REME - Revista Mineira de Enfermagem

ISSN (on-line): 2316-9389
ISSN (Versão Impressa): 1415-2762

QUALIS/CAPES: B1
Periodicidade Continuada

Enfermagem UFMG

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Volume: 19.1 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/1415-2762.20150007

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Pesquisa

Sentimentos e perspectivas de trabalhadores de instituição universitária pública frente à aposentadoria

Feelings and perspectives of civil servants from a public university facing retirement

Raquel Gvozd1; Andressa Midori Sakai2; Maria do Carmo Lourenço Haddad3

1. Enfermeira. Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Maringá, PR - Brasil
2. Enfermeira. Residente em Gerência de Serviços de Enfermagem na Universidade Estadual de Londrina - UEL. Londrina, PR - Brasil
3. Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora da área de Gerência em Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde da UEL. Londrina, PR - Brasil

Endereço para correspondência

Andressa Midori Sakai
E-mail: andressasakai@hotmail.com

Submetido em: 10/06/2014
Aprovado em: 17/12/2014

Resumo

Este estudo teve por objetivo identificar os sentimentos e perspectivas de trabalhadores de uma instituição universitária pública frente à aposentadoria. Trata-se de estudo quantitativo, desenvolvido com 82 trabalhadores em fase de pré-aposentadoria, participantes de um Programa de Preparação para a Aposentadoria. Os resultados demonstraram que a aposentadoria é percebida como o descanso merecido e um processo natural da vida. Sentimentos como liberdade, satisfação, ansiedade, medo e infelicidade ficaram evidentes. As atividades que os servidores pretendem realizar na aposentadoria são: atividades de lazer, trabalhos manuais, exercício físico, desempenhar outro trabalho, dar mais atenção à família, cuidar de si e fazer cursos profissionalizantes. O desejo de trabalhar após a aposentadoria foi manifestado em 48,8% das respostas; 57,3% relataram não terem se preparado para a aposentadoria. Os resultados reforçam a importância dos programas de preparação para aposentadoria, a fim de auxiliar no enfrentamento das expectativas e anseios dessa fase da vida profissional e pessoal dos trabalhadores.

Palavras-chave: Aposentadoria; Emprego; Envelhecimento; Emoções; Saúde do Trabalhador.

 

INTRODUÇÃO

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, em 2010, informações sobre o alargamento do topo da pirâmide etária brasileira, demonstrando o crescimento da população com 65 anos ou mais, que era de 4,8% em 1991, chegando a 7,4% em 2010. Sendo assim, o crescimento absoluto da população brasileira nestes últimos 10 anos se deu principalmente em função do aumento da população adulta e idosa.1

Esse envelhecimento está diretamente relacionado a maior número de trabalhadores em processo de aposentadoria, o que proporciona alterações no cotidiano, na vida social e no mundo do trabalho, uma vez que essa fase da vida é caracterizada por um processo de perdas físicas, mentais, cognitivas e sociais, o que traz vulnerabilidades.2

Dessa forma, permanecer no trabalho pode ser fonte de sofrimento e, para outros, pode proporcionar prazer, já que é por meio dele que muitos constroem sua vida e são inseridos no mundo social. Este não é visto somente como uma forma de sobrevivência, e sim como um meio de satisfação profissional e pessoal.3

Já a aposentadoria pode trazer anseios e insegurança, bem como alegrias e satisfação, visto que o trabalho constitui-se como determinante para a organização e inserção social, está articulado às relações humanas e é intrínseco à constituição da própria identidade do homem.4 Devido a isso, o período da pré-aposentadoria é descrito como um momento em que cada pessoa deve começar a planejar essa nova etapa na vida e a decidir, em função dela, a melhor hora para se aposentar.5

Pensando em ações direcionadas para a qualidade de vida do aposentado, é necessário compreender o que significa para um indivíduo se aposentar e qual o significado desse processo em sua vida, pois a aposentadoria constitui-se em uma etapa de transição que pode significar uma ameaça ao seu equilíbrio psíquico, ao ameaçar a sua identidade como pessoa e como ser social.6

Diante dessa problemática, este estudo teve por objetivo identificar os sentimentos e perspectivas de trabalhadores de uma instituição universitária pública frente à aposentadoria.

