Egressa do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Triângulo Mineiro
IIIEnfermeira. Aluna do Programa Stricto sensu Mestrado em Atenção à Saúde da Universidade Federal do Triângulo Mineiro
IVEnfermeira. Mestre em Atenção à Saúde. Professora substituta do Curso de Enfermagem da Universidade Federal do Triângulo Mineiro
VMédico. Professor assistente do Curso de Medicina da Universidade Federal do Triângulo Mineiro
VIEnfermeira. Especialista em Enfermagem em Unidades Cardiológicas e Hemodinâmica; Enfermeira do Serviço de Hemodinâmica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Endereço para correspondência

Praça Manoel Terra, 330, Abadia
Uberaba-MG, Brasil. CEP: 38015-050
Telefone: (34) 3318-5484
E-mail: mhelena331@hotmail.com

Data de submissão: 16/12/2009
Data de aprovação: 22/12/2010

Resumo

As doenças cardiovasculares representam a principal causa de morbimortalidade e estão associadas a vários fatores de risco. Trata-se de um estudo observacional, transversal, que teve como objetivos caracterizar os clientes submetidos à cineangiocoronariografia, segundo as variáveis socioeconômicas, clínicas e epidemiológicas, identificar os fatores de risco para coronariopatias e o conhecimento prévio sobre o procedimento. Foram entrevistados 107 clientes na Unidade de Hemodinâmica de um hospital de ensino de grande porte de Minas Gerais. Os dados foram analisados segundo estatística descritiva. A média de idade foi de 60,13 anos; 51,4% eram do sexo masculino; 75,7% afirmaram que tinham hipertensão arterial; 37,4%, que tinham história pregressa de infarto agudo do miocárdio; 46,7%, dislipidemia; 58,9% eram tabagistas; 25,2% etilistas; 70,1% sedentários; 35,5% tinham sobrepeso; 19,6% eram obesos; e 28,9% tinham diabetes mellitus. A maioria relatou que conhecia o procedimento e já o tinha realizado. Esses achados apontam para a necessidade de implementação de novos programas de prevenção de doença coronariana, tendo em vista os aspectos epidemiológicos identificados nessa população.

Palavras-chave: Cateterismo Cardíaco; Fatores de Risco; Epidemiologia; Enfermagem

 

INTRODUÇÃO

As doenças cardiovasculares representam importante problema de saúde pública, constituindo a principal causa de morbimortalidade, com elevados custos em assistência médica, que acometem indivíduos cada vez mais jovens.1

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são responsáveis por 16,7 milhões de mortes ao ano no Brasil, com projeções para o ano de 2020 de persistirem como causa principal de mortalidade e incapacitação.2 Segundo dados do DATASUS, em 2009, no Estado de Minas Gerais ocorreram 1.531 óbitos por doenças isquêmicas do coração e 3.888 por outras doenças cardiovasculares.3

Essas doenças estão associadas a fatores de risco (FRs) que podem ser classificados em modificáveis e não modificáveis. Os FRs modificáveis são aqueles em que o paciente e/ou a equipe de saúde podem atuar, como: dislipidemias, hipertensão arterial sistêmica (HAS), tabagismo, diabetes mellitus (DM), sedentarismo, estresse e obesidade. Os FRs não modificáveis são idade, sexo, cor de pele e história familiar de doença aterosclerótica.4,5

Dentre os exames frequentemente utilizados para o diagnóstico de doenças cardíacas, está a cineangiocoronariografia (CAT), utilizada para identificar doenças cardíacas, alterações estruturais e fisiológicas, tais como coronariopatias, disfunções miocárdicas, doenças valvulares e anormalidades congênitas do coração e dos grandes vasos. Além disso, esse exame também permite a realização de intervenções bem menos invasivas e de menor custo se comparado a intervenções cirúrgicas, no caso, quando há indicação de angioplastias transluminal coronariana percutânea imediatamente após o exame realizado.1,6

Embora seja um procedimento invasivo, a CAT pode ser realizada em ambiente ambulatorial, exigindo preparo prévio e um período de observação pós-exame de quatro a oito horas, dependendo da via de acesso radial ou femoral, respectivamente.7

Conhecer o perfil clínico e epidemiológico dos clientes submetidos à CAT poderá fornecer subsídios para a elaboração de protocolos de atendimento, tendo em vista a prevenção da doença arterial coronariana (DAC), assim como melhorar a qualidade da assistência para essa população.