 

METODOLOGIA

Foi realizado estudo descritivo com abordagem quantitativa, desenvolvido em uma instituição universitária pública do norte do Paraná. A pesquisa abordou todos os trabalhadores que em 2011 participaram do ciclo de palestras do Programa de Preparação para Aposentadoria, totalizando 82 pré-aposentados. Essas palestras abordaram aspectos jurídicos, econômicos, promoção da saúde, recursos da comunidade, entre outros, a fim de auxiliar os servidores a enfrentarem essa etapa da vida.

Para a coleta de dados, utilizou-se um questionário contendo questões de múltipla escolha para a caracterização da população e quatro questões subjetivas, que respondem o objetivo deste estudo, sendo elas: a) qual é a sua percepção em relação à aposentadoria? b) quais atividades você pensa em desenvolver após a aposentadoria? c) você pretende continuar trabalhando após a aposentadoria? Se sim, por quê? d) durante sua vida, você se preparou de alguma forma para o momento da aposentadoria? Se sim, como?

Os dados foram coletados durante a primeira participação do servidor no ciclo de palestras.

Os resultados referentes à caracterização da população foram tabulados no programa Microsoft Excel 2010 e analisados por porcentagem simples.

Os conteúdos emergidos das perguntas abertas tiveram sua análise feita com base na orientação de Bardin.7 A partir dessa etapa, os dados foram agrupados em categorias e calculadas as porcentagens da frequência de cada resposta. Foram utilizadas falas dos participantes para exemplificar os resultados apresentados, prevalecendo a inicial da palavra "Questionário" (Q), seguida do número do questionário, para assegurar o anonimato dos participantes.

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição na qual o estudo foi desenvolvido, tendo sido obtido parecer favorável com registro no Sistema Nacional de Informação sobre Ética em Pesquisa, CAAE nº 0149.0.268.000-10. Todos os participantes assinaram termo de consentimento livre e esclarecido.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Participaram do estudo 82 servidores com média de idade de 55,4 anos, submetidos a questionamento acerca do significado que a aposentadoria representa para o trabalhador. Estudo realizado nessa mesma instituição, em 2011, mostrou que 1.048 servidores estavam em fase de pré-aposentadoria,8 destacando-se que reduzido número deles compareceu aos encontros do Programa de Preparação para a Aposentadoria (PPA) oferecido.

Outra reflexão pertinente a esses dados deve-se ao fato de que o trabalho não se constitui apenas como uma fonte de renda para o homem, e sim uma forma de o sujeito organizar seus horários e sua rotina, estabelecendo planos, metas e aspirações, construindo laços afetivos, exercendo a criatividade, garantindo sua independência e expressando sua produtividade. Devido a isso, a grande maioria das pessoas não aceita a aposentadoria e muitas não pensam sobre o assunto, já que o trabalho representa a sua identidade social.6,9

A caracterização dos pré-aposentados demonstrou que considerável número de trabalhadores apresenta elevado grau de instrução, sendo que 39% possuem pós-graduação e 18,3% ensino superior completo. Esse dado pode ser explicado pelo fato de a instituição permitir aos servidores a progressão de classe no desenvolvimento da carreira, regulamentada por lei,10 tornando-se um incentivo pela busca de especializações que resultem em reajuste salarial.

Os resultados evidenciaram, ainda, que 41,4% dos trabalhadores estão atuando 21 a 30 anos na instituição, 32,9% atuam 11 a 20 anos e 24,3% há mais de 30 anos, sendo que a maioria não possui outro emprego. Pode-se justificar tal achado pela estabilidade concedida pelo emprego público, conforme disposto no artigo 41 da Constituição Federal, que considera "estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público",11 favorecendo que o trabalhador permaneça na mesma instituição por vários anos, muitas vezes até a aposentadoria.

Ao se analisar a situação de saúde dos entrevistados, observou-se que 55,6% possuíam alguma doença autorreferida, destacando-se osteomusculares, hipertensão arterial, diabetes mellitus e hipotireoidismo. Tais condições levantam um questionamento acerca da qualidade de vida que eles terão na aposentadoria, uma vez que o aspecto saúde é fundamental nessa etapa da vida.

A aposentadoria está relacionada à longevidade e a cada dia especialistas recomendam os cuidados que devem ser dispensados à qualidade de vida, que interferem de forma direta na quantidade de tempo que, naturalmente, cada vida pode durar.12 Destaca-se que este deve ser um momento de reflexão dos pré-aposentados sobre sua existência que, apesar de terem alcançado seus objetivos, sofreram muitas perdas das quais a saúde se torna a mais afetada.13

Outro aspecto que merece destaque dos resultados é o Índice de Massa Corpórea (IMC) dos servidores, sendo que um participante apresentou baixo peso, 34 apresentaram peso normal e 47 estavam acima do peso. Este último aspecto pode ser decorrente da falta de atividade física, pois 72% dos entrevistados atuam em turno integral e podem apresentar falta de tempo e disposição para a prática de exercícios físicos. A rotina de trabalho, com atividades repetitivas e longa jornada, faz com que o trabalhador esqueça hábitos de vida saudáveis e a prática de exercícios físicos, adotando o sedentarismo. Ocorrem, ainda, o aumento do processo de envelhecimento, o agravamento da perda da massa óssea, problemas cardíacos e musculares. Além disso, o estresse também pode resultar em alguns problemas físicos e psicológicos.7

Quando questionados sobre a percepção em relação à aposentadoria, 12 (14,6%) trabalhadores relataram ser um descanso merecido e um processo natural da vida, como ilustrado nas seguintes respostas:

Momento de descanso e recomeço de uma nova atividade sem muito compromisso (Q62).

Período em que poderei realizar atividades que me sinto melhor e com horários adequados à minha vida particular (Q6).

Referente a essas pontuações, estudo realizado com líderes de grandes organizações, privadas ou governamentais da Nova Zelândia e do Brasil, mostra que a aposentadoria é um meio de descanso, lazer, prazer e até mesmo uma forma de deixar de realizar uma atividade desagradável.14

Em outra pesquisa, a aposentadoria é referida como a grande possibilidade de poder desfrutar desse tempo, outrora dedicado ao trabalho, de forma imediata e prioritária com viagens. Entretanto, a expectativa de poder aproveitar o tempo da aposentadoria usufruindo de opções de lazer perpassou pelo viés das condições econômicas, garantindo ou não a realização prática de alguns de seus anseios.15

As respostas demonstraram que 51,2% dos entrevistados manifestam sentimentos positivos em relação à aposentadoria, tais como liberdade (33,0%) e satisfação (18,2%), como se observa nos seguintes relatos:

A aposentadoria será um tempo para pensar e fazer o que desejo com liberdade (Q18).

Conquista de tempo de dedicação ao trabalho (Q74).

Os sentimentos negativos representam 17% das respostas, sendo eles: ansiedade, medo, infelicidade e remuneração inferior ao salário atual, comprovados com os seguintes relatos:

Dúvidas, medo e insegurança (Q28).

Percebo que muitos funcionários não chegam à aposentadoria com a contribuição exata, isso porque adoecem antes (Q2).