Neste estudo, teve-se como objetivos caracterizar os clientes submetidos à CAT, segundo as variáveis socioeconômicas, clínicas e demográficas, identificar os fatores de risco para coronariopatias e ter conhecimento prévio sobre o procedimento.

 

MATERIAL E MÉTODO

Realizou-se um estudo observacional, transversal, com abordagem quantitativa dos dados em um hospital público governamental de ensino, que atende pacientes de alta complexidade, localizado no município de Uberaba-MG. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), sob o Parecer nº 1455/09.

A amostra deste estudo foi constituída por 107 pacientes admitidos na unidade de hemodinâmica do hospital, campo deste estudo, que atenderam aos seguintes critérios de inclusão: ser adulto com idade de 18 anos ou mais; ter agendamento para a realização de CAT eletivo ou estar internado para realização do procedimento; aceitar participar da pesquisa e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram excluídos os pacientes enconscientes, intubados e com dificuldade de comunicação oral para responder aos questionamentos inerentes ao estudo.

A coleta de dados ocorreu no período de janeiro a fevereiro de 2010. Nesse período, foram realizados 174 procedimentos de CAT. Desses, 14 clientes se recusaram a participar do estudo, 1 se encontrava entubado sob ventilação mecânica, dois apresentavam quadro de confusão mental, 2 não verbalizavam e 48 casos não se encontravam agendados (urgência e emergência). Os dados foram coletados por um dos pesquisadores, no período matutino, considerando que os exames eletivos na unidade eram realizados no período da manhã.

Para a obtenção dos dados, adotou-se a entrevista, que foi norteada por um instrumento estruturado contendo questões abordando os aspectos socioeconômicos, clínicos e demográficos (idade, gênero, comorbidades, uso de medicamentos e ocupação); os fatores de risco para a coronariopatia (dislipidemia, HAS, tabagismo, etilismo, DM, sedentarismo, dieta, sobrepeso e obesidade, infarto agudo do miocárdio prévio e história familiar de doença aterosclerótica); e o conhecimento prévio referido sobre o exame (ter ouvido falar sobre o exame ou ter realizado o exame anteriormente). Esses dados foram obtidos antes da realização do exame, após a admissão do paciente na Unidade de Hemodinâmica.

Considerou-se sedentário todo indivíduo que referiu não praticar atividade física regularmente; quanto ao tabagismo e ao etilismo, questionou-se sobre o hábito no momento da entrevista e considerou-se FR quando a resposta era afirmativa.

Quanto à análise, os dados foram inseridos em uma planilha eletrônica, no programa Excel XP® da Microsoft® e foram analisados segundo estatística descritiva em frequência absoluta, relativa e média, apresentados em gráfico.

 

RESULTADOS

Durante o período de coleta, 107 pacientes foram submetidos à cineangiocoronariografia, constituindo a amostra deste estudo.

Observou-se que houve o predomínio de clientes na faixa etária entre 60 e 69 anos (32,71%) e a média de idade foi de 60,13 anos (mínima de 29 anos e máxima de 79 anos); 55 (51,40%) eram do sexo masculino e 54 (50,47%) da cor branca. Quanto à ocupação, 43 (40,19%) eram aposentados e 15 (14,02%) donas de casa.

Com relação aos fatores de risco para coronariopatia, a maioria 81 (75,70%) referiu HAS (GRÁF. 1).

Quanto à média do índice de massa corporal (IMC), foi de 27,34 kg/m2 para homens (mínimo de 17,91kg/m2 e máximo de 48,78 kg/m2) e de 26,82 kg/m2 para mulheres (mínimo de 17,78 kg/m2 e máximo de 38,19 kg/m2).

Quanto à alimentação, 104 (97,20%) disseram que usavam óleo vegetal na dieta; 100 (93,46%) consumiam verduras e legumes; 98 (91,59%) carne vermelha, 31 (28,97%) usavam sal em excesso; 23 (21,50%) tinham outros hábitos alimentares; e 18 (16,82%) usavam gordura animal na dieta.

Observou-se que 98 (91,59%) referiram uso de medicamentos em domicílio. Dentre esses, 78 (72,90%) faziam uso de anti-hipertensivos.

Quanto ao conhecimento sobre o procedimento,75(70,09%) disseram que conheciam a cineangiocoronariografia e, desses, 48 (44,86%) já haviam sido submetidos ao exame. Ressalte-se, ainda, que 81 (75,70%) dos pacientes disseram que tinham recebido orientações sobre o procedimento no setor de hemodinâmica após a admissão nessa unidade.

Evidenciou-se que houve evolução para angioplastia transluminal coronariana percutânea em 30 (28,04%) dos procedimentos, com implante de stent em 100% dos casos.

 

DISCUSSÃO

Neste estudo, observou-se a predominância de uma população idosa, com média de idade de 60,13 anos, confirmando os resultados de outros estudos.8-10 Entretanto, diverge de outras pesquisas realizadas no Brasil, nas quais foram avaliados fatores de risco para coronariopatias11-13.

Evidenciou-se que a maioria era do gênero masculino, também demonstrado em outros estudos8,10,14,15 e divergente de outras pesquisas,9,11,12,14,15 nas quais foram avaliados os fatores de risco para DAC.

Com relação à cor da pele, a maioria era de cor branca, o que se pode observar, também, em estudo realizado com homens em Juiz de Fora-MG16 e em Pelotas-RS,17 emque foram investigadosos fatores de risco para DAC. Já em estudo no qual se pesquisou a frequência da hipertensão arterial nas capitais brasileiras predominou a cor morena.13

Neste estudo, evidenciou-se a maioria com sobrepeso, confirmando os resultados de outros estudos.12,13,16-18 De acordo com a Associação Brasileira de Nutrologia,19 considera-se eutrofia o IMC variando de 18,5 a 24,9 kg/m2, e sobrepeso IMC variando de 25,0 a 29,9 kg/m2. É importante ressaltar que houve pacientes que apresentaram até obesidade grau III, cujo IMC é maior ou igual a 40 kg/m2.

Dentre os fatores de risco, o que obteve maior prevalência foi a HA, confirmando estudo realizado em Pelotas-RS.17 A maioria também referiu que era tabagista. Em muitos estudos, percebe-se que o tabagismo ainda está presente na maioria da população jovem e adulta, apesar das campanhas e esforços governamentais ao seu combate.8,17,20,21

Verificou-se, também, que a dislipidemia foi referida por 46,73%, confirmando alguns estudos11,12,14,18 e divergindo de outra pesquisa.8

Neste estudo, a maioria disse que não praticava atividade física regularmente, o que confirma outros estudos.12,17,18,22 Entretanto diverge de estudo realizado em Juiz de Fora-MG, onde o sedentarismo foi evidenciado em 28%.16

Nesta pesquisa, evidenciou-se que, embora a maioria dos pacientes tenha referido o uso de óleo vegetal na dieta, além de frutas e legumes, foi confirmado, também, o uso de carne vermelha, uso excessivo de sal e gordura de origem animal, o que é considerado fator de risco para a DAC, principalmente o IAM.23-25

Cabe ressaltar que uma das limitações deste estudo refere-se à obtenção dos dados para análise nutricional, merecendo novas investigações sobre esse aspecto.

Observou-se uso de medicamentos em domicílio pela maioria dos clientes, sendo os medicamentos mais utilizados os anti-hipertensivos, antiplaquetários, vasodilatadores, diuréticos e antilipemiantes. Esses resultados confirmam estudo realizado com clientes participantes de um programa de reabilitação cardíaca supervisionada, em que se observou maior frequência no uso de betabloqueadores.26 Já em estudo em que foram avaliados o perfil lipídico e a intensidade de doença arterial coronariana, foi maior o uso de hipolipemiante e AAS.8

A maioria dos clientes apresentava história familiar de doença aterosclerótica, o que confirma estudo realizado com trabalhadores de uma destilaria em Ribeirão PretoSP27 e estudo realizado em ambulatório de prevenção de DAC do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul-RS.28

Quanto ao conhecimento do procedimento da CAT, a maioria dos clientes relatou que conhecia o procedimento ao qual seriam submetidos, embora nunca o tivessem realizado, o que também foi observado em estudo realizado em Porto Alegre-RS.29 Quanto aos procedimentos anteriores, 44,86% relataram que já tinham sido submetidos ao procedimento.

 

CONCLUSÃO

A maioria dos clientes submetidos à CAT estava na faixa etária de 60 a 69 anos de idade, eram do gênero masculino, brancos e aposentados. Apresentaram os seguintes fatores de risco: sobrepeso, obesidade, tabagismo, etilismo, sedentarismo, hipertensão arterial, dislipidemia, infarto agudo do miocárdio prévio e história familiar de doença aterosclerótica.

Quanto ao conhecimento do procedimento da CAT, a maioria já o conhecia, sendo que alguns já haviam realizado o exame.

Espera-se que os resultados evidenciados nesta pesquisa possam contribuir para a implementação de novos programas de prevenção da doença coronariana e de medidas de orientação sobre o procedimento de CAT à população.

 

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