Em relação a tais achados, estudo realizado com seis aposentados do Serviço Público Estadual e Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) mostrou que quatro participantes conferiram aspectos positivos à aposentadoria, associando-a à conclusão de uma etapa. Para os outros dois entrevistados, a aposentadoria foi vivenciada como um evento negativo devido à diminuição da renda.16

Ainda referente a esses dados, pesquisa mundial sobre aposentadoria, promovida pelo Banco Hong Kong and Shanghai Banking Corporation (HSBC), com 21 mil pessoas em 20 países, assinala que a aposentadoria é percebida com sentimentos de liberdade (69%), satisfação (66%), felicidade (62%), medo (26%), tédio (25%) e solidão (23%).17

Alusivo às atividades que os servidores pretendem realizar após a aposentadoria, as respostas enfatizam: atividades de lazer (36,6%), trabalhos manuais (25,6%), exercício físico (10,9%), desempenhar outro trabalho (29,3%), mais atenção à família (15,8%), cuidar de si (4,9%) e frequentar cursos profissionalizantes (12,2%).

A aposentadoria pode ser uma oportunidade para ter mais tempo para o parceiro, filhos e amigos; viajar a lazer; mais tempo para esportes; atividades culturais e hobbies; realização de projetos de desenvolvimento pessoal; relacionados à saúde; financeiros; atividades prazerosas diversas e superação pessoal.11,18

A Tabela 1 apresenta os resultados referentes ao desejo ou não dos pré-aposentados em continuar trabalhando após a aposentadoria.

 

 

Conforme observado na Tabela 1, o desejo de continuar trabalhando durante a aposentadoria foi manifestado por 48,8% dos pré-aposentados, justificando esse desejo para alcançar mais qualidade de vida, continuar uma vida ativa, ter autonomia, sentir-se útil, evitar o ócio, buscar o prazer, como ajuda financeira, para repassar e adquirir conhecimentos e manter a saúde psicológica.

Essas informações confirmam estudos que salientam a continuidade do trabalho durante a aposentadoria como uma necessidade de se sentir produtivo, aumentar a renda familiar - pois ter certo salário, ainda que baixo, poderá ser algo de grande reconhecimento -, além da necessidade de conviver com outras pessoas e se sentir atualizado, para se manter fisicamente ativo, ter algo importante a fazer e manter a mente estimulada.17,19,20 Alguns trabalhadores retornam ao mercado de trabalho, pois encontram ali alguma importância, devido à influência desse meio em seu âmbito psicológico e social para a construção da identidade.19

Em relação ao preparo para a aposentadoria, 57,3% dos pré-aposentados não se prepararam para esse momento, 9,8% não responderam e os que se prepararam (32,9%) citaram a busca por informações de âmbito financeiro e emocional, cuidados com a saúde, estudos sobre a aposentadoria e formas de atingir autonomia.

Tais dados reforçam a importância do Programa de Preparação para Aposentadoria que está sendo implantado na instituição, possibilitando a esses trabalhadores momentos de reflexão sobre tal fase da vida, para que possam desfrutar desse momento com qualidade.

Projetos desse tipo oferecem a possibilidade de inserir contextos tão importantes quanto o trabalho, como a saúde, os relacionamentos, o lazer, entre outros, enfatizando os aspectos positivos e oportunizando a reflexão sobre os aspectos negativos da transição bem como a discussão de alternativas para lidar com eles.21

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo apurou que a aposentadoria é percebida pelos pré-aposentados como o descanso merecido e um processo natural da vida. Sentimentos como liberdade, satisfação, ansiedade, medo e infelicidade ficaram evidentes perante a reflexão do significado da aposentadoria. O desejo de trabalhar após a aposentadoria foi manifestado em 48,8% das respostas.

O despreparo para o enfrentamento dessa etapa ficou evidente, sendo que a maioria relatou não ter se preparado para esse processo. Ressalta-se, assim, a importância de incentivos para a implementação de programas de preparação para aposentadoria nas instituições, a fim de auxiliar no enfrentamento das expectativas e anseios dessa fase da vida profissional e pessoal dos trabalhadores, refletindo diretamente na qualidade de vida.

Programas com essa finalidade, que abordam os principais aspectos envolvidos com a aposentadoria, podem se constituir em importante ferramenta de gestão, além de proporcionar aos trabalhadores subsídios para o melhor enfrentamento dessa fase angustiante da vida.

 

REFERÊNCIAS

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